Eu não disse que isto vinha aí? Pena que só peque por tardio...
Se quanto mais cedo forem "apanhados", mais hipóteses há de serem travados e tornados inócuos, esta notícia absolutamente revolucionária, explica como a inteligência artifical pode ser a solução na luta contra o cancro.
Genial!
"Desenvolvido por uma empresa norte-americana de biotecnologia, o teste Galleri identifica o ADN libertado pelas células cancerígenas na corrente sanguínea, permite detetar 50 tipos diferentes de cancro e já está a ser testado no Reino Unido: 🤔🥹👍😁🙏😍❤️
Ópá, o que eu estava à espera de ouvir uma notícia destas!!!!!
Se repararem bem, isto é a descoberta do Santo Graal, o tão procurado, e nunca encontrado cálice da última ceia de Cristo!!!
Já todos ouvimos falar na Inteligência Artificial, e na imensidão infinita de mundos que se podem desenvolver a partir das potencialidades dos computadores, que nós, humanos, soubemos criar. Mas isto?!?!
A Isilda Sanches, radialista que eu venero da rádio que ouço, a Antena 3, desenvolve de segunda a sexta-feira, às 11h40, uma rubrica sempre fantástica denominada "Fricção Cientifica", dedicada à ciência na perspetiva do curioso, que também pode interessar ao especialista.
Tem como fonte, notícias de ciência verdadeiras e fidedignas, e procura dar conta de assuntos sérios e/ou ligeiros, baseando-se sempre em descobertas, estudos, experiências, teorias e tudo o que diga respeito ao fascinante e intrigante universo da ciência.
No passado dia 9 de outubro, saiu-se com esta: Inteligência Artificial deteta doenças, tendo por base um estudo publicado na Nature Communications, que apresentou Dolphin, um sistema que deteta marcadores de doenças em células individuais?!?!?!
Todos nós sabemos que o cancro é das doenças mais mortíferas, e o principal responsável pelo maior número de mortes, a par das doenças cardio-vasculares.
Ora, nós sabemos que o cancro não é mais que o crescimento anormal de células, que passam a propagar-se de forma desregulada, até que promovem o colapso e a falência do organismo onde se realiza.
Sendo assim, o sistema que foi desenvolvido agora, o Dolphin, permite fazer ao corpo um scanner que deteta os pontos mais fracos ou falíveis, e despistar um potencial "ninho de cancro" antes dele se formar!
EUREKA!!!!!
Querem ver que qualquer dia, já não vão crianças, jovens, homens ou mulheres na flor da idade, antes do tempo, e só se morre quando se estiver podre de velho e os órgãos já não derem mais?!?!?!
Quando ouvimos que há uma relação entre a COVID 19 e o cancro... todos somos imediatamente levados a franzir o semblante, certo?
Contudo, ouvindo a rubrica "Fricção Científica - notícias da ciência que desafiam a imaginação", da Isilda Sanches, naquela que é para mim, atualmente e já de há muito tempo atrás, a rádio nacional de eleição, a Antena 3 (longe das playlists e com programas de autor) percebemos que é o contrário!
Não acreditam? 😳
Já ouviram falar no Jounal of Clinical Investigation? Pois por ele soubemos que durante a COVID 19 foi estimulado um grupo especial de células imunitárias que entram na corrente sanguínea e crescem à volta dos tumores, algo que as outras células imunitárias comuns não consegue. Estas células combatentes, os "monócitos não clássicos induzíveis", foram observadas a atacar as células cancerígenas, o que levou a concluir que as células estimuladas pelo SARS-CoV-2 são potenciais células anti-cancro.
Ainda há muitos estudos a fazer, em muitos ambientes até se poder afirmar com segurança que esta é a descoberta do Santo Graal da medicina, mas é sem dúvida alguma, uma esperança, e uma janela que se abre. ☺️
Um oficio que se dirige à minha pessoa como Prezado... deculpem... (estou emocionado), é logo de se lhe tirar o chapéu!
Epá, eu sei, e compreendo!
Quem costumava passar por aqui, pelo
meu blogue, certamente pensará que não estou bom, que me desleixei, que já não
quero saber disto, nem da internet.
Não é, de todo verdade, garanto-vos,
mas, como toda a gente, tenho fases.
Nunca ninguém me pagou para fazer
isto. Fi-lo apenas pelo meu puro prazer de escrever, de passar cá para fora o
que me vai na mona, mas agora estou numa fase… ZEN, chamemos-lhe assim.
Não sei quanto tempo mais durará.
Até pode demorar, como… acabar já a seguir. Mas, por enquanto, sinto-me
confortável, desta forma, e é assim que quero continuar: sem isto, nem redes
sociais.
Tenho tido muito mais tempo para
mim, para fazer as minhas coisas, para ver, para ler, para estar comigo e com
os meus, que isto é coisa para consumir muitas horas, o que é que pensam?
Apenas interrompo o interregno
porque… lembram-se da reclamação que escrevi no hospital, quando recorri às
urgências por motivo dos problemas no olho esquerdo, e passei lá um dia inteiro
a penar?!?
