sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Marvão... para TODOS (na estrada)

Vamos arrancar o arame farpado desta paisagem tão linda, tão única, tão nossa.
O Marvão para Todos foi criado para devolver a terra às suas gentes.
Ajudem-nos para que Marvão, seja nosso, outra vez.

Este projeto que nasceu de um sonho, foi crescendo, e se passou a chamar Marvão para Todos (porque assim o queremos e idealizamos), já conta com mais de dois anos de existência, e sempre foi sendo alimentado com a prerrogativa de que cada um de nós, só dava aquilo que poderia dar. Foi com o denominador comum com a nossa máxima “quem dá o que tem, a mais não é obrigado”, que aceitei de bom grado as limitações que as minhas obrigações profissionais, me impuseram nesta reta final da campanha, à boca das urnas.

Abrir, para mexer no concelho, reerguer, fazer tudo para relançar, recuperar dos problemas herdados, que nunca conseguiram resolver. Ao contrário do que eles dizem, o golfe, e o aldeamento ali situado, são um bom exemplo, da cara da governação durante mais de uma década. Junte-se-lhe o património mundial e temos um pleno!

Não é que não pudesse ter metido os dias de férias, que a lei me atribui, dedicados a esta causa, enquanto candidato à Assembleia Municipal, que sou. Para além de outras contingências internas, fui eu que achei que não o deveria fazer. Para além de ter uma dádiva de gratidão, que durará tanto enquanto eu durar, para com Deus, a minha família, os meus verdadeiros amigos e amigas; também terei sempre um agradecimento sentido para com a minha entidade patronal, que hoje se chama Autoridade Tributária e Aduaneira, e o meu nicho laboral, o Serviço de Finanças de Marvão. Só Deus e quem sempre me esteve mais próximo, conhecem a enorme batalha e odisseia que tive comigo mesmo, com as minhas aspirações frustradas de poder fazer da escrita de jornalista, uma vida; e o tanto que tive de trabalhar, desde a primeira hora em que soube que este concurso público estava aberto (sempre obrigado, madrinha Carminda Silvério), para poder nele entrar. Poder vir a trabalhar num serviço sólido, fixo, bem remunerado, se comparado com a mediania local, na minha terra, Marvão; passou a ser um sonho para um jovem credenciado, consciente da sua capacitação, mas incapaz de se colocar num mercado de trabalho sobrelotado na cidade, e mal remunerado, refém de caciques, na província.


Desta vez, poder, podia ter metido os dias de férias, e sei que isso teria ajudado os meus companheiros nesta luta, com a minha natural alegria de viver, a minha capacidade inata em interagir com os outros, sobretudo se são gente da minha terra; o meu poder de comunicar, que sei que a ter um forte, esse será. Mas isso traria certamente dificuldades, na gestão de pessoal à entidade que nunca me disse não, que nunca me privou de nada, que sempre me respeitou no meu processo de recuperação, do grave e trágico acidente que sofri, que sempre esteve lá. Eu sei que faço, e fiz falta ali, mais do que eu outro lado qualquer. Por isso, fiquei.




Mas sempre que pude, estive na luta lado a lado com os meus companheiros, e vivi, em dois dias que se presumem de descanso, no fim-de-semana passado, depois de 5 de trabalho intenso; trabalho no duro também, com um programa de 10 horas diárias (9h -19h). Nesse percurso, muito se ouviu, algo se falou, muito se calcorreou e o balanço, que só se poderá fazer no dia 1 próximo, espera-se positivo. Consciente, mas positivo, sobretudo.



Dizem que vai haver projeto. Tudo muito bem. Mas entretanto, pelo menos este imóvel que é o átrio da aldeia, merecia uma lateral mais digna... Tarrafal?

Nesses dois dias, vivi um trabalho, que eles e elas continuaram durante o resto da semana, que teve uma tónica comum desde a nossa primeiríssima reunião neste movimento: honesto. HONESTO! Não houve ali qualquer tentativa de lubridiar, levar no engano, ser um simpático artificial, um querido fingido, como alguns que por aí andam, que querem fazer um lifting ao modus operandi do que lá está… há já uma eternidade. Há por aí tantos jovens maçudos… uns tão refinados e óbvios, que até custam.


Dele, Deus nos livre de ter que viver com a sua sombra permanente num governo municipal, que por ele será indubitavelmente gerido, nas costas, com aquele sorriso amarelo que luz nos cartazes… que nos deixa sempre a pensar… se se estará a rir para nós, ou de nós.


