Orgulhoso de ter em Portugal um jornal que é capaz de fazer primeiras páginas deste nível, mais que merecedora de um prémio por toda a portugalidade que tem lá dentro. Um Ronaldo feito a partir de azulejos... Pode não ser o mais completo nem o mais abrangente mas em termos de estética e estilo das palavras... deixa os outros a léguas.
Um
dos lemas de vida: tirar o melhor (até) do pior. Mas ainda assim, o “Correio da
Manhã” não é “O Crime”. Tem o Paulo Morais sempre muito claro, direto e de alta
escala; tem o grande João Pereira Coutinho (que está sempre brilhante nas
análises que faz, como é o caso), mais alguns assuntos e apontamentos. Não dá
para o comprar (ainda assim) mas quando se vai dar a voltinha da tarde depois
de um dia inteiro a tomar conta das feras por a mãe estar a trabalhar… é bem lê-lo n´"O Adro".
Faz o que eu digo, não faças o que eu faço. Nem só de pão vive um homem mas arrumar-lhe uma cigarrada enquanto a malta intervala é do melhor. E se for um uísquizinho? E se for uma...
Sem legendas... Gosto particularmente da última pergunta. Bem... é mais da resposta... Todo o terreno type.
Como
nesta tarde entrei no modo “fim de semana”, depois de sair das finanças fui
nadar os meus 1.500 metros. Depois da esfrega, dando seguimento ao “weekend
mode” activo desde as 18 horas, fui tomar uma cerveja sem álcool preta no bar
que há-de sempre ser o do meu amigo Sérgio, esteja lá ele onde estiver. Fui ver
se me tinham guardado o exemplar do Correio da Manhã de segunda-feira (como eu peço
sempre) para poder ler o Paulo Morais. Disse-me a Estrela, proprietária que
enviuvou mas se manteve sempre ao leme do sonho do meu velhinho Sérgio contra
ventos e marés, a quem alcunharam de “velhaca” vá-se lá saber porquê de tão
dócil que é, que o jornal deveria de estar na pilha dos outros velhos,
amontoados durante a semana. Agradeci-lhe a gentileza de se ter lembrado de mim
e procurei, voltei a procurar, passei um a um no monte e nada. “Olha, se lá
estava deve de ter havido macumba porque sumiu.” Ela ateimou, disse que tinha
de lá estar mas não se deu ao trabalho e o tempo foi passando até que se fez
luz naquela cabecinha: “ahhh, era o de segunda? Agora é que me estou a lembrar
que o Malaquias (o amigo que ajuda ao balcão nas dobras) andou de pinturas e
usou um jornal… é capaz de ter sido esse…”
“Bingo!
Prontos, não digas mais nada que já estás apresentada”. Foi-se a hipótese de
ver o que é que o Paulinho nos trazia nesta semana mas a estrela das notícias
de hoje era outra porque vinha lá (no jornal de hoje) Marvão. No jornal?!?
Presumi que o habitual, a dizer maravilhas, mas não. O motivo era um assalto.
Um roubo muito violento realizado por encapuzados armados que iam matando o Sr.
João, uma estrela do jantar dos solteiros do meu tempo que pela conversa ainda
deve jogar naquele clube. Um homem bom, inofensivo, bem disposto que ainda há
dias cumprimentei e brilhava sempre na sua motorizada que em si mais parecia um
avião ou porque ela era muita grande ou porque ele era muita pequeno. Pois por
menos de mil euros iam-no matando e deixaram-no cheio de mazelas. O pobre surge
na foto sem os óculos com grandes armações que o caracterizam que não sei se
foram na enxurrada de traulitada que levou.
Diz
a notícia que a Judite anda por aqui em averiguações. Os que cá moram, temem
que estas modas cada vez mais violentas das urbes se espalhem por cá e desejam
que tal não volte a suceder. Sempre cresci com a ideia de se ter a porta da rua
sempre aberta. Na casa dos meus pais, a chave estava sempre do lado de fora da
fechadura. Hoje já não é assim na minha e cada vez há-de ser menos noutras.
