Já
tinha decidido faz algum tempo que a televisão, fosse transvestida de pc,
tablet, ou telemóvel (que isso das televisões convencionais, do meu tempo, é
coisa para já ter desaparecido), não entraria no espaço onde a família está
reunida, à refeição. Ali, era tempo para estarmos juntos, nos sentirmos, respirarmos,
olharmos nos olhos e sabermos mais, uns, dos outros.
Mas
depois… fui fraquejando face ao argumento “ó pai, eu não vejo na escola, ao
almoço, e se não vejo aqui, agora, nem sei às quantas ando…”. Ora isto, aliado
ao fato de também eu, precisar de saber as novidades deste retângulo, como de
ar para viver, fui deixando.
Pois
nesse então, os três (que a mãe trabalhava), ao almoço, comentávamos as
notícias:
-
Já viste isto, Alice? Alguém matou a mãe, tão jovem, e foi o menino tão pequenino, com 5
anos, que deu com ela, numa poça de sangue. Já viste quão cruéis são as
pessoas? Coitadinho… Jamais se irá esquecer desta memória… E agora, que será
dele?
(fazendo
uma cara feia, misto de espanto e horror)
-
É só disto, filha! Por isso é que eu não quero que as notícias feias, deste
mundo cruel, cheguem aqui onde nós estamos, descansadinhos, no nosso sítio…
Olha! Olha-me esta… um emigrante em Inglaterra, matou a mulher, e atirou-se com
as duas filhas, de 7 e 10 anos de um penhasco abaixo! Louco!”
(a
mesma cara, ainda mais vincada)
-
Ó PAI! MAS ELE TAMBÉM FOI, NÃO? TAMBÉM SE ATIROU, VERDADE?!?
-
Foram todos… :(
-
Se ele também foi… AO MENOS ISSO!
Olhando
uns para os outros… gargalhada geral! Esta miúda tem porras…
Enxuto,
cabisbaixo, com ar bonzinho, Pedro Dias tinha o aspeto, de quem até dava pena
ter… apanhado 25 anos detrás das grades... (tadinho...)
Para
mim, foi o campeão de vendas, o sempre fustigado “Correio da Manhã”, que
acertou na Manchete: "DAQUI A 19 ANOS, TÁ CÁ FORA!"
Durante
esse tempo, o vosso professor Savimbi sabe de fonte segura, que vai dormir sob
um teto, comer condignamente, fazer nenhum, ler, fumar, ouvir rádio e música,
ver filmes e televisão, inclusivamente ter visitas femininas para aliviar…
te(n)sões, ter roupinha lavada... tudo, pago por nós, contribuintes em geral.
Algo
está podre no reino da Dinamarca, como dizia o Hamlet, quando um gajo faz
crimes hediondos, tais quais como: três homicídios, uma tentativa de
assassinato e ofensa à integridade física qualificada, três crimes de
sequestro, dois de roubo… apanha… 103 anos sem ver o sol, mas na realidade, isto
reduz—se a 25. Umas férias, portanto.
Me
confesso cristão, sigo os mandamentos deixados por Jesus, o Senhor, e procuro
que a minha vida seja conduzida em consonância com ele, e os seus ensinamentos.
Sei, e acredito, que nenhum homem tem o direito de tirar a vida ao outro, ou a
si próprio. Mas a minha consciência digladia—se com o sentimento, de que o ar
se torna irrespirável, quando é partilhado com criaturas como esta, que na
minha opinião, não merecem viver.
Imaginemos
que eu era irmão da enfermeira Liliane, que ia a uma consulta de fertilidade a
Coimbra (na prossecução do sonho de ter uma criança), com o marido, quando
foram interceptados, e baleados, sem apelo, nem agravo.
Assuponhamos que daqui a uns anos, me
encontro com esta besta do Dias, a beber
uma imperial, numa esplanada qualquer, à beira-mar. Ele, não eu...
Era
capaz de ser engraçado, dar de caras com este facínora.
Esta
(in)justiça dos homens que se pensam modernos, e a merda a que isto tudo nos
leva.
