quarta-feira, 25 de julho de 2007

Vidas...

De pé: Mister João Sobreiro, Varela, Felino, Paulo Jorge, Miranda;
Em baixo: Maroco, Carita, Vítor, Zé Dias, Pedro


Bem dizia o Pessoa que “tudo vale a pena, se a alma não é pequena” e no “caso” do Arenense, foi mais do que verdade.

A conversa não caiu em saco roto. Fala-se já num almoço-convívio e numa publicação.

Ainda bem! São dois passos de gigante para reavivar memórias e semear um futuro que se quer bem grandioso.

Regressando aos posts e não querendo abafar a amena cavaqueira que por aqui se instalou, pego num comentário do meu querido amigo Rui Felino.

A páginas tantas, num dos seus textos, fala numa célebre foto que me fez dar voltas aos arquivos. Tenha a certeza que a tenho, mas como sempre... quando mais precisamos... é quando nunca encontramos e assim, vi-me na contingência de a requisitar à fonte. Bem hajas pela prontidão.

Confesso que estremeci quando a reavistei, sobretudo à luz dos acontecimentos últimos.

É incrível constatar como há imagens e lugares e sítios até, que funcionam para mim como portais no tempo, como passagens que me teletransportam para o passado.

Esta fotografia é disso o melhor exemplo.

Quando olho para ela, não sou quem sou hoje, mas quem era então ali. Pequenino, magricela, asmático, enfezado mas tremendamente feliz por fazer parte da selecção da minha terra. Bem sei que a mais não se deve que ao facto de ser filho do mister, caso contrário jamais ali estaria, mas isso agora não interessa nada.

Os Ray-Bans e o bigode e o cigarro que me hão-de acompanhar até ao fim dos meus dias; o remoínho na franja do Varela; a peruca e football styling do Rui; o Magafo, como era então o Magafo!; um fabuloso Orelhas, de fato de treino negro ao melhor estilo Yashin; e em baixo, de rodilhas, o meu vizinho Maroco; o Quinito Carita; o Bolinha, de risco ao meio; o Zé Pop (que então ainda não o era!); e moi même.

Quanta saudade!

Que felizes e que tontos éramos então. Às vezes já dou por mim a suspirar como fazia a minha avó quando me falava dos seus tempos de Valência de Alcântara. Acho que estamos a ficar velhos.


Quis o destino que no mesmo fim-de-semana, dois dos meus vizinhos da Rua Fernando Namora, dois dos miúdos que cresceram comigo (estando um, um pouco mais à frente e outro, um pouco mais atrás) se encontrássem nos dois lados diametralmente opostos dessa linha que é a vida: casou-se o Manel Coelho, enterrou-se o Fernando Maroco.

Quis o destino que no mesmo sábado de Julho, a paredes meias, se celebrásse numa porta uma união para a vida, enquanto que na outra se avistava o mais longo adeus.

E é difícil.

Perguntei-me a espaços o porquê? Porquê? Se há tantos dias nos anos e tantos anos vividos, se há tantas alturas para desgraças e alegrias acontecerem, porquê esta trágica coincidência? Será há alguma mensagem por detrás?

Eu acredito no destino, como condutor da nossa vivência. Já dei por mim em sítios e ocasiões onde jamais estaria se tivesse plenos poderes para decidir o que queria do meu futuro. Se alguém me tivesse dito, quando acabei a minha licenciatura, com tantos sonhos e planos na bagagem, que seria de profissão, Funcionário de Finanças, não iria acreditar. Mas no entanto, sou feliz que assim seja. Simplesmente, aconteceu. E eu acredito que para que as coisas aconteçam, tem de haver um motivo, mesmo que nós, às vezes, não o consigamos vislumbrar.

No Sábado casou-se o Manel. Com a Cláudia. E é tão bonito ver a sua relação de mais de uma década. O Manel é um companheiro daqueles à antiga. Daqueles em que se pode confiar. Despe, e eu já o vi!, a camisa por quem precise e está sempre disposto a ajudar. No dia do casamento, na nossa Igreja da Beirã, dei um abraço ao pai que estava visivelmente emocionado pela solenidade do acto. Sei que o Sargento Coelho, fervoroso devoto, é também um profundo fã do filho e apeteceu-me felicitá-lo pelo dia. Perguntou-me: “É um grande companheiro, não é?”. Eu respondi: “o maior!”. Quem o conhece como eu, sabe que é verdade. Foi um dia lindo, tão bem passado, com tantos amigos, em tão grande ambiente, com a Beirã e a Escusa e Marvão e Castelo de Vide a darem a mão em amenas cavaqueiras pela tarde e a noite fora que jamais me esquecerei de tão bom que foi. O melhor do Mundo para os dois! Muita saúde!

