Para quem ama Marvão, a prática desportiva e a Amizade, o dia do Trail Marvão é sempre apoteótico!
Partida! Lagarta! Fugida!!!
Manhã/tarde linda de sol e coisas maravilhosas da vida, poder desfrutar dias assim é um regalo!
Pelas 9h, abençoados pelo nosso incansável Padre Marcelino saíram os duros do Trail, para a mais longa das distâncias (20,30 Km) plenos de dureza e paisagens de cortar a respiração.
Do GDA, o estratega Pedro Vaz; o Presidente Luís Vitorino; o Vice Luís Costa; o nosso Padre Marcelino; e o acólito João Gonçalves; nos instantes antes da partida
Deslocados de autobus municipal até à ponte quinhentista da Portagem, os também firmes e hirtos, mas já não tão afoitos participantes do mini-trail e caminhada, saíram para enfrentar os 10,30 Km, ou a alto trote (os da corrida) ou a marcha rápida, pelas 10h e 20m.
Ora eu, que tenho a honra e o orgulho imenso de continuar a ser o Carro-Vassoura desta fase, fui da Portagem até aos Barros Cardoso / Ponte Velha, atrás das Amigas e Amigos meus vizinhos da APPACDM DE PORTALEGRE, de uma fantástica Responsável e um seu apoiante. Foi uma delícia, ópá, ver como aquela rapaziada se divertia e era feliz! Coisa linda.
egados a essa igreja a meio do percurso, estes meus Amigos, que me impressionaram imenso pela sua destreza, e força de vontade, decidiram terminar a sua colaboração, o que era mais que natural, e regressaram de carrinha.
Nesse momento, o meu querido mano Joao Carlos Anselmo, e a sua filhinha Ritinha, que não nos apanharam na Portagem por escassos minutos, decidiram juntar-se a mim, para fazer a metade do percurso restante, com o compromisso de ali deixarem a viatura, para eu lhes dar boleia no regresso final.
Com a Ritinha e o João... e o rio Sever a correr lá me baixo...
Isto com o compromisso de não haver partes em que teríamos de molhar os pés, porque a pequena, de 8 anos, não estava para aí virada.
Mas houve mesmo essas fases!
E o papá, o pobre, lá teve de amparar a pequena... e de nada valeu eu querer ajudar porque nada o demovia.
Mas se não queria água, no restante percurso, a jovem caminheira impressionou, fosse a descer escarpas enlameadas (onde este que vos escreve bateu 3 bate-cús de estalo), ou a galgar trilhos que mais pareciam paredes de trekking.
De tal forma foi impressionante a prestação da pequena grande Ritinha e papá, que apesar de não estarem inscritos, se juntaram à iniciativa por sua conta e risco, que não vejo outra forma melhor para a felicitar que lhe oferecendo a minha medalha de participação em 2025.
Aos grandes ideólogos desta maravilha do nosso Trail (o mago estratega Pedro Vaz; o sempre em alta José Domingos Felizardo, e o ultra- campeão Nuno Mariquito (nesta edição, 2° classificado da Geral, 2° classificado escalão de Séniores, 1° classificado concelho de Marvão, 2°classificado por Equipas); aos autarcas que tão bem o acarinham (Luis Vitorino e Luís Costa); ao Prof. Nuno Costa; ao Grupo Desportivo Arenense, na pessoa do Presidente Silvestre Andrade que o acalenta e motiva; à UJA personificada no GRANDE Guilherme Máximo, ao fantástico Elisio Diogo que serviu as refeições de forma
, a todas e todos os que contribuíram para mais esta façanha de sucesso
, sobretudo OS PARTICIPANTES... o meus mais sinceros parabéns!
VIVA O TRAIL DE MARVÃO! VIVA MARVÃO! VIVA A GENTE! VIVAAAAAAA!!!!
Com o 1º cliente da noite, Zé Mau Júnior! A coisa prometia!
As fabulosas amigas das corridas do Zé, que combateram a noite dantesca desde Portalegre para se juntarem a nós! Um visual extraordinário,100% "anos 80"! Para mim, saia um óscar já!!!!
Uhhh... ao chegar, vinha o bafo a disco! Saudades... A coisa prometia!
E lá dentro? Beeeemmmmm...