Pois
segundo a ordem do magistrado Sabi, juíz de fora da comarca da Cova da Moura (gruta
que já espeloelogei – ver significado do
verbo que acabei de criar agora), ali entre a Portagem e o Porto da Espada,
cheia de estalactites, estalagmites, e morcegos!), a decisão judicial era
outra. O Juíz Sabi sabe (passo a redundância) bem, que essa história da
sociedades modernas aplicarem a Lei de Talião, “vulgo “olho por olho, dente por
dente”, ou seja, “se mataste, serás morto” é um retrocesso aos tempos
primitivos, que ninguém quer. Mas isto também… se mataste, se fizeste sofrer,
se dilaceraste lares e famílias… mereces 103 anos dentro, mas, com descontos,
só apanharás 25, e se te portares muito bem, mais dia, menos dia, estarás cá
fora; ora vai lá para dentro comer a refeição que a gente te fornece, e não te
atrases para ver o jogo da bola, no refeitório… PORRA, QUE É DE GESSO!
Perante
isto, só tenho que dizer: lamento
imenso!
Coisas
que vejo, no mundo, de binóculos, do alto de Marvão… e me DOEM!
Neste
mundo maravilhoso em que tenho a sorte de poder estar vivo, pode mesmo acontecer
isto que nunca pensei que pudesse vir a ser possível, quando em criança, já
vivia apaixonado pela magia da 7ª arte (porque essa é, de entre todas, a minha
favorita): assistir ao filme vencedor dos óscares, consagrado há poucos dias
atrás, estando deitado no meu sofá de casa, com ele a ser transmitido no portátil,
no colo, à luz da lareira, tendo por companhia o Sr. Sizzle, que dormia no chão,
ao lado. O Pedro menino, sabia, quando eram anunciados os vencedores, que só
poderia ter a sorte de os ver num cinema, meses, talvez anos, depois. Assim foi
com “O Padrinho”, “O Caçador”, “Kramer contra Kramer”, “Rocky”, ou “Gandhi”,
alguns dos quais só consegui apanhar na televisão, anos depois…
A
moda dos videoclubes ainda era um sonho para qualquer cinéfilo, quanto mais…
A
tecnologia de hoje em dia, tornou a cultura, um fenómeno absolutamente
democratizado, ao alcance de todos. Nem em ficção científica, poderia
acreditar, há 30 anos atrás, que iria existir uma coisa chamada internet, que
me possibilitaria assistir… a isto: ao filme vencedor de Óscar para melhor
fita, em casa, à lareira, de forma gratuita, dias depois.
Esqueçam
tudo o resto que há de pernicioso: este mundo, este tempo, são fantásticos para
se viverem.
Quando
terminou, quando a luz se apagou, a minha cabeça disse… sim.
“Primeiro
estranha-se. Depois entranha-se”, como dizia o bom do Pessoa, sobre a
Coca-Cola. Ele era mais absinto, mas… o refrigerante, afigurou-se-lhe assim.
Quanto
ao filme… foi merecido. Trata-se de… cinema em estado puro. É uma obra digna de
figurar ao lado de outras grandiosas, que figuram nessa galeria privilegiada
dos melhores. Como amante que sou, não vou cometer nenhuma inconfidência de mau
gosto, capaz de estragar o impacto a quem se sirva depois. Mas, de entre o que
já se sabe, e já eu sabia também, posso adiantar que é uma história envolvente,
enternecedora, envolta num ambiente de fábula, que me fez muito lembrar “O
fabuloso Destino de Amélie”. Tudo se passa no cenário da guerra fria, onde há americanos,
russos e israelitas; se estuda a ida ao espaço, e é aí (em belíssimos cenários
e guarda roupas, no meio de muitas personagens carismáticas, que se desenrola
uma história de amor bizarra, entre uma muda vítima da solidão, e um ser
estranho, híbrido, um anfíbio com ar de humano.
O
filme é um fresco impressionante, que mais parece um puzzle muito elaborado,
onde nada está fora do lugar. Tudo ali é realmente bom, e bonito.
Eu
quis espreitar se era um exemplar de boa qualidade, e espreitando… deixei-me
arrastar para as águas profundas, e ali fiquei, com eles, nas duas horas
seguintes, em total apneia.
