sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Que será dela?

Há dias, estava eu sentado na varanda quando ouvi a Leonor chamar: “pai, pai, depressa! Anda cá ver o que eu fiz!”. Quando cheguei ao quarto, reparei que tinha colado na porta do armário, algo que estivera a fazer de tarde e que não era mais do que:



Digam lá se os filhos não são de ir às lágrimas e não valem mesmo uma vida!