Não sou um homem de ódios. O ódio não vive no meu coração. Não tenho rancor, não quero mal a ninguém. O que eu quero é que todos sejam felizes, desde que… (e este desde… tinha mesmo de vir), a sua felicidade não seja construída sem respeito pelo outro, pelo seu igual. Todo aquele que quer ser feliz, ao meter-se às cavalitas do mais fraco, do menos instruído, do menos pensante, tem em mim… não um inimigo, mas um adversário acérrimo. Vivo, sempre vivi, e viverei sempre contra esta forma abusadora de viver.


Eu sei, há muitos anos, que a política faz falta. Nesta sociedade de animais pensantes em que vivemos, faltam líderes que orientem, que organizem, que façam a vida mais fácil, mais agradável aos outros. O problema do nosso mundo, é que os erros da política tendem a apagar tudo o que há de bom nela. Basta ver as notícias e isto compreende-se facilmente. A corrupção, os jogos sujos, são uma constante e ultrapassam todas as fronteiras. Mas quem é que é o tonto que olha para os políticos e é capaz de ver neles, gente de bem? Gente que só quer fazer o bem ao próximo, gente que se mete a ela própria em segundo plano, gente que puxa pelo seu (pelo que tem nos bolsos) para pagar a propaganda com que anuncia a sua visão; gente com provas dadas na vida, mas que ainda assim, se decide submeter ao sufrágio de todos, para saber se merece a sua confiança? Eu não sei se haverá muitos por esse país fora, mas no Marvão Para Todos, somos todos desses. Apostamos todos nessa equipa, a nossa.


  
Não queremos dizer mal de ninguém. Todos, inclusivamente os que lá estão, fizeram coisas bem feitas. O que nós achamos, é que poderiam ter sido feitas de forma diferente, e por isso, damos o corpo às balas. Não ficamos sentados nos ferros a dizer mal, não criticamos nas tascas e cafés por aí, saímos da nossa zona de conforto, e avançamos.


Podem ter uma certeza, todas as pessoas e todos os nossos adversários: VAMOS FAZER-NOS OUVIR, SENTIR E RESPEITAR, onde quer que sejamos eleitos. Jamais iremos em carneiradas, em dizer que sim com a cabeça… só porque sim. Nas Juntas, na nossa Câmara Municipal, na Assembleia seremos os porta-vozes dos que não costumam ser ouvidos. SEM MEDOS!


Quero terminar, como bom cristão que creio que sou, que há uma diferença gigantesca entre dar… por dar, e dar… por interesse, que eu considero quase roubar. Quem dá, como eu penso que deve ser dado, dá de boa fé, para que o outro se sinta bem, para que o outro seja mais feliz.


Quem dá, a querer algo em troca, nem que seja um X, ou sobretudo a ser um X no boletim de voto, é um interesseiro, um aldrabão, um escumalha.


Bem sei que disse que não tenho ódio, mas ele há gente… que não merece o ar que respira. E isto é apenas uma constatação…


A política, para quem nela só vê defeitos, tem muitas vantagens, para mim. Algumas que aqui já enunciei, mas a principal, é que graças a ela, conseguimos conhecer a verdade da pessoa. Quando estudava em Antropologia, aprendi que o homem é um animal, banhado num verniz cultural. Quando este estala, sai a besta.


A política tem o mesmo efeito. Seja por ganância pelo poder, seja por vaidade, seja por ali se conseguirem os pergaminhos, que nunca se conseguiram alcançar na vida académica, as pessoas transfiguram-se. Ficam fora de si. Eu tinha por hábito, sempre que entrava em sítios públicos, como conheço toda a gente, a todos cumprimentar com mão, olhar nos olhos, saber se estava bem. Agora… tornei-me mais seletivo, digo apenas uma saudação geral, cumprimento quem me merece mesmo esse tratamento, e depois, muitas vezes a boa educação, faz-me prolongar o saúdo.  


Muitos me perguntam quais são os meus prognósticos. Até para mim, que creio que percebo algo disto, do concelho onde me movo e onde sempre vivi, a dúvida é enorme. As pessoas são muito imprevisíveis e há muita variável a considerar. É difícil poder avançar com hipóteses.


O que eu posso é assegurar, são duas certezas que tenho desde já: orgulho e esperança.