Agora recebi uma comunicação do
Presidente do Conselho de Administração da ULSNA, EPE, que “compreende o direito e o conteúdo” da
exposição, que “agradece” a
manifestação do meu sentir porque isso os ajuda a identificar os problemas, e
os orienta no sentido de “corrigir o que
não está bem”!
E mais, o Diretor do Serviço de
Urgências, disse que… (vocês podem ler! J): o vosso Tio Sabi tem razão porque deveria logo
ter sido levado para Évora, em vez de ter ficado ali todo o santo dia a secar,
cheio de mazelas, aborrecimentos e insatisfações,
Admitiu que “a falha foi do Dr. António González”, “lamento(u) imenso a situação” e, melhor ainda!!!!, garantiu que “o colega foi novamente informado do
procedimento correto para evitar eventual falha que é um enorme risco para a
saúde do doente”, e termina de forma, para mim, apoteótica: “Aproveitamos desde já para pedir as nossas
sinceras desculpas pelo sucedido” e…
TTTTTRRRRRRRRRRAAAAAAAAAAAAAMMMMMMMMMMMMMM -
TAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAM!: “faremos
tudo quanto possível para melhorar estes constrangimentos!!!!”
Para culminar, a jóia da coroa: “Lamenta-se o constrangimento e a imagem
menos positiva que a ULSNA, E.P.E., causou.”
Por isso, maltucha, quando
tiverem qualquer cena que vos aborreça, não vão apenas e só para os cafés dizer
mal, até porque se a vossa audiência forem os homens que lá estão, parceiros de
copos e tal, a malta está mais preocupada é em saber qual será o petisco, ou
quem irá mandar vir a próxima rodada, que ouvir-vos com atenção! Reclamem nos
sítios certos, camandro!!!!!
Só assim as nossas vozes podem
chegar ao céu! Estão a ver, não estão?
Bem (respiro fundo), não sei como
vocês estão ao ler isto, mas eu… estão a ver o Freddie Mercury vestido com a
coroa da rainha de Inglaterra, de tronco nú, com calcas brancas de lycra com
uma fitinha, botas ténis da Adidas, a desfilar no palco em Wembley, frente à
multidão embevecida?
Isso!
Eu quero dedicar este prémio à
minha família, e aos meus amigos que sempre acreditaram em mim.
Estou muito comovido.
Continuo a ser tratado pelo Dr.
Eugénio Leite, de Coimbra, que é uma jóia.
Meto gotas duas vezes ao dia, mas
tenho fé que vou ficar bom.
Nada de supositórios.
Muito obrigado aos meus queridos
leitores. Desculpem o período sabático e compreendam, por favor.
É
incrível porque o meu blogue, por mais tempo que esteja inativo, por mais
distante que esteja dos tempos tórridos de publicação já passados, estará
sempre atual, sempre aqui, e quando é necessário, vem ver de mim.
Não
sou eu que o procuro. É ele que diz: presente!
Ontem,
por mais que quisesse escrever e dar voz ao que me aconteceu, estava de tal
forma desgastado, que não era capaz de escrever uma linha que fosse. E
acreditem que tentei.
Contudo,
hoje vou fazê-lo!
Faço-o
porque importa que ganhemos consciência de que reclamar é importante, porque
assim, o meu exemplo, talvez tenha força de mobilizar os meus pares, e os consiga
motivar a proceder de forma igual;
Faço-o
porque urge que honremos os tantos que morreram antes de 74 (quando a ditadura
nos oprimia e cerceava), em ações bem, e mal sucedidas, mas que tiveram a
coragem de lutar pela nossa liberdade, para que com educação e respeito,
possamos dizer hoje tudo aquilo o que achamos justo;
Faço-o
porque importa que quem está nos cargos decisórios, é OBRIGADO a ter respeito
pelos que estão a ser servido por si, ou estão num patamar social inferior, mas
com isso não deixam de ser menos gente, e têm todo o direito de ser respeitados
como eles próprios devem ser;
Faço-o
porque é importante que a justiça, e o respeito sejam palavras de ordem que devem
atravessar toda a nossa sociedade;
Faço-o
porque nenhum ser humano, por mais importância que tenha, deve tratar o seu
igual de forma displicente!
Ontem
acordei com uma dor intensa no olho esquerdo, que me tem dado alguns problemas nos
últimos meses (talvez no último ano, mesmo). Depois de já ter sido visto por
diversos especialistas da área, numa ladaínha pela saúde, em Badajoz, em
Portalegre, em Elvas, em Castelo Branco… conseguiram chegar à conclusão que o
problema é uma UVEÍTE HIPERTENSIVA DE FUCHS, que é um nome muito pomposo para
uma cena bem chata, e que traduzido em poucas palavras, resulta no facto de ter
um olho de cada cor (esquerdo: azul; direito: verde, que foi coisa que me deu
muito jeito no passado com as miúdas (Ahhhhhhhh… tens um olho de cada cor…
Posso ver de perto? BEIJINHO!), mas que se transformou num presente envenenado
nestes últimos tempos.
Liguei
para a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) que me abriu os portões das
urgências de Portalegre, e para lá fui encaminhado pela assistente telefónica.
