sexta-feira, 3 de agosto de 2007

A educação... física

(não! não sou eu. É da net.)

Eu sei que tenho excesso de peso. Sou forte. Sou pró cheínho. Tenho uns quilotes a mais. Prontos, sou gordo. Acho que sou. Uso sempre de XL para cima. Em tudo! Da meia à cueca, da camisa interior ao casaco, sempre XL. Às vezes XXL. Mas isto é uma cena que já vem de trás. Quando tinha os meus 6 anos, quando era lobito da alcateia cinzenta do Agrupamento 659 dos Escuteiros da Beirã, já usava boina do tamanho da dos chefes. Sempre fui um coche cabeçudo também.

Acho que herdei esta cena. É uma coisa que acontece e da qual não tenho culpa, penso eu de que. É uma contingência genética. Pelo menos tento-me convencer muitas vezes que assim é, para me perdoar a mim mesmo.

Mas sei que não é por isso.

Mando-me para os noventa e muitos, a espreitar os três dígitos e não devia passar dos 80 que é o número de centímetros que levo a mais que o metro. Tenho 18 quilos a mais, na proporção de mais nove em cada perna, mais nove a carregar todos os dias em cada pata. È desgastante.

Quando fui à Medicina do Trabalho, em Fevereiro, estava mesmo à espera que o gajo da bata branca me estragasse o Carnaval. Mas para minha surpresa, agradabilíssima surpresa… não estragou nada! Eu à espera que ele inventasse um colesterol, uns diabetes, uma tensão e… nada! Mas falou-me no peso. No peso a mais.

Comecei a praticar desporto há mais de 10 anos como forma de aliviar a pressão e de adoptar um estilo de vida mais saudável. Comecei pelo mais óbvio e pelo mais barato, calçando uns ténis e correndo. Depois foi a natação que nunca mais abandonei, o BTT e por aí fora mas acho que o meu organismo já está imune ao desporto. Por mais que faça, o gajo parece que se alimenta do próprio suor. Não emagrece, mesmo.

Optei assim recentemente por uma redução calórica na alimentação. Eu, Meu Deus, que gostava tanto de repetir (quase sempre!), vi-me reduzido a umas proporções miseráveis que colocam em risco a minha sobrevivência. Comer pouco, cada vez menos, muitas saladas, menos fritos, uma afronta!

Depois de alguns meses de privação… os resultados não são animadores. Tá tudo mais ao menos na mesma. Porque também, convenhamos, às vezes pareço aquela fabulosa personagem do Herman, quando o herman era Herman, do gajo que estava a fazer greve de fome e só parava ao meio-dia e às 8 horas para comer uma sandes.

Há coisas que é muito difícil evitar, mesmo muito, sobretudo no Verão e sim, estou a falar na proporção vital diária de maltes líquidos. Imprescindível!

Tudo isto para dizer que não sou metrosexual ou lá o que é isso! Eu não sou o David Beckham. Não passo horas ao espelho. Não acho que seja vaidoso mas que raio! Toda a gente se preocupa com a sua aparência, presumo eu, e toda a gente tenta ser ou parecer o mais bonita possível. Parece-me elementar.

E é por isso que eu agora como pouco e corro com grande prazer, sobretudo desde que se inventou o mp3. Uma corridinha ao fim da tarde, a ouvir um disquinho recém-sacado, é delícia suprema. Segue-se banhinho, janta ligeira e maratona de sofá nas modalidades filmes, escritas ou jornais, é serão de privilégio!

E escrevo sobretudo para deixar claro como é injusto quando se riem e gozam comigo quando corro. Não tem piada nenhuma.

Eu sei que sou torpe, eu vejo a sombra, mas mesmo assim, não mete graça! E estou aqui para me defender.

A começar pela tirada básica, “ah, ah, ah, olhem para ele, como corre tão devagar…”.