Orgulho porque conseguimos chegar ao fim da caminhada, e apresentar um trabalho, ainda por cima, bem feito. Aquele caderno de propostas e candidatos, com aquele nível, nunca eu sequer sonhei. Orgulho porque conseguimos encontrar pessoas válidas em todas as freguesias, que nos ajudam a valorizar esta nossa convição. Orgulho porque do nada, com muito apoio de muitos amigos que nem pensávamos que tínhamos, conseguimos construir, com os nosso contributos financeiros, um programa eleitoral que só nos pode encher a alma. Orgulho porque aquela caminhada, que começámos a trilhar há já 2 anos atrás, quase que na clandestinidade, chegou ao altar. Veremos se o povo de Marvão quer casar connosco.


Quis tanto fazer campanha, a minha querida.
E o pai deixou-a juntar, por momentos, a nós.
Para que ela fosse a criança do símbolo, de carne e osso. Ao vivo.
Estava tão feliz...

Esperança porque é essa a nossa mensagem, e é a mensagem que temos recebido da grande maioria dos marvanenses com quem temos falado. Todas as outras opções, são de pessoas que já estiveram ligadas ao poder. Ou há 12 anos (PSD e quem se camufla de independente, ao concorrer pelo CDS), ou há 8 anos (quem já esteve na vereação do PS). O Marvão para Todos é o único mensageiro da novidade, e é isso que quer ser, para todos os lugares onde tivermos a benesse de sermos eleitos.


Tal como o nosso símbolo, e o nosso nome indicam, quem colocar o X no 1º quadradinho, coloca-o no que há de melhor em Marvão: o património (o castelo) e as pessoas (um idoso, um homem, uma criança).



Que Marvão seja para Todos! Que assim seja! 











quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Poder estar no centro do mundo (de volta a ti, Cali...)

 


 Ora aqui está uma notícia que me faz orgulhar, e muito, do meu país.




Eu sei que tenho de me orgulhar (do tamanho) da língua, que se estende pelos continentes; da história, em que chegamos a dividir o mundo ao meio (esta mitad para mi, te quedas com la outra, vale?); não me orgulho assim muito do campeonato da europa que ganhámos no ano passado, porque tivemos uma sorte do catano, e mais ainda pelo preto, do qual nunca mais se ouviu falar, ter desferido um pontapézorro daqueles no esférico; nem me orgulho do Ronaldo, que é só um super-homem, que tem a mania que pode ter tudo, e quer ter filhos só dele (sem direito a mãe, os pobres). O Messi, para mim, joga mais! Chupa!


A grande notícia é que mais de 80 especialistas mundiais começaram anteontem, em Lisboa, a debater a doença de Alzheimer e as demências de forma global, um problema que afeta cerca de 50 milhões de pessoas no mundo.


Na Fundação Champalimaud, organizámos, com o apoio da Fundação Rainha Sofia, de Espanha a cimeira internacional “Alzheimer’s Global Summit”, que se prolonga até sexta-feira


Os especialistas sentaram-se assim, no nosso solo, para estarem focados em discutir e partilhar os recentes progressos em duas áreas distintas, mas complementares: a da intervenção terapêutica e a área de investigação sobre doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer, Huntington e Parkinson.


O assunto é complexo, mas pode ser esmiuçado por qualquer um que ouse pensar, sem ser necessário ir tirar um curso a Nova Iorque. As pessoas duram cada vez mais. Ou seja fazem-se velhos cada vez mais tarde. Quando eu era puto, as avós eram sempre velhinhas vestidas de preto, porque os maridos já tinham marchado. Cabelos brancos, roupas escuras, e maleitas diversas. Hoje em dia, as avós estão cada vez mais modernas, mais dentro de prazo. Algumas, até parecem jovens!


Os humanos estão a tornar-se argutos em fintar a idade. Adotam estilos de vida saudáveis, praticam desporto até mais tarde, eles tomam comprimidos para serem homens firmes (e hirtos!), e elas, esticam a pele. Mas há um domínio, que a entidade superior que regula isto tudo, não deixa tocar: a caixa negra que todos tempos entre as orelhas. Quando essa avaria: ardeu a tenda! Podes estar, mas não estás. E eu tenho a minha menina, em estado stand by, na Santa Casa da Misericórdia de Marvão, refém deste calvário.


Quando passo de carro por lá, quando penso nela, sinto sempre um sabor agridoce, que tanto me suaviza o sentir, como me castiga a alma. Fico sempre feliz por saber que está tão bem, asseada, alimentada, bem tratada, querida; como fico refém do meu pesar por não podê-la ter junto de mim, como ela me teve colado a ela, quando me deixava dormir na sua cama, junto de si, porque os meus pais, que moravam ao fundo da rua assim o queriam, para me proteger do frio e da noite.