Fechados,
isolados, virados para dentro.
A
nossa sociedade não funciona em muitos aspetos. A justiça é com toda a certeza
um deles. Se o crime tivesse o castigo como consequência, andávamos mais
tranquilos mas… Vamos ver o que isto dá.
Nota do escriba: chamo
a atenção dos clientes habituais desta taberna que o vosso Tio favorito
trabalhou muito para fazer este post. Atenção que não é uma tapa avulsa que vos
serve com o tintinho, tipo umas azeitonas com sal. Esta peça é um petisco
gourmet que demorou mais de uma semana a cozinhar, a reunir os ingredientes que
estavam dispersos por diversos órgãos de informação. Tive de esperar que fossem
todos publicados, o que só hoje, sábado, aconteceu.
Apesar disso tudo,
aceder à peça continua a ser de borla. Por aqui se vê que a minha boa vontade
não tem fim.
A crise chega a
todos e este menino das finanças que outrora tinha o estatuto de vir almoçar a
casa em 1 hora e meia; já leva também desde o mês passado graças ao novo
horário de atendimento, uma mochila/lancheira para almoçar no serviço todos os
dias, com a merenda que a mulher lhe avia para aquecer no microondas (que
carregou de casa) e conseguir comer na horinha de almoço. Na “Cantina da Troika”
como eu lhe chamo.
Mesmo assim este
trabalho aqui no blogue é gratuito para vós. Fico um jornalista realizado e
poupo nos psiquiatras.
Sendo assim, atendendo
ao trabalho que isto deu a fazer, digam aos vossos parceiros da sueca que na
próxima hora não vão a jogo porque vão ler as crónicas, a entrevista, e ver o
Alta Definição. Se forem mulheres, digam à vizinha que têm a açorda ao lume e
não podem ficar a dizer mal daquela ou da outra.
Sim? Cumprimentos
da gerência. Até já. Boa viagem.
Diz
o título que “O animal feroz está de volta… Outra vez…”. Realmente, é caso para
dizer que não “morre” nem que o matem. Ainda há-de chegar a Presidente da
República. Pela boca, ninguém o leva preso.
Podíamos
fazer aqui uma brincadeirinha ao estilo Vera Roquette, para votarem para o mail
aqui assinalado, se querem escolher a opção A ou B.
Ora agora
escolham se querem:
Opção A:Volta José que estás perdoado!
Opção B:“Zezito já te tenho dito que
não é bonito andares-me a enganar” ou “Vai-te encher de ***da” ou “De parvos e
de loucos, todos temos um pouco, mas tanto?!?!?”
Fazendo
de Zandinga, consigo já antever que o povo português é pouco esperto e deixa-se
levar com pouco, muito pouco mesmo. Muita gente o há-de ver já com uma auréola
por cima da cremalheira.
Mas
há quem pense e dou-vos a hipótese de pensarem por vós. Têm todos os ingredientes
disponíveis.
Aqui está a peça
original, a entrevista de 19.10.2013 do Expresso que se gaba de que “faz opinião”. Cliquem aqui e metam uma musiquinha a acompanhar que fica bem à maneira:
É clicar para ampliar, ler e imprimir para forrar o quartinho
A
minha opinião, sabem-na por dois homens, dois intelectuais, dois fazedores de
opinião, dois pensadores políticos que escrevem de forma simples, clara, evidente.
E inteligente. Dois homens que sigo sempre.
Um
é bem mais novo que eu mas sabe aquilo que eu nunca almejarei saber porque se
cultiva, lê e estuda de uma forma que o coloca na estratoesfera cerebral.
