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domingo, 31 de agosto de 2008

Separados à Nascença - Vanessa de Contarr

(Clica que isto aumenta)


A Vanessa Fernandes e o Conde de Contarr são gémeos e nasceram no mesmíssimo castelo da Transilvânia.

Acontece que quando vieram a este mundo, as finanças do pai de ambos, o próprio Conde Drácula, estavam já bastante fracas e pior ficaram quando o fisco local lhe penhorou e alienou um T2 que o homem tinha comprado com umas poupanças na Baixa da Banheira quando era solteiro.

Na noite em que nasceram, o Príncipe do Mal praticamente não dormiu, como sempre, e decidiu que tinha de abrir mão dos seus mais jovens herdeiros para evitar que passassem mal.

O filho varão foi encaminhado para a Rua Sésamo que estava nesse momento em digressão, a fazer uns castings nos Balcãs. Como tinha uma inteligência acima da média e era perito a contar, sobretudo os cadáveres que o pai empalava nas traseiras do castelo, foi contratado para ser o contador oficial da série. Foi-lhe dado um banho numa tinta rosa duradoura e como o Jim Henson achou piada à ascendência, adoptaram o look do pai e assim nasceu a figura do “Conde de Contarr”.

Com a filha o caso foi mais difícil porque ninguém a queria. Por coincidência, o português Venceslau Fernandes deslocou-se então à zona para correr a Volta à Roménia e como estava farto de levar sempre os mesmos souvenirs e bibelots à mulher por onde quer que passava, desta vez lembrou-se de levar a petiz que “um sujeito com ar pálido, olheiras profundas e uns caninos salientes” estava a oferecer a quem passava na Praça principal da sua aldeia. A criança nunca se adaptou bem a Portugal e sofre do sintoma de “não poder estar quieta” porque, sabemos nós, tem nostalgia do lar do qual já não se recorda. Diz com frequência que é como o Variações e “só está bem onde não está”. Como é hiperactiva, leva os dias a nadar, a andar de bicicleta e a correr. Foi por esse motivo que o pai a inscreveu nos Jogos Olímpicos. O “Vendo o Mundo de Binóculos do Alto de Marvão” descobriu recentemente que o aparelho que usa nos dentes não é para endireitar o “corta-palha” mas para impedir que os caninos cresçam ao nível dos do pai e comece a sugar o sangue aos adversários em plena prova, o que lhe causaria uma óbvia desqualificação com justa causa.

Esta é a história dramática destes “Separados à Nascença”.


Nota do produtor: Se o Henrique Mendes ainda fosse vivo, isto dava um excelente “Ponto de Encontro”.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Olhó Robot! (Separados à Nascença!)

(clicar na imagem para ampliar)


Esta história de ser a própria família a divulgar o retrato-robot, meses depois do desaparecimento, é mesmo muito estranha. Que eu saiba, as competências dessa área são da polícia e cada vez mais me convenço que o velho Moita Flores tem razão: o caso pode muito bem ter protagonistas óbvios.

Mas pelo sim pelo não e como passei também férias na Praia da luz pouco tempo depois do sucedido, lembrei-me de dar uma volta pelo meu arquivo fotográfico digital, para uma segunda olhadela pelas fotos que registámos então, na tentativa de apanhar o dito cujo em segundo plano e assim poder ajudar a resolver este mistério.

Mas sabem como é… a gente começa ver as fotos, entusiasma-se e vai por aí fora, vendo mais e mais e mais e eis que de repente, encontro umas imagens de uma Festa da Relva de há uns anos atrás e dou de caras com o meu amigo Victor Malaquias, célebre vulto da vida artística arenense, com um look bem similar ao do meliante.

Coa breca!

Estão parecidos ou quê?

E foi então que me lembrei de publicar isto quanto antes para que a Polícia não descubra por ela própria e ainda invente para aí problemas ao nosso amigo.

Sendo a notícia avançada pelo blog, tudo não passa de uma brincadeira e o nosso Victor pode continuar a viver em paz.

Mas só aqui para nós. Se fosse eu, cortava a melena quanto antes.

Sempre um gajo ficava mais descansado…