Sei que isto que está a ser tratado em Lisboa, será tão importante para a humanidade… embora me angustie saber que já não irá a tempo dela…


Talvez do meu, se chagar a estas idades… A minha outra tia, de esclarecida memória, costumava contar de uma sua avó que ficou assim… de volta à infância, de nada.


A crise global da demência (porque é disso que se trata. Chamam-lhe um nome estranja para dar feeling, mas é demência, o assunto) afeta mais de 50 milhões de pessoas no mundo. Agora, segurem-se: estima-se que daqui a 30 anos, este número seja 3 vezes maior. 3 vezes!


A cimeira vai reunir cientistas internacionais de mais de 20 países, entre os quais se contam 2 laureados com o prémio máximo da medicina, em 2004 e 2014: Richard Axel e John O'Keefe,  que farão intervenções sobre neurologia e genoma; bem como de redes de cérebro essenciais para a construção de memórias.


Lincon?!? Na... esse era outro!

O neurocientista John O’Keefe, Nobel da Medicina em 2014, pela identificação de um “GPS” cerebral, partilhou hoje em Lisboa alguns pormenores desta investigação, sobre a qual disse esperar que possa responder a desafios como o da doença de Alzheimer.


A investigação premiada descobriu as “células que constituem um sistema no cérebro de determinação da posição”, ou seja, uma espécie de GPS cerebral.


Este sistema permite responder a questões simples, tais como: “Como sabemos onde estamos? Como conseguimos encontrar o caminho entre um local e outro? Como guardamos esta informação de modo a pudermos encontrar rapidamente o caminho uma outra vez?”.


Na sua palestra, o laureado mostrou alguns vídeos da experiência, com os ratos que foram utilizados e que estabeleceram vários circuitos, os quais foram interpretados como mapas celulares relativos a células do hipocampo, parte do cérebro que é considerada a principal sede da memória.


O investigador referiu que o estudo da mudança do desenvolvimento sequencial e fisiológico em modelos pode vir a ser usado numa tarefa maior: a deteção da doença de Alzheimer nos humanos.

Falou-se na casa ideal para um doente destes, e de um bonequinho muito especial...


Minha querida... tanto que tu gostas de bonequinhas... Já lá tens 2 ou 3 que... tinhas dado à Alice e à tua afilhada Leonor. Foram estimadas, e agora regressaram à procedência.
Se eu pudesse, comprava-te uma foca destas...




terça-feira, 19 de setembro de 2017

A blincal, a blincal... (vai o macaque ao...)

- AAAAAAAAAEEHHHHHHH cablan! Y ti vi apanhi comme si fora un cavale- Hihihihihihihihihihihihi

Digam lá o que disserem, estes tempos são um período fantástico para se viver! Já nem falo nas modernices e modernismos tecnológicos, no bom que a tecnologia e a vida moderna nos facilitam. Agora, a guerra nuclear está aí! YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O tamagotchi coreano não é capaz de estar quieto, o filha da puta. Anda sempre a aparecer na notícias, todo excitado, a mandar bombas para onde quer que calha, e a assustar o Japão; sempre rodeado por um exército de velhos todos iguais, atrás dele, a rirem-se. Ei-lo!



O presidente norte-americano Donald Trump, aquele tipo que parece que tem um rabo de raposa morta na cabeça, e estava habituado a apresentar concursos de televisão (cá, com o Hernâni Carvalho, não tinhas sequer hipótese), chateou-se e defendeu hoje, perante a assembleia geral da ONU, e o incrédulo Gutiérrez, que os seus Estados Unidos poderiam “destruir totalmente" a Coreia do Norte, caso as tensões atuais levem a um conflito com o eventual uso de armas nucleares. Uma cena do tipo: “varre-se aquela merda do mapa, e prontos. Gajos com os olhos em bico, é o que mais há por aí. Basta um pouco e humidade e tarús! Lá vem mais uma resma deles.”


Isto aconteceu hoje, no debate geral anual da 72.ª Assembleia-Geral da ONU, in New York, New York. Antes de Trump… falou o brasilês Michel Temer, o tal que tem mais de meio Brasil detrás dele, por causa de tanta falcatrua. Trump conseguiu falar mais de 40 minutos, sem se babar, ou fazer xixi nas calças. Claro, curto e conciso: se a Coreia do Norte, e o regime de Pyongyang continuar a ameaçar os Estados Unidos e aliados, arrasa-se aquela merda toda! Meto forças motorizadas e “destruo totalmente a Coreia do Norte”

 “É altura de a Coreia do Norte perceber que a sua desnuclearização é o único futuro aceitável”, advertiu Trump, na sua primeira intervenção perante a Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que começou hoje.