No Sábado, o que restava do Fernando, apagou-se. Recebi a notícia através da minha mãe, via sms. O nosso mundo tem destas modernices. Nem sequer tinha visto as notícias e já ela me dizia: “o militar que morreu era o vizinho Maroco”. Caiu-me tudo ao chão, porque não esperava. Parece-me que nestes momentos, o nosso cérebro faz um rewind imediato para pesquisar um memória, um contacto, uma palavra, um adeus, a última vez que o vi... A última vez que o vi, foi na piscina do Centro de Lazer da Portagem, creio que há 2 anos, quando veraneava com a mulher e as filhas. É daquelas cenas, por muitos anos que estivéssemos sem nos vermos, um abraço destes tem de ser apertado. O vizinhança! Vi-o feliz, saudavelmente vaidoso da sua carreira (porque o Maroco era sempre o mesmo!), orgulhoso a apresentar a família. Falou-me das minas e armadilhas, de como gostava do que fazia. “E não é perigoso?”, perguntei eu, feito tótó. Respodeu-me que não, que os riscos eram calculados, que era mais o show off que outra coisa qualquer. Lembro-me perfeitamente. Despedimo-nos com a promessa de um encontro qualquer... tipo um copo, ou uma jantarada nas férias do Algarve, onde ele residia há muito.

Dessa foto que nos contemplo acima, o Maroco era mesmo a morte mais improvável. Porquê? Porque era cauteloso, porque não era dado a excessos, porque era reservado e comedido e agora que penso nisso seriamente, porque tinha uma dignidade e uma educação que não eram consentâneas com a sua idade e eram muito pouco comuns num miúdo de aldeia, oriundo de uma família reservada e humilde.

O Maroco raramente dizia palavrões, quando todos nós, os outros gaiatos, vociferávamos de manhã até à noite, desde que não estivéssemos à frente dos pais. O Maroco era o único gajo que eu conhecia que sabia de cor as pistas da máquina do Pac-Man que estava no Nicau. Passava os níveis de memória e dava a volta à Arcada. Era genial. O Maroco mijava-se a rir quando me via assobiar porque eu quando assobio, assobio com a boca ao lado, senão o ar não me sai e o som, obviamente também não. O Maroco era uma espécie de irmão mais velho para os miúdos da rua que não tinham irmãos mais velhos e eu sempre tive um agradecimento e um carinho especial por ele. Numa altura em que os berlindes que as tias me compravam em Espanha desapareciam em minutos, o Maroco defendeu-me muitas vezes da hegemonia Felina. A Beirã nessa altura era um guetto. A ruas dominadas por gangs. O Maroco passeva-se pelo cenário com uma estranha imunidade.

Se é verdade que cada vez que reencontramos um velho amigo, se reacende uma luz na nossa alma... não é menos verdade que quando se apaga um, há algo em nós que parte com ele.

Consegui sempre conter a emoção, mesmo quando confirmei no noticiário televisivo que era mesmo ele.

Consigo hoje olhar para estes dois lados do espelho da vida, com um estranho distaciamento, de quem sabe que é normal que assim seja.

Doia-me muito quando dantes me diziam: “é a vida!”.

Vou-me apercebendo, com o passar dos anos, que é mesmo assim.

Até sempre, companheiro!

Que a terra te seja leve e que descanses mesmo em paz, naquele lugar tão enigmático quanto belo de que falam os padres na igreja: entre o esplendor da luz perpétua.

8 comentários:

João, disse...

Peço desculpa novamente... a parte final deste teu "Post" é demasiado séria, para o comentário que eu já tinha preparado. Mas tenho que o publicar aqui, porque penso que tem uma proposta importante e que não se perca. Espero que não seja tido como falta de respeito, mas a primeira parte permite que o meu "comentário" não pareça assim muito "despropositado"

Eu devia estar quieto e deixar lugar aos “novos”, (porque a vida já me foi dura para insistir…), mas a minha paixão por Marvão e pelo GDA, leva-me a tentar mais esta aventura, de que os meus amigos “andam à volta”, mas parece-me que concretizam pouco…