O
outro é o Vasco Pulido Valente, uma referência absoluta nacional no comentário
político e para mim, o caso mais evidente de um gajo que escreve primorosamente,
com uma acutilância extrema mas mais parece um básico a falar. O homem não consegue
dizer duas seguidas… Homem e escrita não jogam. Parecem pessoas diferentes. Tão
diferentes parecem que a apresentação dele no Público diz muito sobre si. Quem fala,
fala muito no consumo desenfreado de tabaco e nos consumos etílicos mas isso é
da vida dele e realmente “o resto veio quase tudo nos jornais e o que não veio
não deve vir.”
Para
finalizar, a entrevista com o Daniel Oliveira, coitadinho, que é muito bom
rapazinho mas só faz festinhas, não morde. Eu gostava era que esta entrevista
fosse feita pelo Paulo Portas dos tempos do jornal Independente, do CDS e agora
Vice-Primeiro Ministro. Entrevista sobre coisas engraçadas como o Freeport, as
parcerias público-privadas, o TGV que ele tanto queria, as auto-estradas, os
gastos com os estádios do Europeu ou o projecto do carros elétricos e os
avanços geniais que iriam vir daí. Tanta coisa… Tanta matéria…
Para
mim, este era o amigo do Hugo Chávez. Ponto final.
Nem sempre há tempo para partilhar a minha revista de imprensa, mas desta vez, cá vai!
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Começo por uma curta mas poderosa. Há notícias que apesar de concisas, dizem quase tudo sobre o estado do emprego no nosso país e sobre as saídas de muitos cursos...
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Uma manchete que reforça a anterior...
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Um notável artigo daquele que considero, a par do Freitas Lobo e do António Tadeia, um dos grandes pensadores e comentadores do futebol no nosso país. Chega a ser visionário... Este texto foi publicado na sexta, véspera da mais vistosa exibição do argentino Di Maria desde que aterrou em solo luso. Aos benfiquistas apressados, recomendo o último parágrafo.
Uma crónica com a qual concordo em absoluto e diz muito sobre a natureza dos dois grandes partidos portugueses. É pena é que o PSD do meu concelho seja mais parecido... com o PS.
Um outro trabalho de grande categoria e até que enfim que encontro um catedrático que confirma tudo aquilo que eu defendo há séculos: a pirataria só é má para os mamões, as sanguessugas da indústria que se alimentam do talento dos outros. Os artistas só têm a ganhar. Quanto mais conhecidos forem, mais concertos dão, mais merchandising vendem, mais ganham nas áreas onde verdadeiramente lucram. Democratizar. Dar para receber.
- E para finalizar, agora que acaba o Marcelo e parece que começo eu... nota mais para o Manuel Isaac e a cobertura que fez do 1º casamento gay de Marvão. Esta 1ª página deve ter feito crescer água na boca a muitos...
De toda a gama de oferta jornalística nacional, "O Crime” ocupa de longe, por uma enorme distância, o lugar de publicação rainha do meu coração.
Desde que o “Jornal do Incrível”, que eu lia de fio a pavio, desapareceu, só este preenche por completo a minha sede de notícias, de grandes notícias.
E não me venham com histórias do “Público” e do “Expresso” e do jornalito do Saraiva porque a coisa mesmo é no “Crime”.
A minha devoção é de tal ordem que já experimentei ignorá-lo e passar ao seu lado mas não resisto. Incute uma magia tamanha na minha mente débil que rastejo até à banca mais próxima deserto de lhe botar as unhas em cima.
Ah, meus amigos. Que grande seria o nosso país se as criancinhas lessem “O Crime” desde os bancos do jardim-escola, aprendendo com esta aula clássica do melhor jornalismo aquilo que a arte do bem informar tem para nos oferecer em todo o seu esplendor.
“O Crime” é grande e acho que ele sabe.
