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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

My land... breathtaking




Do mural do facebook do meu amigo Kim Zé, tive de "gamar" este postal da minha terra, ao qual nunca mais podia perder o rasto... de tão bonito que está.

Obrigado. :D

Fico tão feliz de o poder ter aqui colado numa parede da minha marquise...

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

O frasco nº 13

 

Recebi por mail e achei o máximo. Tem génio. Fez-me rir. Mesmo. Como eu já não me ria há muito. Fiz-lhe um lifting a nível do português, a algum do conteúdo e creio que está.


O frasco n.º 13


Um gingão assim todo pintarola, habituado a fazer nenhum na vida, passeava em grande estilo pelas vielas de Lisboa, a laurear a pevide quando reparou que na entrada de um prédio muito antigo se destacava uma nova placa luminosa:

Clínica Pinheiro. Tratamos a maleita ou devolvemos o dinheiro. A DOBRAR!

Pensou: “Olé! Esta tenho que a explorar… Tenho de ganhar aqui algum guito.” Entrou sorrateiro na clínica e pagou os 5 euros logo cobrados à entrada pela consulta simples. O médico, muito bem fardado de bata e estetoscópio recebeu-o todo sorridente:
− Bom dia, meu senhor paciente. E o que o traz por cá?
− Ò Shôtor, estou aqui com um grande problema: perdi o paladar, pá. Não consigo sentir o gostinho de nada. Nem água, nem café, nem um bifinho com ovo a cavalo, nada do que eu tanto gostava, nada! Tem tudo a mesma falta de gosto.
− Ah, estou a ver… Enfermeira Luisinha, por favor, traga-me o frasco número
13.
A enfermeira, toda boazona e aperaltada com uma mini-saia tesuda a mostrar os quadris e um decote brutal até ao umbigo, um enorme chamariz para a clientela da vizinhança largar a nota dos 5 euros só para a ver, aproximou-se com um frasquinho de porcelana e uma colher. A letras garrafais no rótulo: 13.
O médico meteu as luvas, encheu uma colher e enfiou-a de pronto na boca do paciente sem a este lhe poder dar o cheiro.
Este provou e cuspiu! Mas o que é isto?!?!?!? O Dr. está maluco!!! Isto é merda!!!!
O médico respondeu: “E pronto. Pode sair. Recuperou o seu paladar. Está curado”.

O maduro saiu todo amolado e cabisbaixo. “Cabrão! Bem me engataste mas… ainda te hei-de agarrar. Hei-de recuperar o meu dinheirinho todo. Tenho de bolar um plano. Tem de ser algo infalível”.

Dias depois de muito pensar, regressou à clínica e pagou outra consulta simples.
- “Olá! O senhor?!? Por aqui outra vez?” disse o médico.
− “Desculpe, não percebi, o que quer dizer com isso, outra vez? Quem é o senhor? Quem sou eu? Perdi a minha memória. Que estou a fazer aqui? (a ver se era desta que reavia o dinheiro).
O médico não vacilou:
− “Ah, ok, estou a ver. Luisinha: o frasco 13, por favor!”
− “O frasco 13 outra vez não, porra!!!!!”
− “Maravilhoso!” disse o médico. “É milagre!, recuperou a memória, está curado!!! Pode sair!”

E o pintarola, pior que estragado da vida, comentou para si: “Mas que grande filho da puta! Levou-me a massa e eu fiquei sem nada de dinheiro outra vez. Não é possível!” Da próxima vez não lhe vou dar chance.

Uma semana depois, recarregou as baterias e lá voltou ele de novo.

− “Mas vejam só quem é, o senhor novamente! Em que posso ajudá-lo desta vez?”
− “Nem queira saber doutor, estou mesmo perdido: perdi a vontade. Não sinto vontade de comer ninguém. Vejo a Catarina Furtado, a Shakira, a Jennifer Lopez, até mesmo as dançarinas do Gallery… nada! Já não mora aqui ninguém”, disse enquanto pensava: “é desta que te amolas! Não me curas. Vais-me devolver a grana que aqui empatei.”
O médico pensou um pouco e disse:
− “Enfermeira, o frasco...”
O artista saltou muito depressa e enraivecido, gritou:
− “Se vier com essa merda do frasco 13 mais uma vez eu fodo-o, doutor! Fodo-o a si, à enfermeira, à menina da recepção e a toda a gente desta clínica filha da puta! Olhe que vão todos!!”, gritou.
− “E pronto, já recuperou o seu tesão novamente, está curado! Viu? Pode sair!”