Este
momento que escolhi para ilustrar o fascínio que a fita teve em mim, recorda um
momento da banda sonora original, que revela muito do que ali se passa, e
retrata.
Digam o
que disserem, por mais avançados que sejam os artistas de hoje em dia, por mais
elaborados e virtuosos que sejam os reis do mainstream, não há forma de
conseguirem suplantar esta maravilha protagonizada pela absolutamente
estrondosa Carmen Miranda. Tudo ali retratado é harmonioso, simples, gracioso e
perfeito.
E é neste
ambiente onírico do filme, que se digladiam mundos, visões, conceitos e
religiões. Que coisa é aquela?, perguntam os que o querem estudar, quem o quer
amar, os que o querem roubar, quem o quer entender, os que viviam à margem da
civilização moderna, que o idolatravam; que o seguiam e adoravam, pelas suas
capacidades, e pelo seu pode regenerador, capaz de desafiar os limites dos
demais humanos, dos filmes, e até da própria vida.
Claro
que recomento a visualização! Eu adorei viver, e crescer com ele.
E volto
a reformular a minha vontade de não mais me deixar levar pela vida, ao ponto de me permitir viver tanto tempo longe dos filmes. Se eu mandasse realmente nela, duas, das 24h, eram dedicadas às imagens projetadas no escuro.
O cartaz ficou bonzinho, não ficou? Pelo menos para isto... o gajo vai dando...
Antes de mais, uma
nota prévia, para que não hajam dúvidas, nem constrangimentos (porque o que
quero, é tudo menos isso): esta minha reportáge, é pessoal. É a minha visão do
que se passou naquela tarde de ontem, e não vincula o Clube, do qual tenho a
honra de ser dirigente e pertencer aos órgãos sociais (é como 2º secretário da
mesa da Assembleia Geral, mas isso não interessa para aqui nada. Sou, e
prontos!); nem vincula o Diretor das Velhas Guardas (do qual tenho a honra de
ser grande Amigo, há mais de 30 anos); nem vincula o Mister (de quem tenho a
honra de ser cunhado); nem vincula os demais ilustres colegas de equipa. Esta é
a MINHA visão da… coisa, pelo escriba de serviço, dROCAS Sabis! Sem regras, nem
concessões, como eu gosto de andar. Se o povo, que é sábio, diz que cada besta,
sua pancada, esta é a minha! E olhem que para além da de nascença, já dei uma
grande quando caí de mota mas isso é uma história muito longa, que vocês já
devem de saber, de frente para trás, e de trás para a frente. Aqui, o objetivo
é, claro está, não deixar que caia no esquecimento, nem na espuma de que é
feita os nossos dias, o que de maravilhoso se passou ontem. Tenho dito.
Ouçam…
estava uma invernada do camandro, desde logo, quando acordei! Quem tem um cão, sabe
que a primeira coisa a fazer de manhãzinha, é levá-lo à rua para fazer… aquilo
que nós fazemos, assim que metemos os pezinhos no chão. Mas o dia estava de tal
maneira pívico, que quando lhe abri a porta da rua e lhe indiquei o meu
propósito, o gajo olhou para mim assim com ar esgazeado, tipo a pensar: “Então
mas este?!?!?!? Está maluco, chefe?!?!?!?!?”
As
coisas foram avançando de uma forma tal que, à medida que se aproximava a hora
do jogo, o cenário ia piorando. Já no banco, antes do apito inicial, o meu
camarada de banquillo Henrique Martins, o Bomba de serviço, saiu-se a dizer que
o avô sempre lhe tinha ensinado, que se queria saber o tempo, que olhasse para
Marvão, no alto da serra, que ele vinha a descer. Assim sendo, lá de riba só
vinha escuro, e viam-se umas cortinas que deixavam antever chuva.
Mister Guapo Dias recordando a sua classe enquanto jogador, num campo onde se tornou mítico (jogo um bocadinho mais no próximo? :) )
Rompe
o partido e as gotas de chuva pareciam agulhas, de tão frias que estavam! Soube
disto porque, sai do resguardo para ir fazer xixi ao pavilhão, e… até picavam.