Há dias liguei para a RTP a mandar vir com aquele programa da manhã onde dizem que fazem uma revista de imprensa e eu disse ao telefone que raio de merda era aquela de darem notícias só de pasquins e não fazerem qualquer tipo de menção a um jornal de categoria como “O Crime” e o sujeito desligou-me o telefone e disse que aquilo afinal era uma drogaria. Nós, os contribuintes que pagamos os nossos impostos, temos uma palavra a dizer, olha que coisa!
O número desta semana, que me tem acompanhado nos momentos de lazer que vou apanhando, é particularmente bestial.
Em grande manchete, numas enormes parangonas, lança as previsões para 2008 e logo aqui revela uma classe nunca vista. A grande maioria dos jornais que por aí andam adiantam-se logo a dar as previsões no final do ano, ou nos primeiros dias do novo. “O Crime” não! Seguindo a norma que “o primeiro milho é para os pardais”, cala-se bem caladinho e lá para o meio de Fevereiro, avança firmemente com previsões com um selo de garantia e qualidade que tornam os nosso planos mais seguros.
“O Crime” é um manual de sobrevivência.
Quanto à qualidade das previsões avançadas, não se fica por Mayas e Zandingas de 3ª divisão! Não! Aproveita e apresenta a única e fabulosa Maria Graciete que não só nos dá previsões como nos lê efectivamente o futuro.
E a Maria Graciete, meus amigos, para todos aqueles que andam menos informados nestas coisas do oculto, é o verdadeiro Cristiano Ronaldo da quiromancia.
Esta miúda é ultra-profissional e não brinca em serviço.
Na sua folha de serviço presente a páginas 6, surge-nos como uma vidente radicada em Los Angeles, que trata o George Clooney por “tu cá, tu lá” e está habituada a passear-se nos sets dos filmes que nós só vemos aqui pelo burgo décadas depois, quando os compramos em dvds manhosos ao lellos do mercado de Portalegre, isto se não levarmos antes com um balázio dos Asaes.
A Maria Graciete é um luxo e só o olhar para ela nos deixa tranquilos. Numa caixa alaranjada com o sugestivo subtítulo “Conselhos de Vidente”, a prestigiada publicação avança-nos em primeira mão que a nossa Maria Graciete avisou o Kennedy, (sim, sim, esse mesmo! O Presidente dos Estados Unidos!) que ia ser assassinado. Para tal, deslocou-se à Casa Branca e disse-lhe “tin-tin por tin-tin” que se insistisse em ir a Dallas, o mais certo era levar um tiro na corneta e ir de canoa para o outro lado. O homem não lhe deu ouvidos e a história foi o que se viu.
Também a Sharon Tate, na altura esposa do realizador Roman Polansky, foi vítima da sua própria insensatez. A Graciete bem lhe disse, “anda lá filha! Vê lá se te trancas em casa que andam para aí umas seitas manhosas que andam desertinhas de armar confusão e vai na volta ainda te amolam. A cachopinha não quis saber e o Charles Manson, claro, aproveitou e cortou-a assim em postas boas para guardar na arca até ao Natal.
O curso do mundo passou pelas mãos desta mulher.
Por acaso não falou no Martin Luther King, mas esta Senhora, com “S” grande, ou maiúsculo, ou lá como é que se chama, não se dá com qualquer pessoa.
E o que nos diz a Maria cá para o nosso Portugal?
Grandes novidades, meus amigos! O Terreiro do Paço vai afundar-se e o Santana Lopes vai voltar a casar. Duas notícias dadas em paralelo porque de facto, têm a mesma ordem de grandeza. A Floribella vai sair das luzes da ribalta e o Papa vai malhar da cadeira como o Salazar. Vai haver muitos mortos e muito sofrimento, Portugal não ganha o Campeonato da Europa e a Alexandra Lencastre vai ter um acidente. Vai descobrir-se que a Maddie foi assassinada por um vagabundo e o Valentim Loureiro vai de cana.
Dois destaques:
A nossa Maria vê o Sócrates “prostrado no chão, envolto numa mancha negra” e eu se fosse ele, com estas previsões de atentados, já ia mas á alugando um duplex do outro lado da fronteira. A mancha é capaz de ser ruptura no cárter.