Não querendo aceitar as diversas ofertas de acompanhamento que graças a Deus
tive, até mais porque sabia que era capaz de ir sozinho, e antevi logo o
cenário de horror que muito provavelmente iri ser o meu dia, lá fui.
Ali
chegado, a menina das urgências de serviço a essa hora (8.27h), uma pequenelha
rechonchuda de óculos, fez o favor de me dizer que o médico apenas iniciaria as
consultas às duas horas, sem sequer antes me ter enviado para a triagem, e indicado
alguém que pudesse avaliar a situação de urgência que me levou ali. Excelente
profissional, de facto!
Porque
fiz pressão em ficar (até mais por não ter compreensão, e não conseguir
conduzir de volta naquele estado), e ser visto por alguém que me pudesse
realizar um diagnóstico correto, fui vito por uma enfermeira que me atribuiu
uma pulseira amarela, e um médico que decidiu que seria visto pelo seu colega
oftalmologista nas consultas depois das duas horas da tarde. Assim, sem mais.
Mandou-me levar uma injeção na veia para tirar a dor, e esperar... 1 hora + 1 hora + 1 hora + 1 hora + 1 hora...
Aguardei
pacientemente num cadeirão, muitas vezes de olhos fechados, mas por vezes também
tentando saber mais no telemóvel sobre a enfermidade que me afligia. Antes da
hora de almoço, procurei comer algo no bar, e encontrei uma querida amiga dos
tempos de fisioterapia depois do acidente que tive em 2011, que não só me levou
a visitar os enfermeiros que tanto me ajudaram, e gostaram tanto de rever,
apear da debilidade do meu estado de ontem; como me aconselharam a comer no
refeitório do hospital, muito mais económico, e muito agradável, por sinal.
5,90€ Bem bom!
Quando
pelas duas horas fui à procura do oftalmologista, pedindo ajuda aos seguranças,
porque ninguém antes me tinha indicado o local, apesar de eu, obviamente, o ter
solicitado, descobri pelo médico de serviço que o meu nome não constava da
listagem dos pacientes a serem observados, provavelmente por um erro de
encaminhamento do médico da triagem. Este novo erro esteve na origem de mais
uma série de peripécias, e movimentações até ao local onde tinha realizado a
inscrição, que davam para mais duas páginas de texto, que evitarei porque para
maçadas… já bem bastou!
Quando
o médico me viu, já depois das 18 horas, disse-me mais ou menos o que eu sabia
e já esperava, e receitou-me os medicamentos similares aos que já me tinham
receitado.
Mas
fez mais; disse que o seu colega que me triou, em vez de ter cometido a
insensatez de me ter feito esperar 9 horas, e me ter drogado sem resolver nada
do problema, me deveria ter enviado imediatamente para o Hospital de Évora,
onde está um Oftalmologista de serviço!
Até um leigo compreende porque se tratava de uma urgência! Daaaaahhhhhh...
Apenas
confirmou aquilo que já tinha pensado fazer a seguir, de pé, no balcão das
urgências, porque nem sequer me providenciaram
um local sentado para escrever, apesar de estar lá uma mesa, e uma cadeira
vagas, que me foram negadas… por serem do segurança, que não estava lá!!!!
Muito
provavelmente ir-se-ão proteger mutuamente, como os lobos nas alcateias, mas pelo
menos, serenei a consciência.
Que,
como em tudo, seja o que Deus quiser. Mas oxalá lhes sirva de puxão de orelhas,
e de exemplo aos demais,
Não
reclamem nos cafés. Reclamem no sítio certo! Não tenham medo!!!!! Esses tempos
já lá vão!!! Medo de quê?!?!?!?
O
que sucedeu foi que estava o vosso Tio Sabi prestes a meter qualquer coisinha
no bucho, de forma a dar continuidade à sua jornada diária contínua de trabalho
(de portas abertas até às 15h, fora o trabalho em back-office depois), para que
não desfalecesse com fraqueza aos pés de um contribuinte qualquer; quando
espreitou as notícias e se deparou com o seu concelho, mais precisamente, com a
sua terra no ar, no seu canal favorito!
“Eh,
Lecas!!!!!!!” E isto?, perguntou-se.
Pois
que há para aí um ou outro caso de covid registado, já eu sabia, que nesta
nossa santa terrinha chega sempre tudo com natural atraso. Também já sabia que
a porra do efeito “bola de neve” funciona mesmo neste tipo de chatices,
sobretudo quando se chega às crianças mais pequeninas, que metem tudo na
boquita e querem lá saber, ou compreendem, essa porra das distâncias!
Agora,
ir daí para quase que abrir o noticiário da SIC, ainda por cima sem o “nosso”
repórter de estimação (Hugo Alcântara), foi assim mesmo uma cena de espanto! Se
fosse na CM TV, que anda sempre por aí em cada esquina a farejar sangue e
desgraça, ainda se compreendia, mas ali…
Olhem,
o que eu achei é que “sim, o caso é mau, é grave, e todos os cuidados são poucos
para se combater esta terrível pandemia, mas se tivermos todos os naturais
cuidados (usarmos máscara, mantivermos as distâncias, evitarmos o contato, higienizarmos
com frequência as mãos), somos capazes de nos aguentarmos até uns cientistas marados
quaisquer descobrirem a porra da vacina.