“Não se esqueça de espalhar: Clínica Pinheiro! Sacamos o mal ou devolvemos o dinheiro.”

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Olhó carapau!



Tasca do Binóculo:

Hoje:
Entrada: Carapaus de escabeche

Na Assembleia da República, um deputado do Bloco de Esquerda no seu estilo cassete comunista/versão ipod reclama que a situação está de tal forma gravosa que até as licenciadas têm de se prostituir para conseguirem sobreviver.
O Pedrocas, no seu estilo agastado e esmorecido de tanto embate, contradiz o evidente  alegando que “o senhor deputado é que insiste em inverter as coisas. O prisma correto é que o nosso sistema de ensino está tão bom que até as putas são licenciadas.




Prato do dia: Lacão assado no forno (de primeiríssima água)



quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Rir

Os tempos estão difíceis. O aperto chega a todos. Resta-nos este sol fantástico e podermos rir. Eu que sou o “Taxman” como cantaram os Beatles, garanto que o riso não é tributado. Ser feliz não paga imposto. Asseguro-vos.

Ontem e hoje recebi por mail mensagens de amigos muito amigos que me deram vontade de inaugurar uma galeria neste blogue em remodelação pela mão sábia do meu irmão chamada: Colaboradores.

A ordem de publicação é a da antiguidade da amizade. São todos grandes amigos. Tenho com cada um deles uma amizade que não é mensurável. Assim, vai pelo mais velho, pela amizade mais antiga, pelo mais antigo como é na tropa.

Por falar em tropa, começo pelo Rui Felino, um homem que me habituei a admirar na infância pelos seus dotes futebolísticos. Era o craque que todos queríamos imitar na nossa Beirã natal. Na altura era muito mais velho que eu. Eu era mais da geração do mano Vítor, grande amigo também, apenas um ano mais velho que eu. Traduzido, isto significa que o Rui não me passava grande cartão. Eu era o bedelho. Depois andou pelos Comandos e foi militar de carreira. Nesse período fomos-nos aproximando mais e a diferença etária foi-se esbatendo. Cresci e já bebíamos umas imperiais juntos. Fomos-nos aproximando cada vez mais e hoje estamos bem próximos. Pelo menos eu sinto-me assim e sou capaz de não ser o único. Formou-se há pouco tempo, foi bater aos livros dos quais fugiu quando era novo. Casou com uma prima da minha mulher e somos quase parentes. Foi grande apoio na altura do acidente e deu muitas vezes boleia à minha mulher. Por muito que se faça, nunca se paga. Como não tem que se pagar, fica cá dentro. Fundo.

O segundo é o João Carlos Anselmo. Um amigo entre os amigos. Uma ligação muito especial. Diferente. De há muitos, muitos anos. Mais de 25. Deu-me a mão numa altura difícil da minha vida. Acreditou em mim quando não tinha alguma experiência de trabalho na área. Companheiro. É uma palavra que se aplica bem. Muito próximo.

Last but not least, Vitor Hugo Gonçalves Gandum. Iscspiano como eu, formado no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, é hoje colega na Autoridade Tributária. Conhecemo-nos nas Finanças em Marvão, onde trabalhámos juntos e encaixámos os dois. A visão da política, da vida, da sociedade, dos outros, do mundo em geral tornou-nos muito próximos. Podemos estar meses sem nos vermos. Quando nos encontramos parece que ainda trabalhamos juntos, que nunca nos separámos.


As anedotas saem como vieram. Levaram uns toques, uma mais que outras, mas ficaram com o mesmo sentido. O denominador comum é a inteligência.


Rui Felino. 
Amigo da Beirã.
“Está lá?”