Resta uma notícia boa para o Alentejo, com a descoberta de petróleo nestas terras. Fico com um sorriso optimista e já vejo o Rondão de Almeida a saltar como um girino. Para a Maria, “Elvas vai estar em grande”.
Informação de primeira linha, rapaziada!
Mas “O Crime” não se fica por aqui.
Só neste número apresenta:
- uma extensa reportagem sobre o “Pifas”, o rei dos assaltos que com apenas 18 anos “fanou” 2.500 euros em ouro, à sua própria mãe, numa tarde de Março de 2007 e nessa mesma noite já o tinha esturrado;
- a história de uma mulher que foi chorar o marido ao funeral e foi presa assim que o caixão entrou no buraco, suspeita de o matar;
- uma fotografia inédita do olho de vidro do José Cid, na rubrica “Que saudades”;
- uma entrevista nas centrais com o Marco Horácio e o seu Rouxinol Faduncho;
- A trágica história de um jovem que levou 28 facadas por 12 euros;
- e o destaque do episódio da jovem que morreu electrocutada quando praticava sadomasoquismo com o companheiro. Parece que era hábito darem assim uns choques para ver se a coisa animava e o rapazito, deixou-se levar pelo entusiasmo e esturrou a piquena que também não se podia queixar porque tinha a boca tapada com aquela fita-cola mais grossa que se vende na Loja do Chinês a euro e meio. Esta pode bem servir de aviso à malta menos informada que gosta de meter os dedos nas tomadas quando está prestes a atingir o clímax. Cuidadinho, ãh? TZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ! PUM!
Mas “O Crime” vale muito mais. Na verdade, só a página de detectives e bruxos vale o preço de venda ao público. São mesmo muitos e tratam de tudo: temos os Professores Fofana, Sissé, Sidya, Eros, Madi, Diaby, Muctar, Mohamed, Biai; Baio e muitos outros que acabam de um dia para o outro com o alcoolismo e a impotência que são duas coisas que não dão jeito nenhum. Temos o Raul Duval, a vidente Ana Paula e a médium Fátima Mendes e não me venham com histórias que não vale a pena sofrer com tanto apoio especializado.
A página “Mensagens de amor” é outra relíquia a não perder, com anúncios da qualidade de um “Cantinflas Português” e o “Rei dos Feios” que espeta tudo o que tenha entre 20 e 50 anos. Com “casa em Albufeira e carro” o rapaz não faz a coisa por menos e acho que é de aproveitar.
Dois destaques finais:
Um para o “Correio dos leitores” onde se escamoteiam (bela palavra!), assuntos da delicadeza de um vizinho que espreita raparigas, uma velha insuportável e dvds da candonga;
E um segundo destaque para a notícia da última página que nos dá conta que o Nuno Guerreiro, o panasca a quem o criador trocou a voz com uma menina de 10 anos, e os amigos, escavacaram a pastelaria “Jau” ali no Largo do Calvário. Não se faz! E eu pagava para ver as bichonas todas a partirem vitrinas e mandarem bolos de arroz para a linha do eléctrico. O Sr. Manuel da Costa, um dos sócios, queixa-se até que lhe fizeram desaparecer um puxador de uma porta e a máquina das bolas! Eu estive cá a pensar e sendo rapaziada desta, até aposto que sei o buraquinho onde a esconderam. Assim pelo tamanho….
Bom, caros leitores e amigos. Deixem-se de tretas, mandem este blog à fava, não percam tempo e leiam mas é “O Crime” que aí sim podem aprender alguma coisinha de útil para as vossa vidas.
Para quem já não apanhar este número mítico na banca do nosso amigo Boto (este por acaso até o comprei no Tapas), fiquem sabendo que eu alugo o meu por 6 euros e meia à meia-hora.