Atendendo
aos números absolutamente avassaladores de vítimas, sobretudo as mortais no
mundo inteiro (https://www.rtp.pt/noticias/mundo/a-evolucao-da-covid-19-no-mundo_i1213866)
e em Portugal (https://www.rtp.pt/noticias/pais/a-evolucao-da-covid-19-em-portugal_i1213879),
tenho de dizer que nunca eu esperei na minha vida ter de enfrentar uma guerra
tão silenciosa, tão inesperada, tao brusca. Mas esta pandemia, esta gripe, sob
a qual diversas vezes já escrevi aqui, que quanto a mim tem contornos tão
estranhos que dificilmente me conseguem fazer acreditar que teve origem
natural, ainda vai dar muito que falar.
O caos no mundo
E em Portugal
Oxalá
este surto de Marvão seja extinto com brevidade, com celeridade, com eficácia,
e passe depressa, porque era o que mais faltava era nem sequer podermos sair à
rua descansados, para frequentarmos os nossos sítios de culto, onde somos habitués
e nos fazem tanta falta! Que stress, meu!
Pois
eu não podia deixar passar este momento algo bizarro, em que saltámos para o
centro dos holofotes não pelas razões naturais, ligadas ao nosso belíssimo e
riquíssimo património histórico/cultural/gastronómico/turístico, mas antes por
andarmos agora, a cavar trincheiras para fazermos frente a este tão letal
quanto invisível, silencioso e traiçoeiro inimigo.
Para
terminar, deixo a reportagem (da hora de almoço, que foi maior que a versão da
noite) para que vejam e analisem com os vossos próprios olhos, o que sucedeu.
Não posso terminar sem parabenizar os nossos interlocutores que estiveram todos muito
bem, muito calmos, muito serenos, muito compassados a falar, ao ponto de até
sentirmos orgulho pela imagem que deram de nós. Olhem, bem hajam, malta! Foi
porreiro, pá!
Quanto
ao resto, tudo isto permanecerá a ser para mim, uma tremenda dúvida, e um
turbilhão de incógnitas: como é que para uns, tudo não passa de um simples
resfriado, por vezes até assintomático; quando para outros é um mal avassalador
e devastador que tudo muda, como se se tratasse de um comboio em chamas louco desgovernado
que desce pela encosta gelada abaixo, e esbarra de frente com eles para nunca os
deixar iguais, alguns diminuídos para o resto da vida, sem capacidade, nem resistência
pulmonar.
A
nossa reação, desta sociedade tão moderna, preparada e evoluída, perante este
desconhecido, foi recuarmos todos para a casa, como os nossos antepassados
fizeram quando se anichavam nas cavernas, às escuras, para assim conseguirem fugir com vida
dos predadores gigantes de outrora.
E
este nosso mundo tão avançado tecnologicamente, que assistiu incapaz e
impotente, à forma como valas comuns eram abertas nas grandes metrópoles do
globo, do Rio de Janeiro a Nova Iorque, nunca mais será o mesmo, porque apanhou
um susto que nunca mais o deixará igual, enquanto espera (e teme!) pela próxima
desgraça.
Enquanto
isso, aquela barbaridade loura que lidera os americanos, a tal que se passeia
como se tivesse um esquilo morto na cabeça, vangloria-se por ter vencido a
doença, graças às drogas que aconselhava todos a tomarem (hidroxicloroquina?!? Lixívia?!?), querendo assim conquistar
uma população que tem tanto de estúpida como corajosa, e provavelmente lhe vai
entregar o cetro outra vez.
Adensa-se
assim ainda mais em mim, a incerteza perante um mal que se de umas vezes, como
esta, parece que nem passou pela pessoa; de outras, enche as morgues,
os cemitérios e os crematórios, por dizimar tanto os que estavam já debilitados
por uma doença crónica; como alguns até jovens e atléticos, que caem na cama e
de lá não mais regressam.
Paciência,
cuidado, serenidade e sensatez devem agora nortear os nossos passos, e hábitos
como nunca antes, para que consigamos todos sair daqui.
Durante
o dia, trabalho, depois estudo, e à tardinha, como não tenho o meu “Cheers,
aquele bar” aberto (leia-se Pastelaria Caldeira), venho aqui, ao cimo do
miradouro de Santo António das Areias, a escassos metros da minha casa, (talvez
seja a descoberta mais fantástica desta pandemia, que percorro sempre com o cão
após o almoço, e à tarde) perante este cenário absolutamente magnífico, que é o
meu: beber uma cerveja Sagres média, e fumar um cigarro orgânico enrolado com
mortalha e filtro vegetal (único do dia, porque o meu amigo Vítor Arnelas me
explicou que é muito mau), que me sabe A OURO! Recarrega baterias!!!
Na
passada quarta-feira fez um mês que estou retido em casa...
Um
mês.
Há
qualquer coisa de tão estranho em todo este fenómeno covid 19, que acho
sinceramente que ainda ninguém está capaz de aferir ao certo, o impacto que
tudo isto está a ter na nossa vida.