Ah, ah, ah… o Tanas! Para já, para já, o que eu faço não é correr. Correr é o que fazem os cavalos e os galgos nas pistas. Eu faço jogging, que é o que fazem os americanos nos filmes e nas séries porque o jogging é muito mais complexo. Um gajo para fazer jogging tem de saber dosear a velocidade, pisar o chão com estilo e graciosidade e quando atinge os níveis máximos, tem de colocar os pés ao ritmo da música que ouve no Walkman ou no leitor digital. A diferença que existe entre o jogging e a corrida é a mesma que existe entre o Yoga e a espargata. Eu faço jogging e ando-me a evitar de meter uma fita na cabeça como fazia o Bjön Borg para que todos percebam que o jogging é uma arte. Da próxima vez não riam, contemplem. O jogging é estilo e é para ser feito devagar.

Outra investida bem popular é: “só corres a descer! Queria-te ver era a subir!”.

Eu jamais respondo! Nunca respondo porque me falta o ar e não sou capaz mas mesmo que tivesse ar, acho que não respondia. Como é óbvio para quem não chumbou a Física no oitavo ano e conhece as leis da gravidade e a história do tal Newton que levou com uma maçã na peruca, a força da gravidade puxa-nos para o centro da terra, como se fosse um íman. É por isso que é mais fácil levantar um cinzeiro que uma arca congeladora cheia de gelados passados da validade. Sendo assim e transpondo as realidades para o assunto aqui à baila, toda a gente prefere correr a descer ou no mínimo a direito, do que a escalar Marvão. A menos que seja masoquista. Como eu não corro por obrigação, mas sim porque quero, eu corro como me apetecer e onde me apetecer. Se for a descer melhor. E esses totós que encontro aí pelas ruas e mandam a boquinha, têm de passar a usar o que têm entre as orelhas: se a minha volta habitual parte da minha casa e termina também lá, se desço, também tenho de subir algures. Elementar, ãh?

Vou-me mesmo armar em Marcelo e vou desconstruir a última: “andas aí a correr para quê, se depois bebes fresquinhas e comes demais?”.

Mais uma pérola de genialidade com resposta simples: “mais vale praticar desporto e partir a cantarinha do que fazer como muitas alimárias que levam todas as santas tardes/noites com a barriga encostada ao balcão. É verdade que a menos que haja uma catástrofe e toda a cerveja desapareça do mundo (Deus nos livre!), dificilmente terei um corpo Danone nesta vida. Mas pelo menos esforço-me e mais vale esforçado que derrotado. Chupa e embrulha!

Respondendo a estes meus amigos que gozam comigo e me esperam nos passeios e à porta dos bares para se meterem com a minha respeitável actividade física e desportiva, aqui fica a resposta.

E ficam sabendo, apesar de estar quase certo que nenhum deles anda por estas paragens, que uma nova era se vai iniciar. Investi recentemente nuns calções mesmo, mas mesmo de corredor, daqueles justinhos às pernas que dão na televisão, e a coisa nunca vai ser a mesma porque quando vou a correr e olho para os pés, parece mesmo que as pernas não são minhas mas são para aí do Carlos Lopes ou do Mamede (esse não que desistia sempre e era do Sporting), mas para aí do Carl Lewis. Cortam o vento, dão agilidade, potenciam a marcha e logo na estreia ganhei 8 minutos à volta normal.

Meus amigos, da próxima vez que me virem passar em pleno jogging, desviem-se por favor, para não caírem com o túnel de vento que crio durante a marcha e se tiverem que fazer alguma coisa, não riam… batam palmas!

PS: Aulas para principiantes – das 20 às 23h. Desconto cartão jovem. Passa-se recibo. Fechado aos Sábados para descanso do pessoal.

10 comentários:

Bugalhão disse...

O PRAZER DE EMAGRECER…

Meus caros amigos, em primeiro lugar, quero pedir-vos desculpa pela forma um bocado bruta, como início este comentário, mas prometo que, tão breve quanto possível, lhe mudarei o rumo, porque o tema, que o Pedro hoje nos propõe, é demasiado sério para não ser tratado como tal. Mas depois da “crónica dos mijadelas”...

