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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Carrega no fisco! (que eles aguentam... que remédio!)


Um simpático que sigo, que já foi laureado como blogue do ano, esticou-se e, como é óbvio, mereceu o comentário.




É bem certo que pode não fazer de nada, mas serviu de descargo de consciência.


Fácil bater numa classe, meu caro. Sobretudo quando são vistos todos como quadradões, os maus da fita. Mas, se houve uma coisa, das muitas que aprendi, quando tirei o curso de Comunicação Social, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, da Universidade Técnica de Lisboa; reforçado pela Pós Graduação em Gestão Autárquica, pelo Instituto de Línguas de Santarém; foi que nunca se deve julgar o todo pela parte, porque se pode cair no ridículo, e ser vexado na Praça pública. De resto... Tudo bem e fica bem.

Ele... já passou dos 2.000 likes...

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Faceblog?



Isso lá gostar de ter mais tempo para escrever… é claro que gostava. O problema é que um gajo não pode. Não dá. O tempo não estica. Chego ao fim do dia esgotado, com as baterias em baixo do trabalho cansativo, agora até de noite, noitinha. O mulherio que manda cá em casa acaba por gastar o resto das energias que ainda sobram do dia. Noutros tempos era até à 1h, 2h da matina e no outro dia, fresco como uma alface! Agora, chega-se às 11 e meia da noite e um gajo está despachado. Não dá para mais.


Tendo sido bafejado pela sorte, vivo num harém num país maioritariamente católico (trois femmes par un homme). Como paga, mando aqui pouco ou nada. O consolo é que nestas quatro paredes, sou o único detentor de algo que por aqui é único, gerador de duas vidas e partilhado com a outra. Mas a verdade é que mando aqui pouco ou nada.


Aos serões, o portátil dos comandantes deste navio Sobreiro é um objecto alvo de cobiça e muito disputado. Por mim e pela mais nova. A Leonor já se emancipou no Natal passado e já gere o seu Toshiba em muita net, músicas e facebooks. A dona Alice quer é o site de jogos de meninas onde tem gratuitamente resmas de aplicações para se divertir. Pinta online, cola online, veste online. Faz online tudo aquilo que eu fazia dantes quando tinha a idade dela mas com papel, canetas, tesouras e sem os computadores que cada vez mais vão tomando conta do que é nosso, dos homens e mulheres de carne e osso. Volta, George Orwell que estás perdoado. O Big Brother está mesmo a ver-nos a todos, não é só os aos piquenos e piquenas que estão enclausurados na Venda do Pinheiro. Isto para mim significa que até à hora de sua alteza real dos Outeiros ir para a cama, estou refém do progresso infantil. A sorte que não complica isto tudo é que a mãe não liga ao computador à noite e se dedica aos seus trabalhos manuais.


Só depois de sua majestade cair no sono do seu país das maravilhas é que posso vislumbrar o mundo. Não o posso olhar pelo meu blogue por tudo aquilo que aqui descrevo mas vislumbro-o nalguns blogues favoritos que espreito de relance e no facebook. E é sobre isso que quero hoje postar: o facebook é uma ferramenta poderosa que revolucionou tudo o que existia antes dele. O facebook compila tudo o que existia nos blogues (texto, imagem, vídeo e som) mas democratizou isso ainda mais. Creio que levou a democracia ao extremo, o que só a pode estragar. Para quem quer, fica mais difícil pescar o que realmente interessa. Chega a ser uma salganhada. Há duas noites que vou lá deitar os olhos e venho de lá impressionado. Toda a gente tem algo que dizer, algo sobre que opinar, um estado de alma para escolher, uma hiperligação para fazer…


Vamos por aqui, pelas hiperligações que não é preciso dizer mais. Costumo ir ao facebook divulgar aquilo que escrevo no meu blogue. Porque sim. Por vaidade, por orgulho ou pelo que quiserem. Algumas pessoas até já fizeram hiperligações para o que escrevo e não acho isso nada mal, pelo contrário. Gosto que sigam o que escrevo e se o divulgam, melhor. É porque acharam interessante. Dantes criava um blogue quem tinha algo para dizer. Como já contei aqui, eu criei os Desabafos de Marvão por causa de uma colaboração na Rádio Portalegre e depois de finda, como o bicho estava cá, criei este blogue. Depois os blogues eram mais ou menos visitados consoante a substância. Uns continuaram, outros morreram à nascença ou pouco tempo depois. Tudo isso mudou e nesta era do facebook, toda e qualquer alminha tem algo para dizer nesta praça da aldeia global. Uns estão mal dispostos, outros contentes, outros divulgam isto e aquilo, o outro e aqueloutro…. Outros postam imagens, pensamentos, comentários, seus ou lidos ou copiados. No facebook é difícil descobrir o genuíno. No blogger sim. O algodão não engana.

Todos diferentes, todos iguais,

Todos iguais, mas todos diferentes,

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

“You Tube” – 2009 d.c.


Há muito que o “You Tube” deixou de ser apenas mais um site.

Considerado por muitos como o futuro imediato para a televisão convencional, esta plataforma electrónica perante a qual o espectador tem a total liberdade de decidir quais são os conteúdos que mais lhe interessam e de criar a sua própria programação, é já uma referência incontornável dos nossos tempos.

Um fenómeno desta dimensão é sempre suficientemente profundo e revolucionário para provocar ondas de choque irreversíveis.

Uma das consequências que estão associados a esta nova coqueluche é o fabrico de estrelas que têm tanto de importantes quanto de efémeras.

Tudo isto a propósito dos 3 vídeos mais vistos no “You Tube” no ano que agora cessa.

Em primeiríssimo lugar ficou a actuação da então ilustre anónima Susan Boyle no programa “Britain’s got talent”, no qual interpretou o tema “I dreamed a dream” do musical “Les Misérables” que de tão visto dispensa qualquer exibição extra. Somou 120 milhões de visualizações!

Em segundo lugar, com 37 milhões de plays ficou um vídeo bastante curioso de uma criança de que se deu muito mal com a anestesia do dentista. O líquido bateu-lhe mal e o jovem, ainda combalido e mal chegado ao carro do pai, foi apanhado numa trip filosófica onde chega a questionar se a vida real é de facto assim e se a “nóia” lhe irá um dia passar. A era “You Tube” é cruel e o papá, em vez de apoiar e tranquilizar o petiz, vampirizou-lhe o relato alucinado que fez a delícia de milhões, nos quais obviamente me incluo.
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Não menos alucinados são os padrinhos, as damas de honra e os próprios noivos Kevin e Jill que optaram por uma entrada bastante original na capela, no dia do seu casamento. Preteriram a já batida “Marcha Nupcial” em favor do “hit” Hip Hop “Forever” do rapper Chris Brown e foram estrelas de uma inusitada coreografia que encantou 33 milhões de visualizações.

Impressionante, ãh?