Um
mês a trabalhar remotamente a partir de casa, um mês… fechado em casa. Um mês
inteiro sem estar nos meus espaços, no serviço, com os meus amigos, a conviver,
a descomprimir… um mês retido.
Graças
a Deus tenho estado com quem eu mais quero no mundo mas, esta coabitação, nem
sempre, como é óbvio, e seria de esperar, tem sido a mais perfeita e angelical
das partilhas de um espaço comum. Teoricamente, será um pai, a esposa e as duas
filhinhas. Na realidade, é um homem e três fêmeas... 3 mulheres... 3 gaijas, que
têm uma forma muito própria e particular de pensar. À mínima “ofensiva”,
defendem-se em bloco, e reagrupam-se como as gladiadoras em pleno circo de
Roma, para aniquilarem a oposição que lhes faz frente.
As
filhas têm tido aulas (através da televisão, ou de um computador), a esposa tem
trabalhado (através de um pc ou de um telefone), eu tenho trabalhado (através
do pc e muito através de quem tem o meu contato e me chama, me tecla, ou me
apanha na rua e pede o meu apoio), mas… é tudo tão diferente que… nem sei
explicar.
"Casa"?!?!? Engraçadinha... a setôra...
Certamente
também elas sentirão falta dos seus colegas, dos seus amigos, dos seus pares, e
as pessoas, por muito que se amem, precisam do seu espaço, precisam de variar
os contatos, precisam de respirar lá fora. Tenho saudades de termos saudades
uns dos outros, e de queremos chegar a casa. Aquela sensação do dia feito, e do
guerreiro que chega ao seu espaço para descansar, baixar as armaduras e as
armas, e estar em paz, é dos sentimentos dos quais sinto mais falta.
Como
muita gente daqui, temo-nos abastecido mais do que nunca nos pontos locais cá
da terra, que prestaram um serviço absolutamente fundamental durante a
pandemia, mas nesta semana fui a Portalegre, como um labrego quando vai à
cidade tirar sortes! Parecia que nem o caminho conhecia já!
Lá
chegado, estava tudo muito bem organizado, preparado para enfrentar esta nova
realidade.
Para
mim, o mundo está estranho, e as pessoas podem dividir-se em 3 tipos:
A
– As que percebem que têm de lidar com isto, se resignam, cumprem o
estabelecido, mas não conseguem deixar de se sentir incómodas com a liberdade
que lhes é sonegada;
B
-As que até parece que gostam e se
recriam com esta nova forma de existir, exibindo as mascarilhas, fazendo show
off enquanto se besuntam com álcool gel sempre que apanham um;
C
– As que lidam com tudo como se tudo isto fosse a coisa mais natural do mundo,
com um transtorno praticamente indelével.
Perante
o já exposto, já viram para onde vou de cabeça.
No
Modelo, que agora é Continente, e foi onde fomos porque calhou, uma vez que
todos os outros hipers também são bons, e cada um tem as suas vantagens que o
torna diferente dos demais, senti-me muitas vezes como se estivesse num
pesadelo, ou num filme de ficção científica, com as pessoas todas com um ar
alucinado que creio está muito relacionado com o facto de não se ver a boca. Eu
sabia da importância de se verem os olhos, claro, que também falam, mas nunca
pensei que ver-se a boca tinha uma importância tão grande na fisionomia, e na
expressão de uma pessoa.
Passando
entre as prateleiras parecia que estava a bordo da “Imperial Star Destroyer” do
“Star Wars”, com toda a gente a viver assim uma trip marada, onde reconheci,
mas não falei à muito simpática arquiteta Ana Pestana, sempre só com um beijo!
(porque não me reconheceu a mim, armado em mascarilha com a máscara de ganga
hand made by Fernanda Cristina), nem ao meu ex-colega da Autoridade Tributária
e hoje deputado Cristóvão Crespo (que não me falaria mesmo que eu fosse a descoberto,
porque só falava quando não era deputado e era só colega. Agora é deputado da
nação, importante, pois).
É
estranhíssima aquela sensação de se ter de estar tapado. Falta o ar, sufoca, tira
a alegria. Custa-me imenso.
eu...a ver de manteiga...
À
medida que nos vamos apercebendo que este tsunami, não chegará cá com a força
com que todos tememos que poderia ter no início, sobretudo quando vimos a
dantesca destruição em Itália, Espanha, e agora Inglaterra e Rússia, não me
canso de felicitar a forma feliz como António Costa, soube gerir a orquestra
que teve uma prestação absolutamente notável. Nem parece que este foi o mesmo
homem que esteve à frente da jangada esta, aquando dos fatídicos incêndios de
2017.
Foi
bom aluno. Aprendeu a lição.
De
elogiar também, como não?, está o pessoal da linha da frente da saúde, que…
completamente exaustos, com horas e horas de combate ininterrupto,rostos marcados pelas máscaras, a viverem
sós, longe das famílias; foram absolutamente determinantes nesta tremenda
guerra.
Depois,
acho sinceramente que o que nos safou mesmo foi termos tido estes exemplos tão
maus e gravosos antes de nós, que nos fizeram abrir a pestana. Os italianos,
latinos, borrifaram-se para a cena quando apareceu e quilharam-se.