Com o passar dos anos, percebi que isto dos prazeres humanos vai evoluindo ou mudando conforme a idade.
Quando eu era mais novo e comecei a “frequentar” as casas de banho (porque eu ainda sou do tempo de “ir a campo”), ficava um pouco incomodado com aquela mítica frase que se encontrava em quase todos estes cubículos: “o melhor prazer da vida é…”, e costumava acrescentar sempre: “vê-se bem que nunca…”.

Contudo, hoje, com os meus 50 anos, venho procurar “ajudar” a crónica do Pedro e transmitir-vos uma das minhas melhores experiências de vida: “o prazer de emagrecer” e, simultaneamente, procurar cativar e motivar os leitores destas linhas, para esta problemática das dietas, do exercício físico, do excesso de peso ou mesmo da obesidade. Certamente, o maior problema de saúde pública, dos países ocidentais, para as próximas décadas.

Começaria com uma máxima: “nunca saiu ninguém gordo de um campo de concentração…”.
Este problema do “peso a mais”, habitualmente, só tem duas origens:
- Ou porque ingerimos mais do que necessitamos
- Ou porque não gastamos o que ingerimos
Hoje em dia, a maioria das pessoas e alguns técnicos (para ganharem dinheiro), pensam que resolvem o problema actuando apenas na primeira origem. E falamos da epidemia das “dietas milagrosas, que toda agente vende. O resultado, é quase sempre o mesmo: “emagrece-se 10kg, para engordar 20kg mais adiante, porque não levantam o “cu” do sofá, porque lhes falta energia. Saldo: 10kg a mais.
Outros, pensam que actuando apenas na segunda origem, resolvem a situação. São a saga dos “clientes de ginásio”, que suam que nem “cavalos” e a seguir vão encharcar-se de “comida gordurosa” e muita cerveja em petiscadas com os amigos, porque têm que recuperar os líquidos que perderam. A maioria das vezes “a emenda é pior que o soneto…”, só mudam de problema. Primeiro era o excesso de peso, depois é o ortopedia com as hérnias discais e as rupturas musculares e, ás vezes, o cardiologista, porque os exercícios “estáticos” e “anaeróbicos” não são o melhor para os nossos corpinhos (palavra de “enfermêro”).

Esta introdução, serve apenas para vos contar a minha experiência pessoal sobre “ a coisa”, não como técnico, porque isso há por aí muitos (alguns a dizerem os maiores disparates).
Aos 20 anos tinha 70kg e 5kg a mais; aos 30 anos tinha 75kg e 10kg a mais; aos 40 tinha 80kg e uma “arrobinha” a mais (como o comum dos portugueses); aos 50 tinha 88kg e 23kg a mais.
O colesterol e os trigliceridos não parava de aumentar, o açúcar do sangue aproximava-se de valores críticos, a pressão sanguínea já pedia dois comprimidos por dia, as articulações rangiam por excesso de carga, o coração diz que não lhe apetecia andar a alimentar 23kg a mais todos os dias e começava a ameaçar fazer greve… e eu: ou corria e andava cada vez mais, para comer os “meus docinhos”, que sempre abundavam em casa (porque não bebo e sou regrado na comida); ou deixava-me de “caminhadas” e contratava aí uma dessas dietas malucas…porque emagrecer, eu nunca tinha conseguido…
Há dias (cerca de sessenta), decidi-me e fiz o seguinte:
- Doces? Não entram mais cá em casa…
- Diariamente (faça chuva ou sol), 10km nas perninhas, para “castigar o corpinho”…
Resultado: 10kg a menos: PELA 1ª VEZ NA VIDA CONSEGUI EMAGRECER.

Conclusão: Sinto-me muito melhor e também não é só por essas coisas da “metros sexualidades” (que diga-se ao contrário do Pedro sou adepto).
Tenho hoje glicemias normais, “castrol” e triglicéridos do melhor, não me doem as articulações, a “apróstata” está como nova (sim ela também gosta de exercício) e só já tomo 1 comprimido para a “atenção” e os valores estão razoáveis. Não compro doces, comecei a vestir umas roupinhas que já havia arrumado (logo ando a poupar dinheiro a mim e aos contribuintes do meu país), etc., etc.…
Desafio para os meus amigos que estejam nas mesmas condições:
TENHAM O PRAZER DE EMAGRECER…eu já experimentei e vou tentar aguentar-me.

