sábado, 3 de dezembro de 2016

A insolação num dilúvio na ilha (Marítimo 2 x Benfica 1)





O futebol é uma realidade da esfera do domínio mágico, por isto mesmo que aconteceu nesta noite. O Marítimo que goleámos por 6 a O para a taça, custou-nos hoje a primeira derrota no campeonato. Não vi o jogo, confesso. E sou tão distante a estas dinâmicas do futebol que nem sabia para que era ao certo, este partido. Palavra. Disseram-me que era para o campeonato quando já estávamos a perder.

Empatámos por sorte. E sofremos o 2 porque tivemos falhas graves na defesa, registadas, de resto, no primeiro (O Luisão parecia um poste a cair…).

Tivemos 3 oportunidades flagrantes que falhámos de forma inacreditável, o meu Barba de Chibo esteve perdulário, o Marrafinhas não acertava uma e tivemos o azar de  uma trave azarenta. Foram muitas más opções e a primeira derrota na liga. 

Depois houve muita fita, muita anti-jogo, muita cãmbria nos joelhos, muita bola parada, uma arbitragem de merda (que eu posso dizer mal deles e quero lá saber disso!), muita trampa.

Isto numa semana que se adivinha particularmente difícil, na qual iremos receber o Nápoles que teremos de vencer se queremos continuar na Champions (o mesmo que espetou 3 secas ao Inter do João Mário), e no dia 11, lagartinhos na ementa. Vamos lá ver se são eles que nos enrolam, como quase sempre, ou se conseguimos levar a nossa avante. 



As palavras do nosso capitão, a sensatez do nosso mister e o Don Corleone, a meter a cabecinha de fora. Não te acontece nada mal, não? Sentes-te bem? Para Zandinga, já vais ficando velho. Fizeste um grande raciocínio: hoje há festa na Madeira. Hilariante! Mordaz. Autêntico, atual, uma obra de arte viva. Desejo a ti, ao teu clube, apoiantes, e treinador, que consigam sempre dar continuidade ao brilhantismo do vosso palmarés.
Para o tio Sabi, que não é teu, o que conta não é o que se ganha, mas COMO se ganha.
Um menino pela barriga das pernas. Parvalhão do velho. Vais deixar saudades.

Perante tudo isto, o nosso mister, como sempre, um Senhor, um cavalheiro: “Não podemos dizer que foi o Marítimo que fez uma grande partida e que teve o domínio do jogo (70% a 30% de posse de bola). Tínhamos a nossa responsabilidade, o Marítimo foi duas vezes à nossa baliza à procura do nosso erro e marcou. Não posso é deixar que se diga que o Marítimo foi a melhor equipa.

O Marítimo parou-nos de variadíssimas formas, umas melhores, outras piores, conforme a análise, mas isso deixo para vocês. Há tanto programa desportivo e a análise dessas coisas fica para quem comenta os jogos. Eu, acima de tudo, tenho agora de analisar os aspetos da minha equipa e pouco mais.


Não preciso lembrar nada aos meus jogadores. Perdemos um jogo em muitos. É evidente que temos de tirar ilações mas [perder] não belisca a nossa forma de actuar. Fizemos o suficiente para ganhar mas não concretizámos.»

Tudo muito bem ó mister mas cá o Tio Sabi, que gosta de bola mas não é, de todo, um entendido e um craque, quer dar-lhe um recado: TEMOS DE ENTRAR SEMPRE COM MUITA MAIS FORÇA, COMO SE O JOGO ACABASSE AO QUARTO DE HORA!!!” e “O CARRILHO NÃO JOGA UM CARAcol. Vendam o peruano nem que seja para fazer hambúrgueres. Já enchemos os lagartos com uma pilha de nervos por causa dele, agora é metê-lo a cabanir. Mas o moço sabe jogar à bola?

Serenem. Estamos à vossa espera. Pelo que tenho lido, desejo que tenham atestado bem o avião. 

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

A insustentável dureza de envelhecer

Pai... menos!