Estão
a imaginar um bar em Espanha antes do jantar, a promiscuidade de espaços, a
proximidade entre as pessoas, e o vírus por ali fora a lavrar, entre cañas e
cigarrillos, como os fogos?
E
um pub em Inglaterra, à noite, com tudo grosso?!?!?!? Ah... pois é, bébé! Foi
fartar vilanagem!
Nós…
comedidos, cautelosos, fechámos escolas, mandámos trabalhadores para casa,
metemos as empresas em lay-off… fizemos quase tudo bem, porque… há sempre
algumas falhas, e a perfeição é aqui impossível de atingir.
Agora,
ainda há muito pela frente para reaprender, até que possamos voltar à
normalidade que… nunca mais será a mesma, convenhamos. Ou esta “guerra” das
nações pela vacina, que mete israelitas e russos, americanos e ingleses, sem
esquecer os chineses, que parece que são as nações que estão na pole position;
dá frutos depressa, ou o medo que o arrefecimento depois do Verão traga tudo de
volta, não nos vai deixar descansar.
E
como vão ser estas férias? E como vão ser as nossas festarolas? E como vão ser
as nossas praias (chuinfff!!!), a nossa piscina municipal (que remédio…pelo
menos!)? E os nossos restaurantes? E o meu Choca?!?!?!?!? (que me disse agora,
quando lá fui pagar a décima da coleta do euromilhões, que vai fazer no dia 12?
2 meses que fechou as portas… 2 MESES?!?!?!?!?!?!?!? JÁ ESTOU HÁ TANTO TEMPO
SEM UMA MARAVILHOSA?!?!?!!? Quando voltar, eu acho que… pelo menos, uma por
cada dia… seria o justo. Teria era de arranjar era alguém que me viesse cá a
casa no dumper da junta. Nem 15, quanto mais, para além de 60?!?!?!?!?
Para
casa não, que elas não me haveriam de querer cá. Olha, que me levassem assim
para um armazém onde pudesse ficar a destilar em paz.
AAAAAaaaarrrrrgghhhhhhhhh... faleci! O meu reino por uma, agora... O fresquinho a passar nas goelas... as bolhinhas... o bater no estômago... tum!! Saudades imensas...
Eu
que vivi tanto tempo longe da igreja, e que regressei depois de um curso de
cristandade onde redescobri esse meu lado interior, sou agora, desde que
começou a pandemia, assíduo das missas ao domingo, a partir da basílica do Cristo
Rei, na RTP 1. Nunca pensei que pudesse vir a sentir tantas saudades das
celebrações, e homílias do nosso amigo Padre Marcelino, das quais sempre gostei
tanto. Quando se redescobre o prazer de conseguir pensar que tudo isto (da
vida) poderá ter um sentido e não acabar aqui, nem se consegue lembrar da falta
que isso lhe fazia quando nem sequer pensava nisso.
Faço
as minhas orações, todas as noites, todas as manhãs, e peço por todos, mas
muito pelos que estão a sofrer, pelos que estão a lutar, para que os que já não
conseguem voltar, possam partir de vez; e para que os que ainda conseguem
regressar, que tenham a bênção de o
conseguirem fazer.
Nunca
pensei estar tanto tempo sem ver a minha tia Cremilde, mas sei que está
protegida por uma estratégia muito inteligente e cuidadosa da Santa Casa da
Misericórdia de Marvão, que colocando o pessoal por turnos e de quarentena,
conseguem zelar pelo melhor de quem protegem. Se Deus quiser, hei-de vê-la
depressa.
(nota do Tio Sabi, o vosso escriba: esta publicação foi muito elaborada, trabalhosa, e contém profusa informação que convém ser aproveitada, porque o assunto é sério, e só não tem consciência que os nossos tempos estão a mudar, quem também olhou para o 11 de Setembro e achou que aquilo dos aviões irem contra os prédios, os tontos, foi apenas um azar. Aconselho vivamente a visualização da entrevista ao Dr. Fernando Maltez, que estando à frente do Hospital Curry Cabral, está a comandar as operações no olho do furação. Tudo, como sempre, gratuito e a pensar em vocês, meus fiéis leitores. Forte abraço e que a sorte vos proteja. A todos nós)
Centros lúdicos de grande espetacularidade transformados, de um dia para o outro... em hospitais e... morgues gigantes
Essa dor dilacerante de um nem sequer poder abraçar os seus entes queridos, na partida de outro que já foi
Tenho
de começar por dizer que estamos todos, repito, todos a viver um pesadelo
tremendo, que revira por completo tudo aquilo que tomávamos por certo,
garantido, intocável, e… encharcado de suor nos lençóis, exaspero porque nunca mais
toca a porra da campainha para que possa ir mijar!
Nunca
tinha visto isto e pensava que nunca haveria de o viver. Parece que o mundo
está em suspenso e foi tirado do seu eixo habitual! Só dá isto nas notícias,
não se vê ninguém nas ruas, tudo parou.