Então è assim:
Proponho-me, enquanto Presidente da Assembleia-Geral do GDA, a encabeçar uma “Comissão”, para organizar uma “GRANDE CONFRATERNIZAÇÃO DO GRUPO DESPORTIVO ARENENSE”, para me acompanhar irei convidar o Sr. Presidente da actual Direcção Dionísio Gordo (que terá de autorizar este evento), e o Sr. João Manuel Lança, enquanto elemento que acompanhou as diversas gerações que passaram pelo Clube.
A data que vou propor é diferente da do Jorge, pois esta organização seria integrada nas comemorações do 29º Aniversário (12/12/2007) e será no dia 8 de Dezembro, Sábado, feriado nacional. De acordo com o nº de participantes, assim será o local, cada um pagará a sua parte, não haverá convites especiais para ninguém e será aberto a todos os elementos que passaram pelo GDA e suas famílias, aos actuais e antigos sócios do Clube e a todos os simpatizantes. Isto é, TODOS OS QUE QUEIRAM PARTICIPAR.
Comecem desde já a divulgar a todos os amigos para agendarem essa data.
Logo que tenhamos coisas mais concretas divulgaremos, o mais precocemente possível, o PROGRAMA das festas.

Entretanto, não resisto a divulgar mais uma Historieta que tive o privilégio de viver nesse clube, agora com outra geração (que se não foi espontânea, a maioria deram os primeiros pontapés na bola comigo) e, simultaneamente divulgar o nome de mais uma série de “gente” que fez parte desse Clube.
Diz respeito a um jogo “fabuloso” do Arenense, com a equipa a quem ao longo da história (mesmo com treinadores), em seniores, menos vezes vencemos. Aliás, penso até, que esta foi a única vez que os enganámos: o Eléctrico de Ponte Sôr.
Nesse jogo foram presenteados com 4-0, se bem me recordo com 3 golos do Vítor Salsa, outro Beiranense (a este não acabei com a carreira, lancei-o ainda nos Infantis…). Aqui ficam os participantes que “inscrevi no Boletim para os árbitros”. Perdão por alguma falha (a minha memória, ás vezes já não é o que era), mas 95% há-de ser verdade. Época 96/97, Equipa do GDA:
- RUI MARTINS, “a Kuca” (a quem tive que dar banho no balneário para aí com 9 anos. Dez anos mais tarde o elemento mais “culto do balneário”, e não só…).
- JOÃO CARLOS, “o mítico gaspachadas” (pela 1ª vez titular comigo, nos juniores e seniores).
- ARTUR, “o das anedotas” (o capitão, que uma vez perdeu a braçadeira e parou para a apanhar, deixando o adversário isolado e marcar golo). Jogou comigo desde os Iniciados, ainda vai jogando.
- BARRADINHAS, “o ilegal” (jogou comigo desde os Iniciados, mas para fazer dele “jogador” tinha de lhe alterar a identidade). É o meu substituto natural…
- CARDOSO, “o beijoqueiro” (distribuía beijos por toda a gente, quando marcávamos um golo, uma vez, tocou-me a mim, levou logo um “chapadão”). Um dos melhores “camaradas” que passou pelo Arenense.
- BETO, “o polivalente” (há jogadores que dizem ter jogado a todos os lugares menos a guarda-redes, o Beto até isso…).
- J. VITORINO, “ o farnheiraças” (o melhor jogador que comigo treinou. Era ponta-de-lança, adaptei-o a lateral-direito e Manuel Cajuda, fez o mesmo, aproveitou…).
- LUIS COSTA, “o professor” (jogou comigo desde os Iniciados, sabia mais de musica do que eu).
- VITOR RAPOSO “o salsa” (jogou comigo desde os Infantis, mas aprendeu a jogar na “escola” do Rui Felino, na Beirã…com um “calhau”, segundo “a versão” contada pelo próprio Rui). Nesse jogo, numa só jogada, deu 2 “nós-cegos” num dos mais famosos “laterais” do distrito (Verde, de seu nome), sentou-o com o “cu no chão” e fez um “golaço”, a um tal guarda-redes Teixeira. E depois, repetiu a “gracinha” por mais duas vezes.
- MÁRIO SILVA, “o chinês” (um dos mais íntegros “estrangeiros” a quem consegui convencer a jogar no Arenense, quase de borla (na época anterior tinha sido o melhor marcador do Estrela de Portalegre e campeão distrital, com o inesquecível Professor Moura (outro dos meus ídolos).
- VITOR AGOSTINHO, “o nuno gomes do Arenense” (uma vez estive para “ir à cara” do líder da “Clake dos Ultra dos Outeiros”, porque “apupou o meu menino d”oiro”…).
- ZÉ CARLOS, “o Zé” (talvez o melhor “keeper”, como pessoa, que treinei. Mais um “estrangeiro”, mas que aos 14 anos já treinava comigo, Zés como este, “são os que fazem falta…” a qualquer grupo, porque possuem talvez uma das melhores qualidades humanas: a HUMILDADE). Aproveito par me referir a outro ilustro castelovidense, o Nuno, que agora é Macedo, este sim o melhor guarda-redes que tive oportunidade de “treinar”, com ele nunca me levantava do “banco”, estava sempre descansado. As fáceis apanhavas todas, as difíceis…era como os outros, ia buscá-las lá dentro. Já agora, obrigado Nuno, pela “defesa” que dizes-te ali em cima e, este sim era um remate difícil…
- PAIXÃO, “o vaidoso” ( só calçava botas de “marca” e sobre quem ouvi um dos comentários mais “irónicos” no futebol, vindo do saudoso e ferrenho adepto, Sr. Garraio o “Taxista” (sim o pai do nosso “bloguista Garraio, do Manecas, da Luísa e do “Garraião mais velho”, meu companheiro na mítica equipa da “RAMILA”). Num célebre jogo do Arenense, orientado pelo “deus” Rangel Cachiço, em que o Arenense estava a perder (sim os “deuses” também perdem, sobretudo os de pés de barro…), quando este se preparava para fazer uma substituição e fazer entrar o meu amigo Júlio, grita o “Ti Garraio com o seu vozeirão”: ORA BOLAS TREINADOR, JÁ NÃO CHEGAVA O NOSSO DESGOSTO…SENÃO AGORA “UMA PAIXÃO”. Pelos vistos não há treinadores perfeitos…
- GINJA DIAS, “o azarado” (um dos mais promissores valores do Arenense. Uma vez ao dar-lhe uma injecção para as “anginas”, desmaiou e vomitou-me para cima, outra vez partiu a clavícula, outra ficou com o joelho preso pela pele. Mesmo assim, num célebre jogo com o Gavião, meteu no “bolso”, a vedeta Álvaro e quando este já andava de gatas e teve de lhe fazer uma falta, virou-se para mim e disse: “Ó mister este é que é o craque deles…”
- PAULO JORGE “o primo do Ginja e amigo da kuca” (começou a jogar comigo com 9 anos, uma época fabulosa como sénior. O chato era ter que ouvir o pai dele atrás do “banco” (o meu primo Zé Luís presidente da Junta), com a sua inseparável “varinha”, a dizer aos amigos: “aquele grande…é o meu rapaz…”. Gand”a Paulo, sofreste, infelizmente para a Equipa, do mesmo sindroma dos outros jovens marvanenses: chegados aos 20 anos andar, que aqui não há vida…
- BONITO, “o saneador de treinadores” (uma vez correu com o “grilo”, na companhia do “mítico gaiato do Saul”; eu, como adepto tentei na pré época e não tinha conseguido, depois custou caro... Outra vez, correu com o “buga”, na companhia do “salsa”, eu era o Presidente e não excitei em dar-lhe razão…). Agora é “escritor de blogs”…, a seguir a mim, é o gajo mais perigoso para o Administrador.

