Aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh!
Muito bom!
Bem me podem vir com a conversa que a praia cansa e não sei quê e o que está a dar é o campo e o turismo cultural e blá blá blá... A mim, quem me tira a prainha tira-me tudo. Mesmo que sejam só cinco dias, mesmo que seja só para matar saudades, entre reencontro faz-me sempre sentir como se nunca tivesse saído de cá.
Olhando à volta, às vezes dá-me vontade de mandar tudo às urtigas e ficar por aqui, como os pescadores que trabalham só para comer porque roupa quase não é precisa e porque quem tem o mar por companhia não precisa de outras coisas materiais.
O cheiro da maresia, a areia húmida entre os dedos dos pés, o sabor salgado da água, o sol e o calor e as longas caminhadas à beira-mar... tudo é perfeito.
Nestes dias de relax e de recarregar baterias tenho reparado que algumas coisas mudam, outras estão simplesmente diferentes e outras são mesmo novas.
Destes considerandos que me acompanham, gostava de partilhar alguns convosco...
I) O mar... esse grande urinol!
Muito bom!
Bem me podem vir com a conversa que a praia cansa e não sei quê e o que está a dar é o campo e o turismo cultural e blá blá blá... A mim, quem me tira a prainha tira-me tudo. Mesmo que sejam só cinco dias, mesmo que seja só para matar saudades, entre reencontro faz-me sempre sentir como se nunca tivesse saído de cá.
Olhando à volta, às vezes dá-me vontade de mandar tudo às urtigas e ficar por aqui, como os pescadores que trabalham só para comer porque roupa quase não é precisa e porque quem tem o mar por companhia não precisa de outras coisas materiais.
O cheiro da maresia, a areia húmida entre os dedos dos pés, o sabor salgado da água, o sol e o calor e as longas caminhadas à beira-mar... tudo é perfeito.
Nestes dias de relax e de recarregar baterias tenho reparado que algumas coisas mudam, outras estão simplesmente diferentes e outras são mesmo novas.
Destes considerandos que me acompanham, gostava de partilhar alguns convosco...
I) O mar... esse grande urinol!

Se atendermos aos largos milhares de novos visitantes que chegam neste período estival e se encontram espalhados pelo areal fora; e ao facto de praticamente não existirem casas-de-banho disponíveis junto às praias (salvo honrosas excepções!), cedo chegamos à conclusão que 90 e muitos por cento da rapaziada, vai verter águas no sítio mais óbvio: a própria água! Tudo isto é mais do que comprovado quando aferimos que essas escassas casas de banho disponíveis são provavelmente o único sítio nesta região que não tem fila em Julho. Há filas para o pão, para o café, a dos telefones públicos acabou por causa dos telemóveis, mas há filas para estacionar, filas para entrar na praia, para fazer uma caricatura no calçadão por 5 euros, para os correios, para tudo e mais alguma coisa, menos para os WC. A malta chega ali à beirinha e zás! Aaaaaah! Já está!
Nestes dias de ócio tenho-me entretido a apreciar a forma como cada um dá a volta a esta questão. As observações directas permitem-me diagnosticar já nesta fase, sete tipos diferentes de abordar esta temática higiénica:
1) O dissimulado – É o grupo maioritário. Integra os homens, mulheres e crianças que sabem que mijam dentro de água, mas tudo fazem para que os outros como eu, que estão a reparar, não desconfiem do que estão a fazer. Fingem que se estão a ambientar á gua, entram só o suficiente para não se notar o repuxo, vão fazendo gestos com as mãozinhas para parecer que estão a nadar e chegam mesmo a sacrificar-se num mergulho para que pensem que foram mesmo à água sem outro objectivo por detrás, apesar de saberem que está gelada. Sabem-na toda!
