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sábado, 28 de julho de 2018

Alice goes japanese



A minha filha Alice... decidiu passar a noite a dedicar—se a aprender a escrever o alfabeto japonês.  Puxou do PC do Pai, e pimba!

(Esteve 1 hora nisto... Antes lhe dê para aqui, do que para os malucos dos youtubers! )

Quando já ia algo adiantada, parou... e comentou: isto não é japonês! Afinal, diz aqui que é um oriental!

O que achas, ó prima Catarina Damasceno? Está certo? Leva—la contigo?





O 38º Festival de Folclore de Santo António das Areias (21.07.2018)



O 38° Festival de Folclore de Santo António das Areias, foi um motivo de regozijo, e orgulho. Em tempos massificados, uniformizados, tecnologicamente evoluídos; poder acolher grupos de homens e mulheres, rapazes e raparigas de todo o país, que aqui nos vêm mostrar as suas tradições; é sempre algo notável.

Para mim, que tenho a caçulinha Alice integrada no corpo infantil, envergando o traje que a mãe Fernanda Sobreiro, há 35 anos, utilizava para fazer o mesmo (uma verdadeira relíquia de família), senti—me de tal maneira feliz, que cheguei a questionar—me se seria possível.

Pois logo na eucaristia, à tarde; a Alice leu, pela mão da Esperança Rosado, a oração dos fiéis, e conquistou—me logo ali. Esteve muito concentrada, segura (embora acossada pelos naturais nervos. São 8 anos, e tanta gente à frente...), bem disposta. As modas que dançou, cujo registo deixo aqui para a posteridade, mostraram bem a dedicação, e o empenho que investe nesta empreitada, são realmente muito bem empregues.



Se todos os presentes queriam era ver dançar, cultura e animação, o que não percebo é porque é que teve de haver 20 minutos (!!!) de discursos de diversas entidades envolvidas, numa tremenda feira de vaidades. Desnecessário, digo eu. Mas eu, sou eu, travesso e incómodo q. b., já me conhecem. Este vício... aí!, este feitio! de dizer sempre as verdades... tem que se lhe diga!

Por falar nisso, também não percebo (mas isso é apenas a minha opinião, e por isso, vale o que vale), como é que os ranchos mais distantes, não são os primeiros a atuar; o que, pelo menos, até por uma questão de cortesia, seria o mais sensato.

O 1° rancho adulto (que os pequeninos abriram logo a investida  ) começou com meia hora depois do previsto, e o atraso, foi—se repercutindo, claro!, porque o tempo jamais foi recuperado.









Por muito boa que estivesse a noite, que estava; o nosso rancho, o mais visto e conhecido por todos, terminou perto das 23 horas. Tudo isto para dizer que o espetáculo de folclore do país, o objetivo afinal, para os naturais presentes; começou apenas a essa hora; e este maduro, já cansado por uma jornada longa de fim de semana, que meteu natação pela manhã (os habituais 1.500 metros na Portagem), tempo com os Amigos na esplanada, futebol, eucaristia, e convivio de jantar com a família, estava prestes a terminar com a bela da massa frita, com a minha amiga e companheira.

Pelo que vi, foi bom, tocante, e vibrante; podendo ser ainda mais, se quem organiza (que muito parabenizo pelo feito), tivesse a coragem de limpar, as gorduras de que falei.

Para o ano, seja como for, cá estaremos, se Deus assim o quiser.




















Oxalá assim seja.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Aprender com arte (os grandes pelos nossos meninos)




Texto dedicado a todos os Professores e Professoras com amor à sua arte de ensinar, em particular, à Professora Teresa Reis, à Professora Conceição Mota, e ao Professor Filipe Ferreira.























Uma professora não é uma mãe. Mas uma professora pode ser mais que uma mãe. Uma professora, quando consegue conciliar a aprendizagem com profissionalismo, e amor, transcende-se, e é capaz de ajudar as crianças a projetarem as suas capacidades mais além, e a chegarem onde nunca pensaram. Estas professoras, que estiveram na base deste trabalho hoje exposto no Museu da Tapeçaria de Portalegre – Guy Fino, conseguiram realizar uma proeza, a todos os títulos, notável. Ao ajudarem os mais pequenos a conseguirem recriar os grandes nomes da pintura internacional (Renoir, Monet) e nacional (José de Guimarães), conseguiram mostrar-lhes que também eles, conseguem gerar obras iguais às dos mestres e assim, despertar-lhes uma curiosidade, que só Deus onde poderá ir dar.



A senhora presidente Adelaide Teixeira, nas breves (mas muitíssimo importantes) palavras que proferiu aquando da inauguração da exposição, realçou precisamente essa perspetiva que, quanto a mim, é também a mais importante: ao imitarem, abrem os sentidos, aguçam a capacidade de observar (ver, quando olham), tornam-se mais… crescidos.

O descansado que eu fico, quando deixo a minha filha Alice, o meu segundo tesouro mais precioso na vida, nas mãos destas Senhoras Professoras que já mencionei, como da Professora Vina, como da Professora Guida, como do Professor Filipe Ferreira. Queira Deus que ela na vida, tenha sempre profissionais deste gabarito, a ajudarem-na a crescer.

O meu humilde, sincero, fraterno e caloroso, a todos e todas: BEM HAJAM!