O desporto em geral e as caminhadas muito em particular estão na moda. Na parte norte do concelho, a Casa do Povo de Santo António das Areias tem apostado em grande neste tipo de eventos e tem somado sucessos incontestáveis.
Depois da 1ª pela Nave e da 2ª pela estrada dos Aires, neste domingo realizou-se a 3ª caminhada pelos lados da Ramila e Fonte Souto, com bastante aceitação já que segundo os números oficiais, passaram bem das 100, as almas que alinharam na expedição neste fantástico domingo primaveril.
Como já vai sendo habitual, não faltou nadinha e esteve tudo a preceito. O percurso não era exigente, não faltou a aguinha e a fruta a meio da marcha e terminou tudo em beleza.
Eu, o meu querido amigo Nuno Pires e o meu estimado sogro, esticámos a corda e fizemos o percurso maior, subindo pelas vinhas da Fonte Souto e em boa hora porque as vistas mereceram o esforço e o repasto assim ainda soube melhor.
A conversa, entre muitas outras coisas, lá teve que descambar para a inevitável desgraça do clube do nosso coração que carpimos pelas calçadas e trilhos de terra batida.
A empreitada culminou num mega-churrasco na Quinta da família Conchinha que gentilmente abriu as portas a todos num gesto de bem receber, confirmando que aquele espaço é de convívio e só fica completo quando se enche de amigos.
E que bem souberam a farinheira frita e os enchidos à chegada, quando o cheirinho dos grelhados já fazia crescer água na boca. Houve bela sopinha, a bela da bifana e a entremeada, a salsicha e a salada, as bebidas fresquinhas, os tintinhos e as imperiais que saiam em catadupa da máquina bem calibrada. Nem sequer faltou o docinho para os mais gulosos e o cafezinho para arrematar.
Na continuação, houve convívio e animação, a piscina para a garotada e as histórias fabulosas do Ti Mané Batista, o “Pedreirinho da Asseiceira”, o “Governador Civil da Relva” como bem o baptizaram, que na sua inesgotável alegria de viver, a todos contagiou com as rocambolescas histórias da sua juventude. Inesquecível a aventura em que parou a banda nas festas de São Pedro.
Já descia o sol quando me fiz à estrada, percorrendo solitário as veredas que me levariam a casa, cumprindo o objectivo estabelecido inicialmente de fazer tudo a penates.
O vento quente do fim da tarde e os grilos que cantavam nas redondezas fizeram-me companhia, no regresso deste mais que agradável convívio.
Mais uma vez, parabéns e bem hajam.
Foi mesmo muita bom.
Depois da 1ª pela Nave e da 2ª pela estrada dos Aires, neste domingo realizou-se a 3ª caminhada pelos lados da Ramila e Fonte Souto, com bastante aceitação já que segundo os números oficiais, passaram bem das 100, as almas que alinharam na expedição neste fantástico domingo primaveril.
Como já vai sendo habitual, não faltou nadinha e esteve tudo a preceito. O percurso não era exigente, não faltou a aguinha e a fruta a meio da marcha e terminou tudo em beleza.
Eu, o meu querido amigo Nuno Pires e o meu estimado sogro, esticámos a corda e fizemos o percurso maior, subindo pelas vinhas da Fonte Souto e em boa hora porque as vistas mereceram o esforço e o repasto assim ainda soube melhor.
A conversa, entre muitas outras coisas, lá teve que descambar para a inevitável desgraça do clube do nosso coração que carpimos pelas calçadas e trilhos de terra batida.
A empreitada culminou num mega-churrasco na Quinta da família Conchinha que gentilmente abriu as portas a todos num gesto de bem receber, confirmando que aquele espaço é de convívio e só fica completo quando se enche de amigos.
E que bem souberam a farinheira frita e os enchidos à chegada, quando o cheirinho dos grelhados já fazia crescer água na boca. Houve bela sopinha, a bela da bifana e a entremeada, a salsicha e a salada, as bebidas fresquinhas, os tintinhos e as imperiais que saiam em catadupa da máquina bem calibrada. Nem sequer faltou o docinho para os mais gulosos e o cafezinho para arrematar.
Na continuação, houve convívio e animação, a piscina para a garotada e as histórias fabulosas do Ti Mané Batista, o “Pedreirinho da Asseiceira”, o “Governador Civil da Relva” como bem o baptizaram, que na sua inesgotável alegria de viver, a todos contagiou com as rocambolescas histórias da sua juventude. Inesquecível a aventura em que parou a banda nas festas de São Pedro.
Já descia o sol quando me fiz à estrada, percorrendo solitário as veredas que me levariam a casa, cumprindo o objectivo estabelecido inicialmente de fazer tudo a penates.
O vento quente do fim da tarde e os grilos que cantavam nas redondezas fizeram-me companhia, no regresso deste mais que agradável convívio.
Mais uma vez, parabéns e bem hajam.
Foi mesmo muita bom.