(como ela me diz...)
Duro quando descobres que estás completamente velho, ultrapassado, deixado para trás, em minoria,esquecido?

Ao jantar...
— Filha (Leonor), sexta—feira fazes 15 anos. Como 5a voltou a ser feriado, tirei um dia de férias para...
— Ah, vou jantar com os meus amigos...
— ... de cá ou de Portal...
— Todos! D Acho que vou fazer uma festa na garagem da avó e...
— Não... jantas... connosco?:(
— Ah sim. No dia a seguir... é com a família. ;
— Vai ser assim? (com um olhar a pedir clemência e apoio à companheira.. )

Um sim tão natural com a cabeça.

:(
Seja!

(Sei que me elas me vão "apertar" por vir para aqui com isto. Mas a internet faz parte da minha vida, e por vezes, por aqui, é onde vou tendo algum apoio que me falta. Único macho, em casa de 3 fêmeas... não é fácil. Nesta tertúlia cibernética do facebook, vou tendo apoios, aconchegos, afrontas, devaneios e colinho de gente amiga. Poupo no psiquiatra, ganho—me a mim.

Eu nunca vou largar isto. Hei—de estar num lar, se lá chegar, e estar a fazer posts às refeições, aos novos corpos diretivos, ao médico interno, ao filme que vi ontem, ao último jogo do meu Benfica, ao último disco do novo artista do momento, ou às formas... arredondadas, mesmo à medida do cabrão do Velho Sabi, da nova tratadora e zeladora da minha ala.

Ai o raio do velho!

Pedaços de... ti (que vou colecionando)

Adoro como já assina. Do "A", faz o "l", e deste o "i". Do "c" sai o "e"

Ajeitando os tarecos, antes de me entregar nos braços de Morfeu... tanta coisa engraçada...

Presunção e água benta...
De pequenino é que...

Salto para a frente, do braço para o sofá com um mortal encarpado.

Ainda falta aí alguma coisa
<3 + <3
? + ? + ?

Quando renascer como um cão, quero ter uns donos destes...

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Trágicomédia em 3 actos (Besiktas 3 x Benfica 3)







Para mim, o futebol é maravilhoso por isto mesmo, por ser trágico como a vida. Passas de bestial, a besta, num segundo. De jornada épica, a filme de terror, num piscar de olhos.

Por não ter o acesso garantido, fui surfando e fintando as vielas que essa maravilha chamada internet nos dá, apanhando o jogo aos bochechos.

Liguei e… eina! Tamos a ganhar! O meu Benfica gelando as águias de Istambul... Tá lindo!

Mudei de pouso já inspirado pela glória que se antevia desta jornada e, chegado ao café da esquina… sai uma bomba de Semedo e… vão dois!

Tenho que me juntar à minha malta (no Cheer’s aquele bar da terra, aka Pastelaria Caldeira”), pensei, e lá chegado, fazendo-me de parvo, “epá fui à missa e não vi o jogo, como é que está?”, olhando para a televisão e, antes que respondessem, sai a bola bombeada, Pizzi na barra, recarga e cabeça para a barra do meu barba de chibo, entra Fejsa e… o inimaginável por mim antes, ganha peso. 3 bombas atómicas sem eco em pleno coração dom império Otomano.   

Vim para casa jantar, já sem fome nenhuma.
Depois… um bárbaro aproveitou um deslize do Semedo, desferiu um pontapé indefensável e começa a meter uma pedra no sapato. Ah, mas ainda falta muito…

Uma mão incompreensível do relógio suíço, sueco, Lindelof, e ai que o rabinho se começa a meter para dentro.

Tanto temes, tanto temes, até que ela tem de se dar. O ciganão Quaresma, que tem mais de turco que de português, está no lance, como não! e essa aventesma do Porto chamada Aboubakar, partiu-nos a montra da quermesse toda.

3 levavas de avanço, 3 te tiraram.7 milhões de euros que tens de partir. Coisa pouca.