2) O óbvio / convencido – Mija à grande e à francesa. O homem mete as mãos nas ancas e chega mesmo a suspirar de alívio durante o acto. Os adeptos desta modalidade fazem força ao ponto de ficarem vermelhos. Nunca encobrem o arrepio final. Fazem a coisa de uma maneira de tal ponto descarada que só lhes falta pedir à autarquia local que lhes construa um muro ou uma estrutura dentro de água para que possam colocar a mãozinha na parede enquanto com a outra seguram o respectivo entremejo. É uma figura clássica. Na sua vida normal, rotam em público, coçam-se em público e já nascem com o palito na boca.
3) O maldoso – Alivia-se estando plenamente consciente de que está a fazer algo errado e nada higiénico mas ainda assim prevarica e sente-se feliz por tal. Os mais avançados nesta técnica dão-se ao luxo de estudar as vítimas e o lugar onde podem pregá-la, não perdendo a oportunidade de inquinar as águas territoriais do vizinho de guarda-sol que lhe mandou uma boca ao penteado.
4) O pedagógico / ecologista – Ensina os filhos a fazerem xixi na águinha passando assim o ensinamento de geração em geração. Acredita da tal forma que o que faz é correcto que chega a defender que o facto de urinar no mar faz parte do próprio ciclo da água. É sócio da Quercus e adepto do nudismo que só não pratica por pura vergonha e por achar sempre que o do vizinho... é maior que o seu!
5) O arrependido – Pensa sempre duas vezes antes de se encaminhar para a água para cumprir as necessidades. Nalgumas vezes consegue resistir e faz-se ao caminho para encontrar o urinol mais próximo, noutras faz mesmo ali, mas dá sempre nas vistas porque sai com um ar de desconsolo e de quem fez algo de muito mau. É dos mais facilmente identificáveis à vista desarmada.
6) O narcisista – Mija devagar, convicto e desfruta do fluxo de água quente em seu redor. Pratica o acto quase sempre em isolamento e não consegue disfarçar um sorriso nos lábios por ter concretizado mais uma das suas. Homens divorciados e com tendências sexuais dúbias preenchem em larga escala este grupo.
7) O ingénuo – Faz xixi mas nem dá por ele. Pensa que toda a gente o faz. Enquandra-se por vezes num dos grupos anteriores por pura falta de tino. Entra na água, verte águas, ri-se com ar conivente para os que o cercam e sente-se bem.
Estando certo que existem muitos outros grupos que possam ser identificados, faço aqui o apelo para quem detecte outros modus operandii, e me queira ajudar a engrossar a lista. Nunca se esqueçam, sempre que ouçam: “Ó mãe, aqui está mais quentinha!”, é porque há mouro na costa.
II) A Bolinha... que já era!
Nestes dias de ócio tenho-me entretido a apreciar a forma como cada um dá a volta a esta questão. As observações directas permitem-me diagnosticar já nesta fase, sete tipos diferentes de abordar esta temática higiénica:
1) O dissimulado – É o grupo maioritário. Integra os homens, mulheres e crianças que sabem que mijam dentro de água, mas tudo fazem para que os outros como eu, que estão a reparar, não desconfiem do que estão a fazer. Fingem que se estão a ambientar á gua, entram só o suficiente para não se notar o repuxo, vão fazendo gestos com as mãozinhas para parecer que estão a nadar e chegam mesmo a sacrificar-se num mergulho para que pensem que foram mesmo à água sem outro objectivo por detrás, apesar de saberem que está gelada. Sabem-na toda!
2) O óbvio / convencido – Mija à grande e à francesa. O homem mete as mãos nas ancas e chega mesmo a suspirar de alívio durante o acto. Os adeptos desta modalidade fazem força ao ponto de ficarem vermelhos. Nunca encobrem o arrepio final. Fazem a coisa de uma maneira de tal ponto descarada que só lhes falta pedir à autarquia local que lhes construa um muro ou uma estrutura dentro de água para que possam colocar a mãozinha na parede enquanto com a outra seguram o respectivo entremejo. É uma figura clássica. Na sua vida normal, rotam em público, coçam-se em público e já nascem com o palito na boca.