"Os Estados Unidos têm um grande poder e paciência, mas se formos forçados a defender-nos e a defender os nossos aliados, não teremos outra opção se não a de destruir totalmente a Coreia do Norte. O 'rocket man' está numa missão suicida para si mesmo e para o seu regime", explicou Trump no seu discurso, fazendo referência ao líder norte-coreano, Kim Jong-un.

Quem ficou muto apoquentado foi o secretário-geral da ONU, o nosso Tony Guterres, que alertou que a ameaça nuclear está “ao nível mais alto desde a Guerra Fria” e avisou as partes envolvidas na crise da Coreia do Norte que "conversa inflamável pode conduzir a mal-entendidos fatais".

 
E onde é que eu meto o porta-aviões, calago?!?!?!?

AHAHAHAAHAH ist da toulada é mesmo inglaçadé



Por seu lado, o exército da Coreia do Norte informou que "devastará impiedosamente" os Estados Unidos se Washington decidir atacar, num momento em que grupo de porta-aviões norte-americano se dirige à região, com receio que os norte-coreanos possam conduzir um sexto teste.


Isto está a ficar bonito, está!

Da crise do meu grande amor clubístico (que agora dói... tanto...)

Este Sabi tem porras...

O meu comentário a agradecer, a generosa oferta do meu amigo Paulo Cerdeira, levou—me a pensar, e a escrever sobre o estado atual da minha paixão clubística, que puxo aqui para o meu blogue:


"Meu querido Paulo, milhões de bem—hajas (pela oferta de ingressos para o próximo jogo, na Luz). Agradeço tanto como se pudesse aceitar. Acredita.

Mas ir a Lísbia, ainda que com ingressos oferecidos,l€va tempo, e algum guito, também. Tempo que não sobeja, tal e qual, o arame. Neste ano, e nos outros últimos que por ora findaram, ainda não comprei nenhum certificado de aforro dos CTT, se é que me faço entender.

Depois, meu caríssimo, IR VER O QUÊ?!?!? Ó VALHA—ME DEUS... :(

Eu adoro o futebol bem jogado. Melhor quando o meu Benfica, o nosso Benfica ganha, e bem ganho.

Mas se os gajos não jogam um caracol, uma beata...

Aquele Rafa, por exemplo, que foi caro como o boa da puta que o pariu, anda—me ali a arrastar—se, feita miniatura do Camões, e NÃO FAZ UMA!!!!!

Esta imagem guardo eu de ti...

Fizemo—los, criámo—los, e vendemo—los, SEMPRE, MAS SEMPRE, ANTES DO TEMPO!!!!!! SEMPRE ANTES DE OS METERMOS A RENDER, SEM POLIRMOS ESSES DIAMANTES QUE HAVERIAM DE RENDER AINDA MUITO MAIS.

O Renato Sanches marchou bem (mas os Fritzes, já perceberam que são capazes de se terem esticado...); o Nélson Semedo, também foi bem para os blaugrana... mas e o Bernardo Silva (ai meu Deus, o quanto eu o choro... todos os dias...), o Gonçalinho Guedes, o João Cancelo...

O Vierinha quer exterminar a dívida. É bem. Mas... da—se—fo!!!!! O BENFICA NÃO É A DONA BRANCA!!!!! caracol!!!

Como me disse em reunião informal, quando eu era vice-presidente de Marvão, um ex—autarca de Portalegre, que muito estimo, depois de ter comprado o edifício da Fabrica Real onde hoje funciona a câmara: isto um gajo, até para contrair dívidas, tem de ter estilo... ;)

Se eu falasse com o nosso mais que tudo, lhe diria: "Luisinho... não faiz anssim não! Olha qui tu mata a gentxi!"

E ao Rui, que só me leva 3 ou 4 anos, lhe diria: "man, tu já provaste que és muita bom. Tu és do melhor! Atenção que levaram—te muitos bons, sem os quais, é mais difícil, mas, nota bem:

1— Entra aos jogos para ganhar. Não mastigues, não adies, não deixes para o fim. Mata e já está! Depois... bate o charuto que quiseres.