Como é que é impossível?!?!?!?

O Nápoles empatou a zero com o Dinamo Kiev.

Em casa, teremos de ganhar a quem nos “humilhou” na sua.

A chama imensa!



Glory Days (aos mais altos...)


(sound track for the lines)




De saída, o presidente Obama, O presidente, decidiu homenagear os vultos da cultura e da sociedade em geral com os quais se identifica, porque conseguiram provar que aquela nação, nas suas palavras, é a maior e a mais diferente do planeta, por saber viver na diversidade, e reconhecer que é aí que reside a sua força maior.

Entregou assim, a mais alta condecoração civil dos Estados Unidos, instituída por Kennedy no ano em que nasci.

Que homem é este? Que homem é o que homenageia os meus heróis, e já deixa tantas saudades.

De Niro fez isto? (e falou por todos nós…)


De Niro recebe isto. Para bom entendedor... Há chapadas que devem doer menos...

"Hey Mr. Pres.... Are you talkin' to me?"

Tantas saudades deixas. Tão órfãos com o bardo aos comandos do navio…











 

Despacha-te que acho que tenho de ir ali à Suécia buscar um prémio. A propósito, fazes um?


Cresceste, rapagão?

domingo, 20 de novembro de 2016

Sabor a fado e... a ti

Leonor Lança Sobreiro
14 anos


A Portus Gladii, do Porto da Espada, em português de Portugal dos dias de hoje, teve a amabilidade de convidar a Leonor para cantar numa noite de fadistagem. Os pais, como é obvio, ficámos felizes. Quem é que é o pai que não quer o melhor para os filhos, e fica feliz com a sua felicidade, passo a redundância? Sinal que a visionária Sandra Paz, não deu um passo em falso, quando a convidou para Marvão, pela 1a vez, e por isso sempre lhe agradeceremos.


A "miúda"(?) tem uma figura, uma presença, e uma voz que herdou (tudo!) da mãe, que falam por si, e me recuso a comentar, aproveitando apenas a cada momento que tenho para agradecer a Deus.

 

Sabe que tem isto tudo mas... teve de ser empurrada para a luz da ribalta. Mais recatada, não é tão extrovertida como a prima Maria Dias, minha afilhada, que também cantou, e parece que nasceu já com um microfone na mão, tal é o jeitaço inato que tem para o palco.

  



A minha tem a voz mas ainda é a miúda que hoje fez uma rebaldaria com a irmã na minha cama, por se apanharem com a mãe no Turismo. Falta—lhe trabalhar o olhar, os trejeitos, o estar em palco, as mãos nas ancas, os agradecimentos aos músicos (brilhantes "nosso" Miguel Monteiro e Nuno Cirilo que eu não conhecia) e a quem a convidou (que as coleguinhas, já mais batidas, não falham. E bem!), o saber para quem está a atuar e o puxar por eles. Tantos conselhos que poderia dar, já tentei, mas o fosso entre idades e os degraus de diferença na escada da vida, não permitem que falemos a mesma língua.

Por isso, lamento, regozijo e lhe digo, como lhe disse ontem, num abraço apertado que lhe dei antes de dormir: "É um orgulho tão grande ser teu pai. Orgulho—me tanto de ti. Obrigado. Se fosses outra em vez de ti, ia lá trocar—te. Eu quero é TU." (mesmo a esquecer—se diariamente e sistematicamente, de trazer a roupa suja para o cesto dela cá em baixo, de arrumar os pijamas e a roupa, de desarr..."

Estava eu feliz que não cabia em mim, estaria certamente de igual forma o meu cunhado, pai da Maria, estariam felizes os outros avós mas... havia um, que apesar de não exteriorizar muito, por ver duas das suas netas, sangue do seu sangue, a brilharem nos palcos que sempre percorreu durante a vida artística... estaria que não lhe deveria caber um feijãozito no tal sítio, de tão bem inchado que estava...