Meu caro, Zé Domingos Felizardo, meu dançarino, tu quiseste isto tudo foi para fazeres justiça (afinal, não és ilustre PSP por acaso!), e nos provares a todos, o brutal dançarino que és! 😍AMOOOOOO... (Olha-me esta foto! 🌟🌟🌟🌟🌟
Aiiiiiiiiiiiiiiiiiii O GRANDE CARDOSÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOO!!!! A CURTIR, CURTIR, A CURTIR!!!!!
Olhaaaaaaa... O PLATANITO!!!! Ai o meu amor...
Dois DJS de sempre, recordando, aqui com o grande Paulo Mota
GRANDE!!!!! (até que nem era muito! :( Mas estava muita bom!)
El Platanito recordando a última ceia de Cristo
E
prontos, pessoal… a esta horas, já toda a gente deve saber, por demais, do sucesso
estrondoso da noite de sábado, n’“A CAVE”. Ai mas que bem correu, graças a
Deus!
Na
sociedade de hoje em dia, em que cada pessoa é um verdadeiro repórter do
quotidiano, desde que munida de um pequeno aparelho (smartphone, a partir de
uma dezenas/centena(s) de euros) capaz de filmar, fotografar, registar e
colocar ao dispor de todo o mundo!!, no preciso instante em que acontece, nada
passa ao acaso de ninguém, desde que assim queira.
Que
sociedade é esta, pergunto-me, que há 23 anos atrás, quando me licenciei em
Comunicação Social, nem sequer conseguir imaginar que fosse possível, quando
mais vivê-la?
Muitos
se disponibilizaram a divulgar em direto a noite “Remember the 80’s” na discoteca
“A CAVE”, que reabriu, muito tempo depois de inativa. Eu, que fui convidado
pelo mentor do evento, o meu amigo José Domingos Felizardo, para o divulgar;
também o fiz, publicando vídeos e fotos em direto da pista de dança, que em
primeiro lugar pretendiam chamar (quem estivesse na dúvida se seria capaz de
vencer a noite fria, escura e chuvosa), mas também permitir a recordação para tempos
e eventos futuros.
Foi
uma noite memorável, que esteve praticamente em direto, via facebook, a maior
rede social dos nossos tempos, pela mão, ou melhor, pelos telemóveis, dos
organizadores, do Dj, dos clientes.
Este
foi um evento que viveu uma dimensão surpreendente e galvanizadora na vida
real, que teve um paralelismo virtual no facebook, funcionando assim a duas
dimensões. O facebook é gratuito, está aberto a todos, tem imensas coisas más,
que não valem um chavelho; mas tem também imensas potencialidades, e eu, como
sempre na minha vida, tento sempre ver e analisar as coisas pelo lado positivo.
Quem quiser ver, conhecer, sentir o boom, que vá lá espreitar na página que
criámos propositadamente para o evento, no meu mural, no do Zé, no do Luís, ou
de qualquer outro ligado à organização.
Aqui,
no meu cantinho, como estive tão felizmente envolvido, gostaria de fazer, o que
não pude fazer lá: o discurso de abertura que nunca chegou a avançar por… falta
de micro! Bem tentámos estabelecer contatos para conseguir arranjar um mas… não
foi possível. No entanto… quando se tem um propósito firme, e objetivos
concretos, não é por perdas acessórias que se perde o rumo. Faltar a música
seria uma coisa, mas não era pela falta de micro para se fazer o discurso, que
viria mal ao mundo.
Claro
que tinha a cábula feita pelo testa de ferro, onde, como podem ver, não faltou
nada!
Teria
de começar por agradecer ao Grupo Desportivo Arenense, na pessoa do Presidente,
o seu cunhado Luís Barradas, impecável como tem sido sempre toda a vida, que nessa
noite atingiu o 46º marco, e apoiou este devaneio desde a 1ª hora. Ia o Verão,
ia Junho, ou Agosto, e o Zé chamou-me à Pastelaria do nosso Chocolate, para me
falar deste seu sonho. O Luís, como sempre, chegou atrasado, sempre sem atender
o telemóvel, mas deu luz verde. Porreiro
pá!
Eu,
conhecendo-me como me conheço, fiz daquilo logo um sonho meu, também! Até
porque este evento, integrado no 40º aniversário do GDA (como a noite de fados
de sábado, por exemplo), fazia mais que todo o sentido.