Nota: já agora quando encontrarem o Pedro, afastem-se apenas por causa do vento…mas deixem-no andar e estimulem-no…ou vão com ele!
Mas isso meu amigo, é apenas 50% da coisa…os outros 50% estão nessa “boquinha santa”…MAS AÍ…nem a invocação divina te vale.

Um abraço, para todos…até para o “arenense”.

Zé Luís disse...

Gostei do artigo, principalmente da espargata.

Jorge Miranda disse...

Pedro,
Isto de se fazer comentários e os mesmos não serem assinados é um bocado desanimador, sobretudo para quem escreve no teu "quintal" e fá-lo de uma maneira honesta, dando a cara, também me parece que é isso que tu pretendes…
Obviamente que se percebe o comentário e a quem é dirigido… (90% das pessoas que aqui escrevem não precisam que lhes assobiem para beber água)
Penso que tu mereces mais consideração, pois és das poucas pessoas com coragem de nos colocar a pensar sobre muitas coisas, sobretudo sobre nós…
Concordo plenamente que devemos elevar o discurso, e se não concordamos, devemos dar a nossa opinião, mas sem pseudónimos!!!!!!!
Um abraço,
Jorge.

Jorge Miranda disse...

Pedro,
Isto de se fazer comentários e os mesmos não serem assinados é um bocado desanimador, sobretudo para quem escreve no teu "quintal" e fá-lo de uma maneira honesta, dando a cara, também me parece que é isso que tu pretendes…
Obviamente que se percebe o comentário e a quem é dirigido… (90% das pessoas que aqui escrevem não precisam que lhes assobiem para beber água)
Penso que tu mereces mais consideração, pois és das poucas pessoas com coragem de nos colocar a pensar sobre muitas coisas, sobretudo sobre nós…
Concordo plenamente que devemos elevar o discurso, e se não concordamos, devemos dar a nossa opinião, mas sem pseudónimos!!!!!!!
Um abraço,
Jorge.

Garraio disse...

Ahhhh... Agora já percebo porque é que te tás a baldar à "Ruta das Cañas"... ;)) ... é uma questão de look... tá bem....

Mas aviso-te já que estamos a preparar o "enchimento" da grade do Zé Calha... Está previsto para Setembro... só se vai com convite (obviamente considera-te convidado) e consiste em encher a grade de minis (vazias, claro), acompanhando com um "pata negra e petiscos variados...

Acho que vais precisar de uma boa desculpa para justificares a ausência.

Um abraço. (eheheh...)

Andre disse...

Companheiros

Isto de perder uns kilos tem que se lhe diga!...

Quando se tem boa boca e se é guloso a "coisa" fica mesmo complicada e, ás vezes, dolorosa.

Já tentei muitos métodos mas nunca tomei medicamentos. Não acredito nesse truque e também acho que mais tarde ou mais cedo voltamos á estaca zero.

Depois de muito futebol, corridas e alguma natação, descobri no final do ano passado um novo desporto.

Em Dezembro comprei uma bicicleta jeitosa de BTT e comecei a praticar a modalidade com um grupo de amigos. As voltinhas começaram de leve ao fim de semana e aos poucos já andavamos 2 a 3 vezes por semana. Os passeios passaram a maratonas de 45/50 km e em vez de 2 passaram a 4h.

A febre do BTT foi-me contagiando e estou a gostar cada vez mais.

Marvão tem excelentes percursos e acho que se poderia fazer uma brincadeira destas qualquer dia.

Pedro, não te importes com o que os outros dizem. Sei que muitas vezes sabe Deus a vontade que tens mas não ligues ao que te dizem. Continua porque o importante mesmo é não ficar parado... nem que seja pela consciência.