3) O maldoso – Alivia-se estando plenamente consciente de que está a fazer algo errado e nada higiénico mas ainda assim prevarica e sente-se feliz por tal. Os mais avançados nesta técnica dão-se ao luxo de estudar as vítimas e o lugar onde podem pregá-la, não perdendo a oportunidade de inquinar as águas territoriais do vizinho de guarda-sol que lhe mandou uma boca ao penteado.
4) O pedagógico / ecologista – Ensina os filhos a fazerem xixi na águinha passando assim o ensinamento de geração em geração. Acredita da tal forma que o que faz é correcto que chega a defender que o facto de urinar no mar faz parte do próprio ciclo da água. É sócio da Quercus e adepto do nudismo que só não pratica por pura vergonha e por achar sempre que o do vizinho... é maior que o seu!
5) O arrependido – Pensa sempre duas vezes antes de se encaminhar para a água para cumprir as necessidades. Nalgumas vezes consegue resistir e faz-se ao caminho para encontrar o urinol mais próximo, noutras faz mesmo ali, mas dá sempre nas vistas porque sai com um ar de desconsolo e de quem fez algo de muito mau. É dos mais facilmente identificáveis à vista desarmada.
6) O narcisista – Mija devagar, convicto e desfruta do fluxo de água quente em seu redor. Pratica o acto quase sempre em isolamento e não consegue disfarçar um sorriso nos lábios por ter concretizado mais uma das suas. Homens divorciados e com tendências sexuais dúbias preenchem em larga escala este grupo.
7) O ingénuo – Faz xixi mas nem dá por ele. Pensa que toda a gente o faz. Enquandra-se por vezes num dos grupos anteriores por pura falta de tino. Entra na água, verte águas, ri-se com ar conivente para os que o cercam e sente-se bem.
Estando certo que existem muitos outros grupos que possam ser identificados, faço aqui o apelo para quem detecte outros modus operandii, e me queira ajudar a engrossar a lista. Nunca se esqueçam, sempre que ouçam: “Ó mãe, aqui está mais quentinha!”, é porque há mouro na costa.
II) A Bolinha... que já era!

Há coisas que casam tão bem que é quase impossível separá-las. Poucos prazeres na vida se assemelham ao divino desejo de comer uma bolinha de Berlim na praia, depois de saídos do banho e enquanto nos esticamos nas toalhas para secar. É um daqueles rituais que nascem connosco e que nos habituamos a estimar e a preservar. Dia de praia sem a bolinha não é dia de praia que se preze. Esqueçam as dietas e as recomendações médicas, porque quando na praia, a bolinha é tão indespensável como o protector solar ou os óculos escuros.
Assim que cheguei, mal avistei o chapéu de sol ambulante e as t-shirts brancas, mal ouvi o som da campaínha e o grito : “olhá boulinhaaaaaaaaaaa”, pus-me em sentido, em sinal de respeito.
O primeiro susto veio logo a seguir. 2 euros por cada uma??????? Phónix! Eu ainda sou do tempo do escudo e 400 por cada, soou-me a roubo flagrante. O meu irmão tranquilizou-me: “é 1 euro para a mercadoria e mais 1 euro para o gajo que anda aí o dia inteiro à esturra do sol, praia abaixo, praia acima, para te dar este prazer mesmo á beira-mar”. Achei justo e passei desde então a considerar que o valor pago deve ser mentalmente dividido em dois: 1 euro para o bolo, 1 euro de gorjeta. Assim custa menos a largar.
Já com ela na mão, depois da primeira trincadela, outra e outra se seguiram na busca do creme perdido... em vão. Pensei : “o cabrão enganou-me! Vendeu-me uma bolinha seca! Sacrilégio!”. Ainda pensei em reclamar mas a carruagem já ia longe e dei-lhe o benefício da dúvida. A bola estava mais ou menos mas faltava-lhe o cerne da questão, o néctarzinho amarelo.