Um homem liga para o Hospital Júlio de Matos. Responde o atendedor de chamadas com a seguinte mensagem:

"Obrigado por ter ligado para o Hospital Júlio de Matos, a companhia mais adequada nos seus momentos de maior loucura.

Escolha uma das seguintes opções:

* Se é obsessivo-compulsivo, marque repetidamente o 1;

* Se é codependente, peça a alguém que marque o 2 por si;

* Se tem múltipla personalidade, marque o 3, 4, 5 e 6;

* Se é paranóico, nós sabemos quem é você, o que você faz e o que quer. Aguarde em linha enquanto localizamos a sua chamada;

* Se sofre de alucinações, marque o 7 nesse telefone colorido gigante que você, e só você, vê à sua direita;

* Se é esquizofrénico, oiça com atenção, e uma voz interior indicará o número a marcar;

* Se é depressivo, não interessa que número marque. Nada o vai tirar dessa sua lamentável situação;

* Porém, se VOCÊ votou PASSOS, não há solução, desligue e espere até 2015. Aqui atendemos LOUCOS e não INGÉNUOS! Obrigado!


João Anselmo. 
Amigo de Santo António da Areias
“Um desejo. Um!”

Um homem caminhava pela praia e tropeçou numa velha lâmpada. Pegou nela, esfregou-a e... um génio saltou lá de dentro. Disse-lhe:

- "Livre! Libertaste-me da lâmpada, coisa e tal, blá, blá, blá... Mas esquece aquela história dos 3 desejos! Tens direito a um desejo apenas e ponto final!"

O homem disse:

- "Eu sempre quis ir aos Açores, mas tenho um medo enorme de voar... e no mar costumo ficar enjoado. Podes construir uma ponte até aos Açores, para eu poder ir de carro?"

O génio riu muito e disse:

- "Impossível. Pensa na logística do assunto. Como é que os pilares chegavam ao fundo do Oceano Atlântico? Pensa em quanto betão armado, em quanto aço, em quanta mão-de-obra... Não, de maneira nenhuma! Pensa noutro desejo."

O homem compreendeu e tentou pensar num desejo realmente possível.

- "Fui casado e divorciado 4 vezes. As minhas mulheres disseram sempre que eu não me importava com elas e que era um insensível. Então, é meu desejo compreender as mulheres; saber como se sentem por dentro e o que estão a pensar quando não falam connosco; saber porque estão a chorar... saber realmente o que querem quando não dizem nada... saber como fazê-las realmente felizes!

O génio respondeu:

- Queres a ponte com duas ou quatro faixas???!!!


Victor Hugo Gandum
Amigo de Marvão
"Kassumbé nus Angola"

Kussumbé lá nus Angola foi num estação di gásolina onde havia um cartáiz que dizia:

'Enchi us despósito e concorra a notê di sexu grátis'

Despois de enché o despósito, Kussumbé chamó us funcionário e perguntô:

- “Ei, como si faiz pra concorrere neisse promoção?”

- “É fácire: baista dizé um número de 1 a 10. Se fôr o mêmo número qui istou a pensari, o senhô ganha.”

Kussumbé disse então:

- “8”.

- “Irrasti!: Istava a pensari nus númbro 4...”

Uns dias despôs Kussumbé voltou au posto mais seu amigo Isbeleléu. Enchera us depósito, chamara us mêmo funcionáriu e perguntara:

- “Inda istás nus promoçã?”

- “Sim! Diga us númro di 1 a 10. Se acertá nus númbro qui istou a pensari, tu ganha uma note di sexu grátis”.

Kussumbé dissi:

- “5”.

Us funcionário dissi:

- “Oh… Irraste... Eu istava a pensari nus número 2...”

Despôs di voltarim várias vezis sim nunca terim acertadu, Isbeleléu comentô com Kussumbé:

- “Acho qui u gaju du posto istá a enganari a genti, pá! Nóis nunca acerta!”

- “Deixa di desconfiança Isbeleléu........ Simana passada minha mulhé acertó seis vezis 
 com eli... Nóis é que é burro, pá!”