domingo, 24 de março de 2013

Vendo o mundo pelo facebook (semana 18 a 24 de Março de 2013)


O facebook é fantástico. Ainda estou a aprender a surfar nele mas gosto e muito. Só que o facebook é uma coisa mais rápida, mais frugal. Para se ver o mundo por lá não é preciso binóculos e do alto de Marvão. Pode ser de telemóvel, num instante. Ali é que nós nos apercebemos que o mundo é mesmo uma aldeia global. Desta semana quero deixar aqui no meu poleiro no galinheiro da net, para mais tarde recordar, momentos desta semana que só vi por lá:

A boleia que dei ao meu filho Manuel Gira e o por do sol de Marvão.



A boleia ao Gira


(a fazer um fixe para a imagem. Só style... Tudo estudado ao pormenor!)


Tinha acabado de sair quando dou com ele à porta do serviço, à minha espera. “Então, filho? O que te traz por cá?”. Fez-me com as mãos o sinal de andar de bicicleta. “Ai vieste ver a volta ao Alentejo, foi?”. Que sim com a cabeça. “Então e vieste ver de mim porquê? Sabias onde eu trabalhava, não tinhas boleia e vieste a tentar ver se eu estava. Foi isso?” Que sim com a cabeça. “Vamo”, disse ele. “Que sim, filho, vamos já. Passam das 5 e meia e posso ir contigo”. Saquei-lhe a foto para a posteridade.  E escrevi no facebook:


Foi por telemóvel mas não é todos os dias que se tem a possibilidade de estar junto a um ídolo. Estou como se tivesse dado boleia ao Ronaldo. Melhor quer o Ronaldo, vá. Não desgosto do moço da Madeira. Mas este está anos luz à frente. Grande gira!
Olhem que se mandarem fazer t-shirts com esta imagem, terão de pagar royalties.
Entrem nessa. Boa! Ajudem. A ver se vamos os dois passar férias num iate no Mediterrâneo. Grande classe... Já nos estou a imaginar de óculos de sol, a torrar ao sol, bebericando um dry Martini. Bom!
O turista Manel Bodes à minha espera à saída das finanças para me pedir boleia. Boleia? Claro que dou! No banco da frente. De gala…

E assim viemos. Eu a conduzir, ele de co-piloto e as técnicas de Turismo, as caras de Marvão para o mundo, a minha Cris e a Felicidade sentadinhas no banco de trás. Assim é que está certo.

E o meu filho nem sequer agradeceu. Uma coisa de classe como só ele sabe fazer. Parei à entrada de Santo António das Areias para a Felicidade descer e ele, como quase eram horas de jantar, marchou-se para a Casa do Povo, antes que se atrasasse.




Pôr-do-sol à saída do serviço




Verdade seja dita que quando queremos ver uma coisa, conseguimos.

Exemplo: olhar as nuvens e reconhecer objetos. É brincadeira de criança mas resulta.

Isto pode ser um ponto contra. Mas a verdade é que consigo reconhecer a presença de Deus muitas vezes ao longo do meu dia. Não fisicamente, mas sinto que há ali algo de divino, de superior. Algo que faz sentir que jamais a mão humana poderia alcançar essa coisa. Uma grande obre de arte tem a presença do divino. É a isso que me refiro.

Esta imagem foi capturada ontem pelo meu telemóvel à saída do meu serviço de finanças.

Tem ou não tem o toque do divino? Jamais o homem poderia criar algo tão belo. Ainda bem que criou o meu telemóvel Samsung que só custou 40 euros mas permite capturar o divino na perfeição.

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