E ainda por cima numa noite em que o genro, que por acaso até acho que o conheço, estava preso ao desafio pelo auricular do móvel e lhe ia comunicando que o nosso Benfica ia espatando 6 a 0, no temível Mareteme... para a taça de Portugal onde os tripeiros já marcharam de canoa e os lagartos se viram à rasquinha em casa para vencer uns Pim Pam Puns...




sábado, 19 de novembro de 2016

O demónio superstar


Comodamente sentado no meu sofá de casa, aconchegado por um edredão quentinho que faz esquecer a lareira, assisto à televisão.

Enquanto todas dormem já há muito nesta casa, observo, graças a essa maravilha tecnológica que nos faz esquecer que os tempos em antena são rígidos, como eu aprendi, e recupero, graças a ela, a gravação automática do programa “Sexta às 9h” de dia 11! Nele, a filha da inenarrável Fátima Felgueiras (quem é?), surfa no furo jornalístico do ano, que lhe caiu em sorte, ainda ela não sabe muito bem como.


Pedro Dias, o assassino de Aguiar da Beira, o homem mais procurado do país, incrivelmente escapado de um cerco de 28 dias da Guarda Nacional Republicana como eu não me lembro nunca de ter visto a alguém, com mais de 150 homens no seu encalce, fala agora em entrevista às câmaras da RTP1. Vejo-o assim, impávido e sereno, negar os 5 homicídios e os 10 crimes de que é acusado. Com uma frieza e uma clarividência perturbantes.


Agora aparece sempre com carinha de indefeso, de patinho feio, de quem só se pode gostar. Coitadinho... o grandessíssimo filho da puta!


Conseguiu uma advogada que foi lesta, que foi ardilosa e conseguiu elaborar um plano, com o apoio da comunicação social que o conseguiu… por incrível que pareça, salvar.


Ao ver isto, dentro de mim, sou abanado por um misto de raiva, revolta, impotência, desacreditação no sistema… luto. Bem sei que até terem sido encontradas provas que o incriminem, tem de ser considerado inocente, à luz do nosso estado de direito. Mas também sei que os indícios por demais evidentes, são impossíveis de descurar.

Acho absolutamente bizarra e calculista, a forma como o Big Brother que gere as nossas vidas hoje em dia, foi utilizado para proteger, quem não merecia cobertura alguma, quem agiu de uma forma bárbara, fria, calculista, e assim exterminou implacavelmente a vida de quem caiu aos pés da sua raiva desmesurada.

Que raio de país é este onde a televisão que nos informa e diverte, é instrumentalizada para defender quem não pode ter defesa alguma?!?!?!

Que sociedade é esta tão vazia que tão depressa chora “de braço dado” com quem perdeu os seus; como range os dentes de raiva e ódio, pedindo a uma saraivada de balas despejada num giestal qualquer que limpe o sarampo ao malfeitor de vez; como agora o vê falar, tão barbeado, bem vestido e calmo, e diz… afinal… o rapazinho pode ter… razão. Isto foi alguém que lhe montou uma cilada e… lá vem mais uma teoria da conspiração.

Falemos no abstrato, para não ofender ninguém, pessoalizando. A pessoa humana, o homem  e a mulher são por natureza, maus. São maus, poucachinhos, invejosos, mesquinhos, egoístas, falsos, influenciáveis. Tão depressa são capazes de invejar o cabrão do vizinho pelo carrão que comprou, onde é que ele foi ver de dinheiro para isto?!?!?! Deve ter sio emprestado pelo banco, de certezinha, porque não têm onde cair mortos… Como vai chorar para o quarto de hospital onde ele foi internado por ter tido um ameaço qualquer, de uma coisa grave fortuita. Derramando longas e largas lágrimas de crocodilo, onde se esvai de todas as frustrações pessoais que lhe roem por dentro.

É muito raro a pessoa sentir alegria por quem gosta, porque gosta, e só lhe desejar o bem.

Este Pedro Dias Superstar, é uma figura que mereceria um estudo aprofundado, porque depois deste caso, a nossa relação com os media e a justiça, nunca mais será a mesma.