Bem
sei, e insistem que não é um vírus criado por mão terrorista, num bunker
qualquer escondido nessas zonas do globo, que vivem numa paranóia de exterminar
o nosso modo de vida, ocidental, civilizado, mas de verdade que é só o que
parece. Só falta o vírus transmitir-se mesmo pelo dinheiro para… isto ser tudo de
certeza, uma obra maquiavélica para exterminar a nossa forma de viver.
Nem
os fins de semana antes deste verdadeiro tsunami de medo, que eram
habitualmente dias tranquilos, desafogados, para se estar com a família e os amigos,
a fazer aquilo que mais gostamos (desporto, imperiais e futebol, escrever e ver
filmes, séries e documentários); deixamos de ter esta nuvem de suspeição
invisível que paira sobre nós, que nos ameaça, nos sufoca, pesa sobre a
passagem dos minutos. Já devo ter “ouvido” esta imagem algures, mas a verdade é
que sinto como se estivéssemos, num mergulho forçado num túnel que ninguém sabe
quando terá fim à vista, ou sequer se o terá, um dia.
Falo
com amigos comerciantes cá da terra, e em jeito de abertura de conversa,
deixo-os sempre falar. “E esta merda?”, pergunto eu, seja à porta da sua loja,
ou perto da carrinha onde habitualmente mantêm os seus negócios.
Eles…
carregam a cara, fazem uma careta, metem a língua de fora, deixam cair a cabeça
e dizem que não, enquanto deixam fugir um “isto está a ser terrível!” entre os
dentes. Lamentam que as pessoas deixaram de lhe comprar o seu produto porque
fecharam, outro teve de mandar fechar todas as suas lojas porque… as pessoas,
pura a simplesmente deixaram de ir lá, e as funcionárias estavam amedrontadas,
em stress, sem nada para fazer…
O
mal é geral. Assisto a uma reportagem sobre as estufas do Algarve e… não há
palavras porque… está lá tudo dito.
Nasci
em democracia, num mundo de comodidades, e tenho levado a minha vida toda a
pensar que poderei chegar a velho. Sempre imaginei isso mesmo, o Sabi idoso,
sem cabelos brancos porque já não os tem, mas capaz de se reformar e andar a
passear os netos pela mão. Agora, da maneira que as coisas estão, o mais certo
é termos de andar de bengala a trabalhar até que caíamos redondos sobre o balcão,
e esta do novo corona vírus, vem baralhar tudo. Pergunto mais: e será que
poderá ter mutações? Novas vidas? Atrás desta versão, poderão vir mais?!?!?
Se
um indivíduo pratica uma alimentação cuidada e sem excessos, se não os tem
habitualmente, seja de que ordem for, se pratica exercício e leva uma vida
realizada, feliz com a família, pode não ter assim uma segurança tão grande em
que tudo correrá bem.
Do
nada, aparece-me esta barraca e… já foste!
Agora, até mesmo
os que não tinham o hábito de acompanhar diariamente a comunicação social, não perdem
as últimas desta vaga avassaladora, colados ao ecrã, e tremem por constatar que
o que devastou a Itália, lá semeou o medo, o pânico e a morte; continua a vir
pela Europa abaixo, como se de uma mancha de petróleo se tratasse. Neste
momento, esta pandemia arrasa Espanha, e hoje, dia 25 de Março de 2020, registou
ali 3.434 mortes, tendo-se transformado no segundo
país com mais mortes, apenas superado pelo drama vivido em Itália, onde se contabilizam
mais de 6.800. Por cá, no cantinho à beira-mar plantado,
dizem-nos que o pico poderá chegar em Abril. Será?!? E até lá?!?!?
Eu
próprio, que não me considero dos mais desinformados, parece-me muitas vezes
que já não sei bem para onde eu, e os meus, nos havemos de virar. Felizmente, o
Alentejo tem continuado a resistir heroicamente a esta intempérie de desgraça,
quase como os gauleses resistiram aos romanos, mas…
Por
aqui… resguardados, mas sempre preocupado com os meus mais queridos que vivem
em cidades, e estão mais em contato com pessoas, ajuntamentos, e infeções.
Tento
reunir a maior informação possível, muita da qual, difundo aqui (se puderem,
não deixem de ver esta belíssima e muito clarificadora entrevista, a um dos
homens da frente de combate, o Dr. Fernando Maltez, responsável pelas doenças
infeciosas do hospital Curry Cabral. É uma hora que vale muito a pena!), e o
folheto da Direção Geral da Saúde.
Vivi
muito tempo a pensar que para que houvesse contágio, teria de existir contato
direto com gotículas expelidas por uma pessoa infetada através de um espirro,
ou “gafanhotos”, que entrasse no corpo do novo rector pelos olhos, nariz, ou
boca. Pensei por isso que para ficar livre da doença, bastaria a distância
mínima de segurança de uma pessoas infetada (metro e meio/dois metros), evitar
espaços com muita gente, que favorecessem a proliferação do vírus (idas às
praias aos primeiros calores, e grandes saídas noturnas foi mesmo uma
ultra-mega-burrice à tuga); evitar partilhar objetos com sinistrados
(teclados/telemóveis/beijos e apertos de mão… todo o contato físico, afinal),
mas agora… um vírus que aguenta 8 dias num ambiente hostil?!?!? O
grandessíssimo filha da puta!!!