Um abraço e venham a Évora fazer um BTT. Cá vos espero de braços abertos.

http://bttevora.awardspace.com/

Cumprimentos,
Xico da Blusa filho

Sergivs disse...

Quando passaste no bairro a correr, apesar de pensar que ias a devagar e a descer, apenas tive a coragem de dizer que "havias de ir mais vezes". E desde já peço desculpa se te chateei, pois não foi essa a minha intenção. Até porque, também eu tenho problemas de peso e tento muitas vezes, sem grande sucesso, fazer dieta e andar de bicicleta para emagrecer. O meu record foi perder 11 Kg em três meses, o problema é que não consegui manter e em pouco tempo recuperei o que havia perdido.
Para mim, não me preocupam as questões estéticas, mas começo a preocupar-me com a saúde.

Pedro Sobreiro disse...

Ai foste tu o engraçadinho do "havias de ir mais vezes"? Ai Serginho, Serginho! Eu ainda te respondi: "tu também!", só que foi muito baixinho e tu não ouviste porque ia sem fôlego. Para a próxima, veste os calçonitos e anda também. Vais ver como dói. Abraço.

Mac disse...

As bocas que tu ouves, multiplica-as por 5 vezes por semana adicionando-lhe o "estes só o que sabem fazer é correr" e terás a quantidade que eu ouço. No entanto se conheces o ditado popular onde entram cães a ladrar e a caravana a passar...
Não sou muito apologista das dietas assentes em prática desportiva porque a maioria das vezes como não se atingem resultados práticos imediatos o candidato a magro desiste(vê o meu exemplo, sou maluquinho das corridas e não me considero magro). No entanto pelo que li, estás no bom caminho, porque o sucesso dessas coisas da elegância passa por controlar o "input" (desde que não se coma 2 Kg de grelhados, 10 Kg de peixe e etc.)
Pratico desporto por gosto (actualmente também é trabalho) e gosto desta minha atitude, porque não olho para a balança, nem para marcas que tenho de superar em provas. Apenas gosto de me superar e sentir-me bem após uma boa sessão de actividade física e neste final incluo uma boa refeição e uma bela cerveja gelada que me sabe divinal porque o desgaste abre-me o apetite.
Continua porque só te faz bem, porque, como dizia um professor que tive; o desporto não dá anos à vida mas dá vida aos anos.

Bugalhão disse...

EM CONTRA-MÃO

Quanto vale a palavra de um dirigente desportivo?

Com o nosso “administrador” a banhos, venho hoje lançar um tema para manter viva a chama deste espaço.
Ameaço desde já, que não vai ser a ultima vez que por aqui vou aparecer em “contra-mão”, até que alguma autoridade deste “meu Portugal”, à beira-mar plantado me apreenda a “licença” de opinião…
Vem o título a propósito, das declarações que ouvi há quinze dias, e penso que ouvi bem, da boca do presidente do meu clube do coração, não de conduta, a propósito da transferência de jogadores do Benfica.
Afirmou então o Sr. Vieira, “que não sairia nenhum jogador do clube a não ser que fosse accionada a cláusula de rescisão”.
Achei bem e penso que todos os benfiquistas também, pois estava-se a falar dos seus melhores jogadores (Simão e M. Fernandes), ainda por cima portugueses.
Vale a pena relembrar que Simão tinha uma cláusula de rescisão de 25 milhões de euros e M. Fernandes de 18 milhões…
Que acontece passados 15 dias:
Simão foi embora por apenas 20 milhões e M. Fernandes nunca se há-de saber…
Por estas e por outras é que o “papa” continua a dar cartas, quer se goste ou não.

Será que alguém me sabe informar qual a cláusula de rescisão do Sr. Vieira? E será que leva com ele o Sr. Santos, que coitado, não dorme à 15 dias com tantos pesadelos…

Onde irá, mesmo assim ,este "dirigente" aplicar este dinheirinho? Mais marcos ferreiras, manducas, moretos, manus,etc., etc....
Eu já comprei uns "renies", e aconselho os benfiquistas a fazer o mesmo...

Um abraço