Claro
que esta festa a acontecer, seria também uma homenagem a todos os Djs que nos
foram dando música ao longo destes milhares de horas, destes anos todos. Eu também
achei que naquele âmbito, seria melhor falar em abstrato, sem personificar,
porque se entrasse nessa, corria-se o risco de deixar alguém para trás, ou de
ser dar ordem de primazia, quando todos eles sabem o valor que tiveram, e isso
seria o menos importante, adaptado à noite de festa.
Por
ser noite de festa, e para que ela se realizasse, foi fundamental o apoio da
UJA, na presença do presidente Guilherme Máximo, que não só apoiou desde a 1ª
hora, como operacionalizou toda a organização. Estiveram muito bem e a eles
agradeço, também.
Teríamos
de fazer um brilharete, a cantar os parabéns ao Presidente aniversariante Luís
Barradas, mas a noite não se propiciou, pela falta do pio, e porque um outro
seu cunhado, o meu querido Leonel, celebérrimo padeiro e industrial na área na
cidade de Portalegre, meu estimado quintalhaço, ofereceu um extraordinário
bolinho que… certamente não chegaria para todos. Assim… estava maravilhoso,
desculpem.
Quanto
a resumir o funcionamento da disco que se seguiria, que ele, perfecionista ao
milímetro, tinha programado, música por música (ao ponto de lhe perguntado: MAS
O QUE É QUE O DJ LÁ VAI FAZER?!?!?), sempre lhe disse: Zé… deixa meter som na
caixa e abana-te!
E
Deus… SE ELE SE ABANOU!!!!! É que lembro-me bem quando era gaiatão, com o seu
irmão Hermínio, e eles eram tudo menos extrovertidos. Antes eram muito metidos
para dentro, muito simples e pouco espalhafatosos. Bem ao contrário dos
gadelhudos lá da Beirã.
Até
tinha um tema de senha para eu entrar no discurso… AHAHAHAHA…
On
a dark desert highway…
Cold
wind in my hair,
Warm
smell of colitas, Rising up to the Air,
Up
ahead in the distance
I
saw a shimering light…
(Recordando
uma atuação minha ao vivo, nas festas da Beirã, para aí há mais de 25 anos
atrás, com os organistas de Veiros, onde diversos amigos que andavam aos
javalis, me ouviram na noite na encosta, e se marcharam para o baile, para curtir
e beber minis frescas.
Ainda
hoje, de cada vez que ouvimos este som, comentamos isto, não é, amigo Tó?
Foi,
como podem ver pelos vídeos, imagens e comentários (faceboook), quão memorável
foi a noite.
Mas
às 3 e pouco, tive de arrear. O corpo… já não aguenta tanto. E só me lembrava
do escárnio da minha filha Alice, de 8 anos, após o espanto que colocou ao
ouvir a minha resposta à pergunta:
-
Vestido a esta horas, pai?!?!? Onde vais?
-
À discoteca.
-
Opá… por favor… tu estás velho! Isso já não é para ti!
Mas
foi! E ainda bem!!!
O
meu muito obrigado a todos e sobretudo, sobretudo ao Zé Luís!
Aquele
pequenelho que era muito bubatana, escrevia poesia sob diversas personagens
imaginárias, se perdia por copinhos de absinto no Martinho da Arcada, ali à
Praça do Comércio; e agora aparece nos cartões de multibanco da CGD, disse um
dia que “Deus quer, o Homem sonha, a obra nasce”. Aqui, se não tivesse sido
este cabeçudense (?!?!? = natural de Cabeçudos), este crânio a querer, a
puxar-nos para lá para dentro e envolver-nos; a divulgar o evento por entre a
sua malta das corridas de Portalegre… Nada disto teria sido possível! Obrigado
miles, Zé!
Tivesse
eu tido o micro, e fazia-te uma chiquelina em plena pista que só davas por ti,
quando estivesses a sair em ombros, que era o que merecias!
Já
viste que já lá estamos a preparar a próxima?!?!?
Sempre
avança a “Last white Christmas Matinée” no dia de Natal?!?!?!?
Anda lá! Deixa-te de merdas, meu!
Meu
velho, por TI, por TODOS OS COMPANHEIROS ENVOLVIDOS que já mencionei: RESPECT!!!
(e há tanta malta que já
disse que só se apercebeu depois, e dava tudo por ter vindo... :( ) Vejam-me os números de visualizações dos vídeos... :0 Para a próxima, temos de mandar partir paredes, e alargar a sala. :P :D