Com
a atual razia em Itália (que guerra desgraçada!!!), em Espanha, na Alemanha, no
Reino Unido, nos Estados Unidos do louco com o cabelo amarelo, nas praias do
maluco do capitão brazuca, enfim, à escala planetária!, e a força que vem a
descer por aí abaixo, que faz com que as previsibilidades apontem para o auge
do flagelo no nosso país em Abril. JÁ NÃO SEI ONDE É QUE ME HEI-DE
ENFIAR!!!!!!!!!!!AAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHH
Parece
que já é muito comum que haja quem não entre em casa com os sapatos que usa na
rua, porque pode ser um veículo transmissor. Quem está por dentro da matéria,
já me fala em meter a lavar a roupa que se usa lá fora (quando se vai passear o
cão, ou trabalhar, como eu faço, ainda que seja de porta fechada, em
backoffice) assim que se entra em casa; que, em vez de se tomar banhinho de
manhã, se faça assim que se regressa, e POOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOORRRRRRRRRRRRRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!
Quando
era mais puto, era muito mais hipocondríaco e abrasado! Estou com medo que esta
fobia me dê um amoke passe a andar
feito queimado, maluquinho das limpezas. Começam-me a falar nisto, e todo eu
sou comichões e formigas imaginárias a andarem em correria nas costas! No outro
dia até me fui despir à casa de banho lá do serviço só para ver ser eram de
verdade! Opá, não se brincam com coisas sérias que o homem... sofre!!!
Se
me ponho a lavar as mãos à vontadinha… quando for renovar o cartão do cidadão
aos colegas da Conservatória… tenho de pedir o dedo emprestado a um, para fazer
a impressão digital.
Dos
líderes do grande mundo, para além do meu amigo Marcelo que ainda é pior que
eu, que certamente já fez uma ronda de inauguração pelos hospitais de campanha,
que foram propositadamente criados, só para fazer um teste em cada um; destaco
o pequanelho Macron que grita “nous sommes en guerre”; o convencido do Trump,
que respondendo aos jornalistas classificou a sua posição perante o infortúnio
com um 10; e sobretudo a Angela Merkel, a Dona da Europa que com um nível
impressionante, catalogou a presente guerra como a maior desde a segunda
mundial, a tal em que o mundo todo se uniu aos americanos e aos russos, para
bater nos seus ascendentes.
Oxalá
esta também a ganhemos!
- Aí ó presidentxi! Aqui u capitãu não tem mêdu dessi vírus não, hein?!? Eu tenhu um físicu trabalhadu, e si me péga, tudo não passará di um resfriadu!
- I'm sure of that. I rate myself a 10/10 dealing with this China Stuff
Tenho
de aqui, publicamente, manifestar TODA A MINHA ADMIRAÇÃO E PROFUNDO
AGRADECIMENTO A TODOS OS SOLDADOS DA FRENTE MÉDICA QUE LUTAM A NOSSO LADO, E
TÊM SIDO VERDADEIRAMENTE IMPRESSIONANTES! Têm feito um esforço sobrenatural,
sobrecarregados de horas e mais horas, colocando a sua própria vida em risco, e
comovendo por nunca baixarem os braços.
Aqueles
e aquelas que regressaram às funções depois de aposentados, os que chegaram a
abandonar os cargos que ocupam atualmente, como o Dr. Varandas, Presidente do
Sporting, dão um exemplo tremendo de força, entreajuda e solidariedade que é
capaz de arrastar montanhas.
Também
a Sra. Dra. Graça Freitas, Diretora Geral da Saúde, tem tido uma, quanto a mim,
extraordinária atuação, conseguido fazer esquecer-nos de pensar qual seria a
postura do seu antecessor, Francisco George, que conseguiu manter sempre um
nível altíssimo.
Uma
pergunta continua a ecoar na minha cabeça, e ainda não consegui reunir
informação sobre isso: os recuperados recuperam mesmo?!? De que forma se
consegue?!?!? E aqueles pulmões.. como ficarão no futuro? Qual será a sua
capacidade de regeneração?
Raro momento de humor, para quebrar o gelo, em que a Diretora Geral da Saúde despediu os tradutores de língua gestual, que só sabem tirar macacos do nariz (ver ligação), e ela própria tentou reproduzir as caretas da ministra da saúde, o meu amor, que para celebrar, fez uma carinha tão engraçada
Depois,
haverá sempre a tal história da vacina que hoje é o santo graal da saúde, tendo
destronado a cura para o cancro, SIDA, e outras doenças terríveis do nosso
tempo. Era bem positivo, se as grandes potências mundiais corressem todas para
ver qual sairia vencedora, e pudesse assim dar um grande contributo para a
humanidade.
Poderiam
ganhar dinheiro com isso, poderiam fazer jogo branco e jogo sujo, mas que
salvassem caramba! Tantos cientistas no mundo inteiro, tantos
super-computadores, e não haverá uma saída?!? Só daqui a um ano?!?!?
Suspenso.
Em suspenso estará o nosso futuro, e as nossas, outrora, tão programadas vidas.