E não me lembro de mais… “pêro que los havia havia”

PS: Para quem nunca lançou jogadores…ou é gabarolas ou nem todas as críticas são justas. Da próxima vez apresentarei mais 20 nomes, ou mais…

Um abraço

joao carlos disse...

OOOOOHHHH

diria o gabriel alves, ao ver tal fotografia! que teamazo!

Mas, deixa que te diga, que gostavamos muito de receber estes putos ranhosos da beira, no nosso mitico campo da bola da casa do povo!

Eram brindados com casa sova...

José Gabriel disse...

Pois é, gostaria de acrescentar algo a uma frase do amigo Nuno Macedo," por todos os clubes que representei neste distrito, foi onde fui melhor recebido, e tratado." Amigo Nuno, tenho que te dizer a ti, e a todos os que queiram perder o seu tempo a ler este post, que não sei em quantos clubes jogaste, porque tu jogavas mesmo! Apesar de poucos se lembrarem de mim, ou não ,no G.D.A., também eu consegui enganar alguns treinadores deste distrito, em como jogava a bola e posso te dizer que foram ha volta duns 10 clubes. Mas gostaria de realçar a tua frase, para não me afastar da ideia deste post, pois falar sobre o G.D.A traz me a nostalgia de outros tempos, em que tinha menos 10 kilos… .TAMBEM EU JOSE GABRIEL, de meu nome nunca me senti tão em "casa" como numa "casa", que não era minha, mas onde fui adoptado. Foram 5 épocas onde TODAS as pessoas me trataram bem, ao ponto de nos fins-de-semana que não havia jogo, eu ir sozinho mais a minha namorada, hoje minha mulher, passear a Santo António das Areias. Que saudades.contem comigo para esse almoço.