2— Se são os avançados que marcam golos, lança o Jiménez, o Esferovite, e o Don Jonas Pistolas, que é o futebol transformado em poesia em movimento.

3— O Filipe Augusto, que tu tanto gabas, deve ser extraordinário... no Varzim! Não sei é... se o metem a jogar. O Samaris sabe mais de futebol no olho do cú, que este piqueno no cérebro inteiro.

4— Manda executar o preparador físico. MAS QUE RAIO DE MERDA É AQUELA?!?!?!?! ESTAMOS AGORA A COMEÇAR, E ESTÁ MEIA EQUIPA PRESA POR ARAMES...

5— Não queres que executem o Varela. É bem. Mas dá vontade... Se o cachopo fosse júnior, e eu o treinador do escalão, tinha estado toda a noite a dar—lhe murros nos cornos!!!! MAS A QUEM É QUE DEUS DÁ JUÍZO DE SOCAR AQUELA BOLA?!?!?!?!?! UM GUARDA—REDES DO GLORIOSO?!?!?!?!?! Nem eu...

6 — O Luisão? É um amor. Um clássico. Um ídolo do clube. De tempos passados...
Ouve lá: nem rins, nem pernas, nem aquela cabecinha de pénis, que tantas alegrias nos deu... valem. Tem que ser outro, tem de mudar. Jardel só não chega, por tudo o que aprendeu com ele, e o cachopo que lá meteste no sábado, de vinte e poucos anos... vamos lá a ver se a gente se entende, e olha que eu sei que o treinador és tu: um defesa central tem de ser uma torre, um pilar da equipa, um refúgio de confiança, um porto seguro, de abrigo. De maneira que os avançados olhem para lá e pensem: "xiiiii... e agora, como é que eu mamo este? Estás a ver o Maldini? Um desses. Intransponível!
Viste o trambolhão do Luisão contra os russos? Onde é que andava o teu cachopo, no golo do Boavista? Tinha ido comprar Sugus?

Por isso, te aconselho: faz birra com o Orelhas, como eu estou a fazer contigo. Deita—te pró chão, à porta do gabinete; grita, braceja, faz—te ouvir!!!!
"OU ME COMPRAS GENTE (que inclui um preparador físico em condições, uma equipa deles!!!), OU VOU DAR UMA ENTREVISTA AO CORREIO DA MANHÃ!!!!!!
Eu adoro o Rui. Ele tem crescer, ele está a aprender, ele vai ler este post.

Rui: <3 Não quero mais nenhum senão você! Você será como o Fergusson no Manchester. Você tem fibra, ciência, técnica, é doutor do futebol, e alma benfiquista. Você mas faz esquecer aquela puta do Chiclete, que eu não quero sequer falar.

Riam—se, riam—se. Vocês já viram este filme, chamado #ascontasfazemsemasénofim
CHUPEM—MOS, LAGARTOS DUM CORNO!!!!!"

Até choras... LABREGO!!!!!

domingo, 17 de setembro de 2017

Revisitando, recordando, ovacionando, OS GRANDES LUCKY DUCKIES


Há dias, estava eu a espreitar a aldeia virtual global antes de dormir, já na cama, e deparo-me com esta peça absolutamente notável: os Lucky Duckies, enorme banda de swing/rock'n'roll portuguesa, da qual me tornei amigo, enquanto vereador da cultura de Marvão, inovou e cantou em português. Um português pensado, estiloso, que fez jus à sua carreira de crooners, e de grandes porta-vozes do glamour da arte que cantam. Adorei. Comentei com o meu grande amigo Pedro Silvério, e dali, desta interação, o próprio Marco, o vocalista, interagiu connosco e, fizemos do facebook, uma belíssima sala de convívio, onde pudemos ter a felicidade de interagirmos.

Gostaria de colar aqui, nesta minha casa, algumas imagens, para que um dia, possa recordar.



O Marco é uma delícia. Um bonacheirão, sempre bem disposto, que nunca perde o timbre e o toque, de quem dá gosto se estar junto. Eu, enquanto vereador, cedi às suas insistentes e inúmeras tentativas para atuar em Marvão, e ainda bem que o fiz. O homem tem uma bagagem cultural, musical, que deve ser inédita no nosso país. Tornámo-nos amigos, e vieram cá mais que uma vez. Na sua vida, fez a escola dos karaokes, e tem um domínio quase absoluto. Para mim, quando se finasse daquia muitos, muitos anos; iria para o panteão nacional. Anda sempre acompanhado com os melhores músicos, muitos das escolas de jazz, e encanta, por onde quer que passa.