Alguém
me disse: “então não vais aquecer”? (fazer exercícios para ir preparando os
músculos, tendo em vista a atividade que se seguiria)
Minha
resposta: “AHAHAHAHAH, és um lírico! Antes prefiro uma rotura muscular, que
estar aqui sentado o resto do jogo cheio de frio, com o rabo molhado.”
O
mister continua a insistir, em apenas apostar em mim nos minutos finais, vá-se
lá saber porquê…
Na
verdade, eu até acho que o percebo. O mister Rui Vitória faz o mesmo com o
Jiménez, que custou um pouco mais que eu, e ele não se zanga pelo que… há que
aguardar.
E
aguardei. Quando mais tempo ele não ia reparando em mim, mais eu me afastava da
constipação que me azucrinou o espírito, e a carcaça, nas últimas semanas.
O banco é uma caserna. A malta ri-se bués, não sou eu que estou armado em parvo para a foto. Aquilo é mesmo assim. Os gajos estão a dizer piadas. Olhemm lá atrás o matulão...
O
relvado é sintético, de altíssima qualidade, e eu sei o que ali está, porque
fui eu enquanto vereador do Desporto, que me responsabilizei pela candidatura para
o concretizar. Belíssima grama artificial, num relvado FIFA 5 estrelas do melhor
que há, com um bom escoamento de águas e tudo do melhor. A água corria a montes
nas calhetas de baixo dos nossos pés (funciona!), mas à nossa frente parecia
que a piscina municipal, iria abrir uma sucursal ali.
O
jogo foi dividido, mais que rijinho q.b., e as maiores oportunidades foram deles.
O guarda meta Rui Canuto teve de se esticar por uma vez ou duas, para a tirar
de lá, que a gaja parecia que levava olhinhos.
Como
este patamar das velhas guardas é composto por duas partes, em que a primeira é
o jogo em si; e a segunda, muito mais importante, é o repasto final (por vezes,
o motivo pelo qual alguns lá andam, mas esta parte não é biográfica, garanto); o
resultado é sempre o que menos interessa. Para nós, no Grupo Desportivo Arenense,
pelo menos, é assim; embora do outro lado, isso ontem não fosse bem óbvio. Houve
picardias, arrufos, ralhetes e empurrões que me levaram a pensar: “epá… mas
isto não é para curtir?”
Pois
eles marcaram primeiro, o que estava corretíssimo. Mais aguerridos, mais atrás
do placard; e nós, tão desfalcadinhos que eu tive de ira a jogo, consentimos.
Estavam
eles na frente e nós, de um livre direto cobrado à Messi, caído para o lado
esquerdo, faturámos por Pedro Vaz! Foi o delírio na nossa casinha de suplentes,
que foi transferido para a deles, porque não acharam absolutamente graça nenhuma,
a que o nosso goleador tenha festejado a dizer algo como “toma!” de punhos cerrados
dirigido a eles.
-
Possa pá! Falta de jogo de cintura!
O
jogo continuou como se fosse assim uma sequela do filme “Piratas das Caraíbas
nos confins do universo” com muita água, muito passe a morrer antes de chegar
ao outro jogador, preso na água, enfim…
Muito
vento, muito frio, muita água e eis que acontece, aquele que para mim, na minha
modesta opinião, foi o momento do homem do jogo: Simão Branco desfere um
pontaézorro junto à nossa baliza, para aliviar um centro adversário, e em vez
de o colocar fora na linha de fundo, encaixou-o bem dentro, na gaveta do ângulo
da baliza, sem qualquer hipótese para o nosso guarda-meta.
JJ já aprendeu
Uma
boa oportunidade para aplicar aquilo que me tinha ensinado horas antes, nos
balneários da piscina: “Uma coisa que tu tens de aprender, se queres parecer um
jogador de futebol a sério, é que por mais absurda que seja a gesticulação do
mister, quando te está a explicar o que quer de ti, em qualquer que seja o jogo…
mesmo que tu não estejas a perceber patavina, a tua reação tem de ser sempre um
fixe com a mão, convicto e seguro, capaz de transmitir a quem quer que esteja a
ver, que vais resolver o jogo. Até porque as televisões podem estar a filmar!