Relativamente ao "treinador" Bugalhão gostaria de recordar uma pequena historia que se passou comigo, enquanto envergava a camisola do G.D.A.

A época já não me lembro, fomos jogar á Povoa não me lembro do resultado. Mas quando faltavam 5 minutos para o fim do jogo, e este estava parado, para alguém receber assistência, eu olho… e não é que o fiscal de linha tinha a placa com numero 5 levantada. Era o meu número naquele dia, comecei logo a chamar nomes ao treinador " sou sempre eu,....não percebes nada disto etc., etc. ..."ate que começa toda a gente a dizer que eu estava maluco e estava mesmo, abri bem os olhos e era a placa dos descontos..... Este homem já foi muito injustiçado. Abraço a todos os que amam o ARENENSE


viva o G:D:A:
25 de Julho de 2007 20:50

joao carlos disse...

queria dizer... era cá com cada sova!!!

Mas, tambem tenho saudades destes tempos!

Olhando pa foto da equipa dos brancos de santo antonio, já desapareceu um!! O grande Quim Maria!

Agora, coube a vez de levarem po ceu um dos maravilhosos putos de vermelho da beirã! O maroco...nosso grande colega de farras na telescola. Roubavamos cerejas no intervalo com a preciosa ajuda do abilio e os seus 2 metros de altura!!!

Começam a desaparecer os putos da nossa geração.

ai,ai,ai que dores

João, disse...

Meu caro amigo Jorge Miranda e restantes amigos, por quem sois? Eu quero ser “tudo”, menos pólo de desunião ou “desmancha-prazeres”, entre os Arenenses. Quando fiz a proposta de cima, estava apenas a pensar ser um elemento facilitador e contribuir para a “festança” de uma forma positiva. Sendo assim,e porque acredito em vós, a minha “PROPOSTA” está retirada, com pedido de desculpas, por ter pensado que estava a ajudar. Por mim, os meus amigos têm todo o meu apoio e colaboração, se assim o desejarem.
Eu estarei presente, seja qual for a data… apenas com uma condição: de que tudo deve ser concertado com a actual Direcção do GDA.

Disponham deste vosso amigo se precisarem, para qualquer coisinha.

Bonito disse...

Amigo Buga, desta vez passou-se ou quê?...

A sua proposta está bem estruturada.

Penso que deveria passar à fase seguinte. Contactar o Presidente da Direcção (ao qual já dei um "lamiré) e o "histórico" JM Lança e concretizarem esse mega convívio que, sei agora, já vinha sendo engendrado à longo tempo.

Será um evento que atingirá, com certeza, outra dimensão, a qual o GDA merece.

Na minha opinião, com o rumo que o assunto tomou, seria o mais lógico concretizarem agora esse projecto, aproveitando o balanço dado por tantos Arenenses neste blog.

Da minha parte terão todo o apoio.

Desculpa Sabi, pela descaracterização do teu "assunto", o qual merece o meu maior respeito.


Grande Abraço

Bonito Dias

Jorge Miranda disse...

Pedro, quero pedir desculpa por utilizar este teu espaço, penso que será a ultima vez que o faço…
Quero pedir igualmente desculpa àqueles que se tinham inscrito na proposta do dia 5 de Outubro, porque mais uma vez se instalou a duvida, eu não tenho feitio para telenovelas mexicanas, nem vou alimentá-las…
Isto só vem provar duas coisas que tinha como certas;
1º Que as pessoas se sobrepõem às Instituições…
2º Que em 20 anos não mudámos absolutamente nada…
Não estou chateado, nem aborrecido com ninguém, penso que o BUGA tem razão, o ARENENSE é maior que o umbigo de alguns, começando pelo meu.
A proposta que tinha feito está retirada, se precisarem de ajuda sabem o meu numero de telemóvel…
Um abraço Jorge Miranda

Pedro disse...

Grande vizinhança, não queria deixar passar em branco esta minha visita ao teu blog, que me deixou um pouco emocionado. Estou aqui, longe da "casa" de nossa Santa Nª Srª do Carmo na nossa Beirã, mas quando li o teu texto percebi e senti o quanto aí pertenço e mesmo sendo uns anos mais novo, voces (amigos) são a minha segunda familia. Grande Abraço
Pedro Coelho