Para além de todos os seus atraentes atributos, conta com o apoio da sua esposa, a doce Cláudia, com quem contracena em palco.

Ah... eu adoro eles.

Nos comentários, cheguei a recordar as atuações que tivemos juntos (!), e foi tão com, tão bom recordar...



O video em baixo





No outro dia, de manhã, a minha Alice veio deitar-se junto a mim, e eu mostrei-lhe, orgulhoso, os vídeos.

- XXXXXXXXiiiiiiiiiiiiiiiiii, pai...

- Então? (Já viste o inglês?, pensei...)

- CANTAS MESMO MAL...


O meu muito obrigado a quem fez este último video, que me desculpe, mas não recordo quem foi. Trata-se de uma peça verdadeiremanete belíssima, para mim. O meu Manel...

sábado, 16 de setembro de 2017

As histórias de Alice— e o episódio de hoje é: "A honra e... o(a) azelha"


Hoje era o 1° dia de aulas. Efetivo. A contar mesmo a sério. 

Acordou com o despertador no seu quarto, e eu, a ouvi—la enquanto fazia a barba.

Bem disposta, lavou—se, aprumou—se e chegou à cozinha, com alto astral.


Para grande surpresa minha, deixou—me tirar fotos, com a mochila nova dos cãezinhos. Foi a troco de uma promessa, que lhe compraria o que quisesse caso deixasse (é tão altruísta...), quando fossemos a qualquer lado. Mas isso, não interessa nada para aqui, agora.

Decorreu tudo bastante bem, e atempadamente. Saímos on schedule, 9.40h, para a deixar na escola às 9.45h, e chegar a Marvão às 5m para as 9h, 9h, a fim de abrir a porta do meu estaminé.

Antes de chegar ao largo do mercado, junto à loja do sr. Zé Moura, frente à drogaria do Abílio, sai—me um jipe preto de marcha atrás, de uma ladeira da casa, de uma senhora que vive ali. Um carro tão grande, e tão depressa, que nem sequer tive tempo de reclamar, ou buzinar.

Travei a fundo, tentei desviar—me ao choque, procurei evitar embater nos ali parados, fui travando mais, e consegui enfiar o meu Caguincha, a um palmo dos obstáculos. Ufffffff... Respirei fundo. Olhei para o jipe, mas a senhora nem me estava a ver!


— Faltou um bocadinho assim... (disse—lhe o quanto, com a mão)

Ela, admirada, com ar de muito espanto, disse: "desculpa... Nem te vi, Sabi! Saí de marcha atrás da ribanceira, e nem dei por ti..."

— "Já passou...", disse—lhe. "Tens de vir com mais cuidado, senão..."

Arrancou, sorrindo. Foi à sua vida. Eu, confidenciei com a minha co—piloto, disfarçando o orgulho na minha destreza automobilística, que me espantou até a mim. Não tenho o hábito de viver, estas situações de aperto assim com tanta frequência.

—Viste Alice?!?!? Granda pinta... Visto como aqui o mangas, evitou um acidente?!?! Granda pinta, hein? (Modesto... as usual...)

— Pfff... granda pinta... Se fosses mesmo bom, tinhas travado lá atrás... Olha onde tu foste parar... mesmo aqui junto aos carros! E não bateste por um triz...

(Estava capaz de lhe ter explicado, que isso teria sido impossível, dada a velocidade enorme com que se atravessou na minha frente, mas... pensei bem e... não teria valido de nada. Tinhamos coisas mais importantes, que me queria mostrar, no placard da escola. Orgulho...)


Nota do escriba: estas aventuras e desventuras da indomável Alice, que conto aqui, foram mesmo tal e qual. Sem tirar, nem pôr. Quem me conhece, sabe que eu não sou gajo, para estar aqui a contar lérias. Faço—o com grande custo. Não por mim, que adoro, mas tenho de passar por diversos lápis azuis cá de casa. Porque ninguém tem nada a ver com o que é nosso, porque há sempre o famigerado medo, de tudo aquilo que é posto na net, pode atiçar a cobiça de malvados, que a podem roubar... enfim.