Este caso, pela sua extensão e profundidade, mereceria, no entender de muitos, dos quais não me excluo, aquela sentença que aprendi nas cadeiras da faculdade, como sendo uma caraterística dos povos subdesenvolvidos: a lei de Talião, sobejamente conhecida como olho por olho, dente por dente. Mataste sem causa? Então, morrerás também. Não tens direito a estar vivo.

A intelligentsia ocidental opõe-se a esta medida primitiva porque em primeiro lugar, nos trata como animais, que somos, digo eu; mas também porque a pena de morte pode ser utilizada com fins dúbios e alimentar regimes políticos ditatoriais.

Mas a verdade é que para muitas situações, e esta é uma delas, viver enclausurado é sempre um mal menor. Preso, não lhe cai chuva em cima, nem passará fome. O individuo terá até direito a refeições que nós, os contribuintes, pagaremos, a vestir roupa, a tomar banho, a ler, a ouvir música, até fazer desporto, correr, se for como o Sócrates e ter a visita de uma namorada. Uma festa! Apenas ajustará os seus horários.

Para mim, era uma surra daquelas valentes que doem, todos os dias e trabalhos forçados, para ver se servia de exemplo aos demais meliantes, que assim não chegamos a lado nenhum.

A uma consulta de fertilidade...


Coisas que nenhum dos desgraçados que, ou no exercício das suas funções, ou na sua vida familiar, por azar, tiveram direito. Coisas que lhes foram roubadas quando este animal, a sangue frio, lhes despejou o tambor de uma pistola em cima, e lhe partiu os dentes e o crânio com balas.

A justiça… a justiça… a justiça é não haver justiça. É desgosto, é revolta, é raiva. Eu imagino como é que se sentirá o coração de uma mãe, de um pai, de um irmão, que viram este demónio roubar-lhe o seu querido. Por nada. Por coisa nenhuma que ainda não se conseguiu apurar porque é que o fez.




Enquanto aguardam… o tempo vai passando, a dor vai adormecendo e enturmando. Como é trágica a vida. Que Deus nos proteja.

Ainda ontem, fui a uma ação de formação de catequistas a Santiago da Urra, e na minha frente, na serra, ao alto da quinta nova, circulava um camião TIR que ia C O M P L E T A M E N T E fora de mão. As senhoras que me acompanhavam no carro testemunharam tudo tal e qual como eu. O homem ia em excesso de velocidade e entrava nas curvas completamente do outro lado. Uma cena impressionante. Parecia um filme do MAD MAX. Tratava-se de um camião cisterna que deveria conter um líquido que não deveria ser nada inofensivo mas que, apesar de tudo, circulava a todo o gás.

Não sei se ia sóbrio, não sei se ia com pressa mas não me apeteceu perder tempo com ele. Não tirei matrícula, não o segui, que eu não tinha saído de casa para isso, mas fiz-lhe sinais de luzes diversas vezes, como se o tivesse a chamar: “Tu tás bom, pá?!?!?” Nem tugiu, nem mugiu.

Só pensava, na vida… é preciso proteção para tudo, que não acredito nisso da sorte e do azar. Até comentei com as senhoras que iam comigo, que por sinal são da idade e amigas da minha mãe: “imaginem que era a D. Alzira (que tem imensas virtudes, mas que não a da condução L, e ela sabe-o) que vinha do lado de lá, descansadinha e se deparava com esta bizarma do inferno?!?!? Morria só do susto! A minha vontade era tirar fotografias, ir atrás do homem, pedir-lhe satisfações, e dali para a BT. Equacionaria fazer queixa dele. Há que agir, quanto mais não seja para proteger os outros. É o nosso dever cívico como cidadãos.

Aqueles pobres lá no norte, encontraram um camião desgovernado ainda maior. Veremos como tudo se resolve.

Que Deus os tenha em descanso, no esplendor da luz perpétua.

Pedirei por eles.