No dia seguinte, precavi-me. O dealer era outro, uma senhora que pesava não sei quantas arrobas e colocou uma banda gástrica e deu no noticiário da Sic à hora de almoço. Reconheci-a logo. “Ó Dona, há com creme?”. A mulher quase que tirou os óculos escuros para me ver melhor e fitou-me com um ar de quem está a ver alguém que disse uma grande heresia. “Com creme já não há, senhor. Acabou há 2 anos”. “Mas como é possível, por Deus? ASAE?”, perguntei. “Sim senhor. E a Capitania também não deixa”.
Deu-me vontade de começar a correr aos urros pelo areal, vociferando aos céus como faziam os heróis clássicos da Roma Antiga nos filmes do C. C. B. DeMille, gritando a desgraça.
“Sabe... houve uma senhora que comeu creme estragado e quase morreu”, disse-me, com ar abatido.
E eu tive vontade de responder: “Ai sim? Morreu? Enterra-se! Há tanta gente boa que morre por aí todos os dias e que culpa tenho eu que me tenham tirado o creminho da bolinha por causa de uma gaja que eu nem conheço? E a PJ investigou? Chegou a saber ao certo se a causa da intoxicação foi mesmo da bola ou foi duns ovos mexidos manhosos que comeu na roulotte da esquina na noite antes?”
Estou desolado!
A praia nunca mais será a mesma!
Pois fiquem a saber que a mim não me enrolam à primeira! Fiquem sabendo que a minha sogra faz bolos e eu hei-de regressar em Agosto! E eu sei que a minha sogra também usa creme daqueles para barrar outros bolos e dá próxima não me hão-de amolar! Hei-de-lhe pedir uma caixinha dele e hei-de guardá-la religiosamente numa geleira para que a possa levar para a prainha e assim barrar as bolinhas que lá comprar mesmo aos olhos de toda a gente.
E disponibilizo-me desde já, a barrar as bolinhas de quem queira (salvo seja!), desde que haja creme e se una a mim nesta cruzada.
Os cabos de mar não estão incluídos! Se querem bolas recheadas junto ao mar, VÃO À PADARIA!
Assim que cheguei, mal avistei o chapéu de sol ambulante e as t-shirts brancas, mal ouvi o som da campaínha e o grito : “olhá boulinhaaaaaaaaaaa”, pus-me em sentido, em sinal de respeito.
O primeiro susto veio logo a seguir. 2 euros por cada uma??????? Phónix! Eu ainda sou do tempo do escudo e 400 por cada, soou-me a roubo flagrante. O meu irmão tranquilizou-me: “é 1 euro para a mercadoria e mais 1 euro para o gajo que anda aí o dia inteiro à esturra do sol, praia abaixo, praia acima, para te dar este prazer mesmo á beira-mar”. Achei justo e passei desde então a considerar que o valor pago deve ser mentalmente dividido em dois: 1 euro para o bolo, 1 euro de gorjeta. Assim custa menos a largar.
Já com ela na mão, depois da primeira trincadela, outra e outra se seguiram na busca do creme perdido... em vão. Pensei : “o cabrão enganou-me! Vendeu-me uma bolinha seca! Sacrilégio!”. Ainda pensei em reclamar mas a carruagem já ia longe e dei-lhe o benefício da dúvida. A bola estava mais ou menos mas faltava-lhe o cerne da questão, o néctarzinho amarelo.
No dia seguinte, precavi-me. O dealer era outro, uma senhora que pesava não sei quantas arrobas e colocou uma banda gástrica e deu no noticiário da Sic à hora de almoço. Reconheci-a logo. “Ó Dona, há com creme?”. A mulher quase que tirou os óculos escuros para me ver melhor e fitou-me com um ar de quem está a ver alguém que disse uma grande heresia. “Com creme já não há, senhor. Acabou há 2 anos”. “Mas como é possível, por Deus? ASAE?”, perguntei. “Sim senhor. E a Capitania também não deixa”.