Faço—o, porque preciso de algo mais que trabalhar nos impostos, para me sentir feliz, e realizado. Faço—o porque escrever é aquilo que mais amo fazer na vida, a par de outras coisas. Faço—o para memória futura delas, e minha. Faço—o porque sei que tenho leitores, que comentam comigo, que me dão um prazer ENORME, quando me dizem que me seguem. A eles, dedicado a eles, vai. Peço—lhes que se metam como meus seguidores, clicando na tecla "A SEGUIR", por forma a que não me leiam quando me apanhem, na marabunta da confusão geral, e me possam ler assim que publico. Em 1° lugar. Eles, ficam dentro, em 1a mão, e eu, com as costas (mais) quentes. Obrigado. 

Quem com ferros mata...


As infantas estavam refasteladas no sofá, a curtir os últimos dias de férias, com as suas "cenas" (telemóvel, a maior; dibujos na tele, a pequena), quando o pai chegou a casa.

Nesse momento, dá o anúncio do filme "Monstros e Companhia", no sábado, às 11h, no Disney Channel.


— Alice... Que filme tão maravilhoso... 

A tua irmã viu o dvd, vezes sem conta, quando era da tua idade, e mais pequena, ainda. Acho que ela achava que era a BOO... E se era parecida... (Lembrando—me das suas lágrimas de alegria, quando da primeira vez que o viu, descobriu que a sua heroína estava viva, no final). Este é um daqueles filmes que o pai tem lá em cima, e te convida tantas vezes a ver. Desta vez vai dar na televisão... poderias ver...


— Ó pai... não gosto!!!!!

— Ó filha, todas as crianças gostam... Pelo menos experimenta... vais ficar agarrada...

— Não gosto e prontos!!!!!

(Torta com'a cornos!!!)

— Olha, pai: eu não sou o Pedro Alexandre, nem a Fernanda Cristina, nem a Leonor!!! Eu sou a Alice! Não gosto e já está!!!!

— Então põe—te a ver essa porcaria do acampamento KiKiwaka esse, essa porcaria, de episódios gravados, e regravados, vistos e revistos, dos quais tens as falas todas decoradas, cheios de meninos a querem aramar—se em espertos e mauzões. Vê, que é uma bela escola, e hás—de ir parar perto!


Vê mais youtubers mandriões, com os quais não se aprende absolutamente nada, a não ser... SER TONTO!


— Então... cada um vê o que quer. Não dizes sempre que amigo... não empata amigo?

— :(

Y porque no te callas?!?!?

Alice revisita a Cristina, sua mãe, do rancho, com a mesma idade


Ao terminar as festas em honra de nossa senhora da Estrela deste ano, o meu amor mais pequenino (que por ser assim, é o maior) brilhou. Registei o momento no meu mural de facebook, e não quero deixar de o plasmar aqui, na minha casa virtual de sempre.

O grupo infantil do Rancho Folclórico da Casa do Povo da nossa terra, foi dançar a Marvão, a convite da presidente da freguesia de Santa Maria, Sandra Paz, e fez furor. No final, esta edilidade, revelou—se tocada, e emocionada, pela beleza do momento, de ver os nossos mais pequeninos, darem continuidade a esta tradição, de enaltecer o passado.


Hoje, a minha Alice, vestida com o traje da mãe, Fernanda Sobreiro, com mais de 30 anos, dançou com o filho (Joao Bernardo), do seu par de então, o meu querido, malogrado, Sérgio Bernardo (que nos deixou na flor da idade).


Fortuitamente, sem ser pensado, sentei—me ao lado da minha amiga Estrela Bernardo, a viúva, para poder captar estas fotos. Durante a atuação, dei por ela, a rir, e a chorar, ao mesmo tempo. Não sei se, como ela me disse, por achar graça como eles (pela diferença de idades, e alturas) se mexiam; se emocionada pelo momento. Eu, que adoro a minha filha, e o adorava a ele (e por conseguinte, gosto muito, e me sinto muito próximo dela, e do seu filho), fiquei muito tocado e feliz. Feito estúpido, já não consigo chorar... (a razão dos trambolhões da vida; marranços com muros, montado em vespas; e afins). Mas tinha—me sabido tão bem...

Que forma de fechar o dia... Que momento único...

Obrigado. Em 1° lugar, à Ana Vidal, que teve a paciência, e o nível necessário para os ensaiar. Em 2° lugar, ao Fortificar Marvão, que esteve na génese da ideia. Agradecimento também, enquanto pai, e arenense, à Casa do Povo de Santo António das Areias; e à freguesia de Santa Maria de Marvão na figura da sua presidente, ambas, pela oportunidade.

Para ultimar: PARABÉNS A ELES TODOS! Foram 5 estrelas! 

Foi muito bom!

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