Já
não m’alembra se ficou 2-1 ou 3-1, mas isso pouco importa porque qualquer que
tenha sido o resultado, o lance do jogo foi este.
Depois…
o meu mister, tal como tudo previa, meteu-me para aí a 15 minutos do fim.
Enquanto ia aquecendo, pensei: “ainda dá!”.
Lembro-me
a ter dado o primeiro pontapé quando metemos a bola em jogo (é capaz de ter
ficado 3-1, porque isto já foi bem depois do tento do Simão), e pouco depois…
acabou!
-
“Já?!?!?!?”, pensei. (ainda tendo espalhado tão pouco da minha magia?)
Desconfio que jamais sairei daqui...
-
Ah, e não sei quê, e os gajos já não querem mais…
-
Ai é assim?!?!? Tá bonito, está.
Prontos,
portantos… tudo a desnudar-se no balneário, banhinho tomadinho e caminho do JJ
Videira (a nossa catedral) para vermos se o nosso Benfica é capaz de ganhar ao
Marítimo em casa!
Epá…
as coisas aqui correram melhor! 1 chegava. Queira Deus os outros 4 não nos
façam falta noutro jogo. São Jonas, outra vez ele, mais 3 golos, nos já 30 que
leva para melhor marcador. Escuta: na Europa (continente bué da grande)
ninguém, NINGUÉM marca como ele: 30 golos em 25 jogos! Veio a custo ZERO do
Valência onde não jogava, encostado pelo treinador Nuno Espírito Santo do
FCPuorto! AHAHAHAHAHAHAHAHAHAH… CHUPA!
No
nosso Jota (sempre um ponto!), uma sopinha para refazer as forças, meteu um peixinho,
uma carnucha, sobremesa, bebidas, sobremesa, cafezinho, ginjinha, e tudo aquilo
a que se tem direito. Essa parte do jogo correu muita melhor, e até me dá a
impressão que os gajos mauzões deles, ou não foram, ou perderam o pio, ao verem
o ambiente e a camaradagem dos Arenenses. Porque é assim amigos arronchenses,
eu sou novo na coisa e tenho poucos votos na matéria. Nunca joguei em qualquer
escalão do clube, e a minha entrada para as Velhas Guardas foi direta. Passeei
por lá as chuteiras há uns anos, depois tive um trambolhão de mota em que me ia
finando, e porque Deus quis, cá estou ainda a dar pontapés, e a bola do GDA foi
assim quase uma epifania. A experiência é pois pouca, mas daí vos aconselho a
que não levem tudo tão a sério, senão vai ser difícil os outros meninos
quererem brincar convosco. Acreditem que o balanço final, e o que mais importa,
são os bons momentos que se passam em confraternização. Um bocadinho de
desporto, correr, mexer, faz sempre bem, até porque legitima o banho e a comida
después. Mas não é a mais importante. Acreditem que a gente faz assim. E não se
sai mal. Levamos algumas grandes abadas mas… pouco importa. A sério.
Do
convívio final, a estrela foi indubitavelmente, o artista convidado para
árbitro, segundo contato do nosso rei dos Seguros Artur Costa, que contratou
Mister Rolo, e su Ayudante para a linha. Bem… que nível de Homem. De, mas o do
bigode… me mata! Jantáramos, comêramos, ríramos, brincaremos, e já na fase da
sossega, entre o doce e o café, o homem ripa-me de su instrumento que é de…
PARAR O TRÂNSITO. Que classe. Ele ripa de um negócio, sopra, e aquilo parece o
Kenny G! Foi lindo, foi festa, foi curtir até mais não!
Se
eu ainda mandasse alguma coisa na câmara, fazia já um contrato vitalício com
ele. Um ordenado chorudo, casa, cama, e roupa lavada só para… apitar os jogos
da velha guarda do Grupo Desportivo Arenense, e tocar no seu instrumento.
Mágico!
Excertos
da alegria a gente ontem!
Vou falar com a minha mulher. Acho que vou adotá-lo!
A arma do crime. Simples, como tudo na vida, não é?