Deu-me vontade de começar a correr aos urros pelo areal, vociferando aos céus como faziam os heróis clássicos da Roma Antiga nos filmes do C. C. B. DeMille, gritando a desgraça.
“Sabe... houve uma senhora que comeu creme estragado e quase morreu”, disse-me, com ar abatido.
E eu tive vontade de responder: “Ai sim? Morreu? Enterra-se! Há tanta gente boa que morre por aí todos os dias e que culpa tenho eu que me tenham tirado o creminho da bolinha por causa de uma gaja que eu nem conheço? E a PJ investigou? Chegou a saber ao certo se a causa da intoxicação foi mesmo da bola ou foi duns ovos mexidos manhosos que comeu na roulotte da esquina na noite antes?”
Estou desolado!
A praia nunca mais será a mesma!
Pois fiquem a saber que a mim não me enrolam à primeira! Fiquem sabendo que a minha sogra faz bolos e eu hei-de regressar em Agosto! E eu sei que a minha sogra também usa creme daqueles para barrar outros bolos e dá próxima não me hão-de amolar! Hei-de-lhe pedir uma caixinha dele e hei-de guardá-la religiosamente numa geleira para que a possa levar para a prainha e assim barrar as bolinhas que lá comprar mesmo aos olhos de toda a gente.
E disponibilizo-me desde já, a barrar as bolinhas de quem queira (salvo seja!), desde que haja creme e se una a mim nesta cruzada.
Os cabos de mar não estão incluídos! Se querem bolas recheadas junto ao mar, VÃO À PADARIA!
III) Estes britânicos estão loucos!!!!

Na vasta diversidade de bares que anima a vida nocturna algarvia, destacam-se os ingleses / irlandeses. Porquê? Porque são mais que as mães, porque estão sempre cheios, porque respiram ambiente familiar e porque me deixam sempre a questionar a razão da sua existência. As public houses, vulgo pubs, que se espalham por todo o ALLgarve, só confirmam a minha teoria que os bifes não batem bem.
Senão vejamos...
As famílias do Reino Unido que vêm passar o Verão a Portugal são de classe média – baixa, baixa. Isto não é, presumo, surpresa para ninguém. Os que têm mesmo muito guito vão para Espanha ou para as Seichelles, bazam daqui e não se enterram cá.
Se se deslocam para um país diferente, à procura de sol e praia, expliquem-me, por favor, se faz algum sentido que estes gajos se enfiem todas as santas noites em bares iguaizinhos aos que têm à porta da casa, na esquina do seu bairro, para se juntarem em longos e intermináveis Karaokes, para comerem e beberem até cairem de cú, enquanto há tanta coisa por fazer!
Não faz sentido! Mesmo.
Imaginem o que seria se um grupo de amigos ou familiares fosse daqui até Cancun ou Punta Cana e em vez de apreciar as vastas belezas autóctones, se enfiásse todas as noites numa taberna portuguesa, a mamar carapulos de vinho tinto e a comer couratos, a cantar temas perdidos do Tony de Matos ou a assistir à actuação sistemática do Rancho Folclórico da Casa doTrabalhador de Carrazeda de Ansiães ou aos Pauliteiros de Mirandela.
Tá demais! Só me apetece gritar: “ó rapazes, mexam-se! Espalhem-se por aí que a vida não é só isto! Vão pro bar do Camarinha, para a Kadok, para a Locomia, para o Sasha ou para o Nikki Beach ou para uma outra qualquer paneleirice dessas que inventaram do ano passado para cá, mas passar as noites como passam em casa... é desperdício! Mesmo!
“Don’t waste your precious time over there, lads! Cheers!”
E Boas Férias! Se for caso disso…